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O BC inseriu a previsão no capítulo reservado aos preçosadministrados em 2015, que deverão subir, pela nova estimativa, 9,3%. A projeção anterior era de uma alta de 6%. Para 2016, a previsão é de uma alta menor, de 5,1%, quando comparada à estimativa de 5,2% anterior.

Na ata divulgada nesta quinta-feira (29/1), a primeira do ano, o Banco Central mudou a forma como costuma construir o parágrafo que detalha os preços administrados e passou a inserir explicações para algumas projeções. Entre as alterações da autoridade monetária, ela voltou a fazer projeções para a gasolina e para o botijão de gás, algo que havia sido retirado de documentos anteriores em função de polêmicas em torno das perspectivas do BC para os combustíveis.

No final do mês passado, o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) trouxe a informação de que a projeção de alta dos preços administrados deste ano subiu de 6% para 6,2%, enquanto a para 2016 avançou de 4,9% para 5,2%. Já no Relatório de Mercado Focus da última segunda-feira, a mediana das estimativas para esses preços em 2015 subiu de 8,20% para 8,70%, enquanto a para 2016 caiu de 5,90% para 5,80%.

Pela primeira vez, o BC apresenta suas projeções abertas para os itens administrados ou monitorados pelo governo de 2015. Na telefonia fixa, a previsão da diretoria do BC é de uma alta de 0,6% em 2015.

Para formar seu cenário para os preços administrados, o BC informou que levou em conta hipótese de elevação de 8% no preço da gasolina e de alta de 3% no preço do botijão de gás. Até a ata da reunião anterior do Copom, a instituição limitava-se a relatar a variação desses itens dentro de um limite de tempo.

O BC ainda explicou no documento que a alta da gasolina é reflexo de incidência da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e da PIS/COFINS. Disse ainda que no caso da energia, a projeção se explica devido ao repasse às tarifas do custo de operações de financiamento, contratadas em 2014, da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE)

A perspectiva de realinhamento dos preços administrados em comparação com os livres tem sido uma tônica constante nos documentos do BC e discursos de seus porta-vozes recentemente.

 

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O ano de 2014 teve a inauguração de 24 shopping centers, totalizando 520 empreendimentos no País, de acordo com dados publicados nesta terça-feira (27), pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Foi o primeiro ano em que os shoppings no interior se tornaram mais numerosos do que nas capitais. Do total de 520 empreendimentos, 256 estão nas capitais (49%) e 264 no interior (51%).

A área bruta locável (ABL) atingiu 13,845 milhões de metros quadrados, 7% a mais do que no ano anterior. O número de lojas aumentou 10,4%, para 9.242 unidades.  Das 26 inaugurações previstas para 2015, 15 serão no interior e 11 nas capitais, mostrando uma tendência de aumento da participação das cidades do interior.

Para 2015, a previsão da Abrasce é de abertura de 26 empreendimentos. Boa parte do número deste ano será formado por shoppings inicialmente programados para abrirem as portas em 2014. No ano passado, a associação estimava a abertura de 43 empreendimentos, mas apenas metade disso se concretizou.

O presidente da Abrasce, Glauco Humai, ponderou que não há crise no setor, e atribuiu os adiamentos ao momento menos favorável da economia brasileira, que geram receio entre empreendedores e lojistas. Além disso, questões como licenciamento junto a órgãos públicos dos projetos e falta de mão de obra e de fornecedores também provocaram adiamentos, segundo Humai.

"É muito comum no setor que algumas inaugurações fiquem para o ano seguinte", disse o executivo. "A economia não está tão bem. Todo mundo fica receoso. E tem também a questão de licenças. São problemas estruturais que existem em todos os setores e se somam ao momento de incerteza da economia", explicou.

A Abrasce prevê ainda que o investimento em 2015 alcançará R$ 16,5 bilhões em 2015, dos quais R$ 4,9 bilhões para expansões de shoppings já em funcionamento e R$ 11,5 bilhões para a construção de novos empreendimentos.

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Dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal)  mostram uma elevação de 5,4% para 5,9% na quantidade de brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza entre 2012 e 2013. Esse índice estava em 10,7% em 2005, segundo os critérios da Cepal.

O número de brasileiros situados em um quadro de pobreza, no entanto, continuou diminuindo: passou de 18,6% em 2012 para 18% em 2013 - eram 36,4% em 2005. A situação do Brasil difere dos demais países da região. O estudo da Cepal indica que o equivalente a 167 milhões de latino-americanos, ou 28,1% dos habitantes da região, estavam na condição de pobreza em 2013 - rigorosamente o mesmo índice registrado um ano antes.

"A recuperação da crise financeira internacional não parece ter sido aproveitada suficientemente para o fortalecimento de políticas de proteção social que diminuam a vulnerabilidade frente aos ciclos econômicos", afirmam os especialistas da Cepal no relatório "Panorama Social da América Latina 2014".

A piora do quadro da extrema pobreza no Brasil se opõe às manifestações públicas da presidente Dilma Rousseff ao longo da campanha do ano passado. Além de negar uma deterioração dos indicadores devido aos sucessivos anos de crescimento econômico fraco e de inflação recorrentemente rondando 6% ao ano, o governo também atravessou o ano de 2014 com embates políticos internos.

A direção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) barrou, por três meses, a divulgação de um relatório técnico da sua área de estudos e políticas sociais, que divulgaria análises semelhantes à da Cepal sobre o quadro de pobreza no Brasil.

O documento da Cepal é montado a partir de dados levantados por cada país. No caso brasileiro, os dados vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O estudo da Pnad, apesar de mostrar uma melhora do indicador de pobreza no País, indica que, em 2013, o Brasil continuava sendo o país com maior desigualdade de renda na região. Parte disso decorre justamente da piora do indicador de pobreza extrema.

Procurado, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) afirmou, por meio de sua assessoria, desconhecer os critérios de análise e formação dos indicadores de pobreza e de extrema pobreza da Cepal. O ministério informou que o governo brasileiro trabalha com o conceito do Banco Mundial e da Organização das Nações Unidas (ONU), que considera extrema pobreza alguém que vive com menos de US$ 1,25 por dia. A taxa de extrema pobreza aumentou de 2,9% para 3,1% entre 2012 e 2013, segundo o MDS.

"Entre 2001 e 2013 a taxa de extrema pobreza teria caído mais da metade, saindo de 8,1% para 3,1% da população; a taxa de pobreza teria caído quase três vezes, passando de 22,8% para 7,9%", cita o ministério em estudo técnico divulgado no fim do ano passado.

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O aumento das operações de crédito público desde a crise de 2008 teve efeito reduzido no financiamento de grandes empregadoras de mão de obra e executoras de projetos de infraestrutura. Os desembolsos também não se transformaram em aumento efetivo da taxa de investimento na economia. Pelo menos no caso das companhias de capital aberto, que apenas reduziram o custo de rolagem das dívidas, revela estudo dos professores do Insper Marco Bonomo e Ricardo Brito, e do economista do Banco Central Bruno Martins, publicado no portal do BC.

As empresas maiores, mais antigas e mais capitalizadas foram as mais beneficiadas pela expansão do crédito público pelos bancos oficiais, principalmente o BNDES. Esses desembolsos deveriam favorecer setores intensivos em "externalidades sociais positivas", como geração de vagas. No entanto, não foram os principais beneficiários da forte expansão do chamado crédito direcionado no pós-crise.

As empresas que receberam esses recursos foram justamente as que não teriam dificuldade em obter financiamentos na banca privada, o que é uma contradição com a visão social da intervenção do governo no mercado de crédito.

O estudo mostra que os empréstimos diretos do BNDES às chamadas "empresas sociais", que atuam em áreas como transporte, infraestrutura e saneamento, caíram 25,5% no período pós-crise. As operações com as demais empresas, como indústria automobilística, de petróleo e química, cresceram 17,5%.

Somados ao que os outros bancos ofereceram com recursos do BNDES, os empréstimos às empresas com externalidade social recuaram 1,5% no período pós-crise enquanto para as demais empresas subiram 10%.

Na análise de todo o crédito público oferecido às empresas, incluindo os desembolsos de bancos públicos em outras linhas, o financiamento às empresas sociais cresceu 4% no período, ritmo inferior aos 17,5% de expansão das operações com as demais empresas.

A pesquisa usou como base de dados empréstimos feitos entre 2004 e 2012 pelos bancos a quase 1 milhão de empresas, retirados do Sistema de Informações de Crédito (SCR) do BC e da consultoria Economática.

A discussão é retomada no momento em que a equipe de Dilma Rousseff pretende acabar com a era "desenvolvimentista" do BNDES. Embora o governo justifique que o maior acesso ao crédito público - seja direcionado ou originado em bancos públicos - levaria a uma maior alavancagem das empresas, o efeito dessas operações sobre a taxa de investimento é insignificante, pelo menos para as empresas de capital aberto, segundo o estudo. 

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Um dos principais temores relatados por empresários brasileiros e estrangeiros presentes no Fórum Econômico Mundial, em Davos, é a possibilidade de racionamento de energia. Analistas dizem que o impacto na economia seria bem menor do que no apagão de 2001, algo em torno de 0,5 ponto percentual. Mas, como o Produto Interno Bruto (PIB) já está rodando perto de zero, isso significa que a restrição na oferta de energia levaria o Brasil à recessão.

O efeito exato do racionamento na economia é difícil de ser quantificado, até porque existem diversas incertezas sobre como e quão longa seria essa restrição. A consultoria PSR, especializada no setor de energia, estima que o risco de corte no fornecimento já passa de 50% nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul.

Também se trabalha com uma redução na carga de 5% a partir de maio, mas a necessidade desse percentual só deve ficar mais clara ao fim do período chuvoso. Uma empresa do setor de geração e distribuição estima um corte de 10% durante um período de oito meses.

Com base em uma estimativa de corte de 5% a 10%, Fernando Camargo, sócio da consultoria LCA, projeta que o racionamento tenderia a tirar cerca de 0,5 ponto percentual do PIB se tomado isoladamente, ou seja, eliminando todas as outras variáveis. Atualmente, a consultoria estima crescimento zero para o PIB neste ano, o que ainda não leva em conta inteiramente o risco de apagão.

O economista-chefe do HSBC para América Latina, Andre Lóes, é autor de um relatório que estimou forte impacto no PIB no racionamento ocorrido em 2001. No primeiro trimestre daquele ano, a economia vinha crescendo a uma taxa de 4% no acumulado de quatro trimestres, mas terminou o ano a um ritmo de 1,3%, ou seja, uma queda de 2,7 pp.

"Não se pode afirmar tudo foi por conta do racionamento, já que 2001 também foi o ano do default da Argentina, mas cerca de 1,7 pp da queda pode ser atribuído à restrição de energia", afirmou. Naquele ano, o apagão estabeleceu corte de 20% por um período de oito meses.

Lóes pondera que um racionamento hoje teria um impacto muito menor no PIB. Isso porque como esse risco já vem sendo aventado desde o ano passado, muitos investidores já reviram decisões de investimento. Além disso, com os níveis de confiança de empresas e famílias já bastante baixos, não haveria muito para onde cair.

Ele prefere não prever um impacto do racionamento no PIB, mas diz que, se realmente isso se confirmar, sua previsão atual, de contração de 0,5% da economia, teria de ser revista para baixo.

Camargo, da LCA, também traça diferenças entre a situação em 2001 e agora. Segundo ele, um racionamento hoje tenderia a ter um impacto menos disseminado, com efeito pontual sobre grandes consumidores, que já estão com margens bastante apertadas e assim simplesmente interromperiam a produção. É o caso de siderúrgicas e produtoras de alumínio.

IMPACTOS

José Soares, vice-presidente e analista sênior da Moody's para o setor elétrico, diz que um racionamento certamente teria um impacto negativo no PIB. "O ano de 2015 vai ser muito difícil. Teria de chover muito acima da média nos próximos meses e mesmo assim não se recuperariam os níveis históricos dos reservatórios, o que significa continuar usando as térmicas, a um custo alto, com impactos na inflação e na atividade econômica", afirma.

Ele lembra que, apesar de a energia hidrelétrica representar 67% da matriz brasileira, ainda responde por 73,9% da geração efetiva de energia. Já a participação das térmicas subiu de 9,7% em 2011 para 24,5% no ano passado.

Uma possibilidade levantada pelo superintendente do Departamento Econômico do Citi Brasil, Marcelo Kfoury Muinhos, é que o racionamento faça com que o governo renuncie ao ajuste fiscal. "Se o PIB ficar muito negativo, o (ministro da Fazenda) Joaquim Levy pode enfrentar dificuldade para aprovar as medidas de ajuste fiscal", diz.

Luiz Augusto Barroso, da PSR, vê a situação por um prisma diferente. Para ele, o racionamento pode acabar ajudando o governo, em certo sentido. "Mantendo o espírito que 2015 é o ano da 'arrumação da casa', um racionamento viria para - infelizmente - ajudar a arrumar o setor de vez. É apenas um remédio muito ruim para um setor que há três anos estava muito bem organizado", opina.

CAMPANHA PARA REDUZIR CONSUMO

Alexandre Moana, diretor técnico da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), aponta que, diferentemente de 2001, quando o problema era de geração, ou seja, não havia água nas represas para girar as turbinas das usinas, as informações disponíveis atualmente apontam para um problema de potência, o que quer dizer que mesmo produzindo a pleno vapor todas as unidades não dariam conta da demanda, especialmente em horários de pico de consumo. "O problema é de infraestrutura, não é mais de água."

Ele diz que a única solução é o governo adotar campanhas publicitárias para incentivar a economia de energia por parte das residências e comércios, onde o consumo cresceu 68,6% e 81%, respectivamente, nos últimos dez anos. "Em 2001, as pessoas tinham TVs de tubo de 29 polegadas, que gastavam 110 watts. Hoje em dia, TVs de plasma de 50 polegadas podem gastar até 585 watts. Há espaço para apertar o cinto, sim", explica.

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Por Rolf Kuntz

Davos - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aproveitou o painel mais importante do Fórum Econômico Mundial para anunciar mais amplamente as mudanças na política econômica brasileira - da ênfase no consumo para o estímulo ao investimento, arrumação das contas públicas, realinhamento de preços e reformas para facilitar o crescimento. A política, explicou, será baseada em instrumentos tradicionais.

O ministro reafirmou a intenção de conseguir neste ano um superávit primário - dinheiro destinado ao pagamento de juros - equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Absteve-se de explicar o mau estado das contas públicas brasileiras. Ao mencionar o baixo crescimento econômico do País, limitou-se a mencionar "vários fatores" e apenas citou como exemplo a queda de preços das commodities exportadas.

Sem entrar nos detalhes da orientação seguida nos últimos quatro anos, apontou a necessidade de mudar a ênfase para o investimento. Além disso, atribuiu "em parte" às eleições a queda do montante investido no ano passado.
Como a discussão do cenário global envolvia o problema do emprego, o ministro apontou uma diferença mencionada frequentemente por seu antecessor: a criação de milhões de postos de trabalho no Brasil nos anos posteriores à crise de 2008.

Não se referiu à qualidade e à produtividade dos empregos criados. "Houve muita criação de emprego nos últimos anos, muitos milhões. Temos uma das mais baixas taxas de emprego da nossa história, a mais baixa, de fato. A renda subiu muito, houve muita inclusão", disse o ministro.

"Mas de alguma forma esse processo começou a desacelerar no último par de anos, em parte por causa das mudanças no preço de commodities, em todo o mercado emergente. E decidimos mudar. Tivemos eleições no ano passado, e essa foi uma das palavras mais faladas. E o governo, a presidente, decidiu no começo deste ano tomar algumas ações", complementou.

Levy participou de um painel sobre perspectivas da economia global, uma das sessões tradicionalmente mais concorridas. No ano passado, ninguém foi capaz de prever a queda do preço do petróleo, os ataques do Estado Islâmico e a crise na Crimeia, comentou no início o coordenador do debate, Lawrence Fink, presidente da gigante de investimentos Black Rock.

A redução dos preços do óleo e as enormes emissões de dinheiro anunciadas pelo Banco Central Europeu (BCE) foram destacadas por todos como fatores positivos para o crescimento mundial.

As duas novidades abrem espaço para maior investimento, comentou o vice diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, o economista chinês Min Zhu. O dirigente do FMI insistiu na importância de maiores investimentos produtivos tanto na Europa quanto em várias economias emergentes, incluída a brasileira.
 

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Davos, Suíça - A política fiscal mais rigorosa ajudará o Banco Central no esforço de levar a inflação de volta à meta. A afirmação foi feita na sexta-feira, 23, pelo presidente do BC, Alexandre Tombini. Ao ressaltar a complementaridade das políticas monetária e fiscal, ele admite que as medidas recentes anunciadas pela equipe econômica devem elevar ainda mais a inflação no curto prazo. O rigor fiscal, porém, tira um peso das costas do BC ao colaborar com o trabalho de estabilidade de preços em horizonte mais amplo.

"As políticas fiscal e monetária são independentes, mas elas têm complementaridade. Naturalmente, uma política fiscal consistente implementada de maneira rigorosa acaba por ajudar no processo de convergência da inflação para a meta", disse durante entrevista no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Após meses de direções opostas das políticas fiscal (expansionista) e monetária (restritiva), o discurso sinaliza que a chegada de Joaquim Levy ao Ministério da Fazenda deverá aliviar a carga de trabalho do BC no esforço de conter a inflação. Dias após aumentar o juro para 12,25%, Tombini ficou longe de comentar qualquer influência do "efeito Levy" na taxa Selic, mas destacou positivamente a queda das previsões de mercado para a inflação de médio e longo prazos. "Temos visto algum impacto na expectativa de inflação de médio prazo com leve recuo para 2016, 2017, 2018 e 2019. Esse recuo não víamos há muito tempo", disse Tombini.

As séries históricas da pesquisa Focus mostram que o recuo mais significativo nas previsões para a mediana do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ocorre no cenário para 2018. A mediana para a inflação do último ano do governo Dilma caiu de 5,5% em 8 de janeiro para 5,2% oito dias depois, em 16 de janeiro. Para 2019, a aposta dos analistas caiu de 5,06% em 9 de janeiro para 5%.

As quedas, porém, pararam por aí. As expectativas de 2017 não caíram ainda, e estão no pico de 5,5% desde maio de 2014. As expectativas de 2016 também estão praticamente estáveis. Eram de 5,56% no início de novembro, subiram para 5,7% e continuaram nesse nível, com exceção de dois dias, 9 e 10 de dezembro, quando tiveram uma pequena alta, para 5,75%.

PETRÓLEO

Tombini também disse que a queda do preço do petróleo vai provocar impacto positivo no curto prazo. "O Brasil será importador líquido do combustível até 2018. Portanto, no curto prazo, os preços têm impacto positivo na balança comercial", disse Tombini. Após "cálculo rápido", ele disse que "o Brasil teria uma economia de até US$ 12 bilhões no ano".

Nos seus compromissos em Davos, uma das principais mensagens de Tombini tem sido a de que a maioria dos países da América Latina está bem mais preparada hoje para um novo ciclo de elevação de juros nos Estados Unidos - que se combina com uma queda do preço de commodities e cria pressões de desvalorização cambial - do que esteve em eventos similares no passado. O presidente do BC tratou do tema em almoço do Fórum ontem sobre as perspectivas da América Latina, e voltou ao assunto em entrevista à imprensa.

"As perspectivas para a América Latina este ano são desafiadoras, mas eu me mantenho cautelosamente otimista", disse Tombini. Segundo ele, boa parte dos países latino-americanos exibe hoje arcabouços de política econômica mais sólidos, indicadores fiscais preservados, câmbio flutuante para absorver choques e reservas para evitar volatilidade excessiva nos movimentos cambiais.

"Ajustes antes de ser atingido por uma turbulência não são um comportamento típico da América Latina - desta vez as autoridades estão muito conscientes e isso é muito louvável, elas estão se antecipando, tomando medidas antes do evento", analisou Tombini. Para ele, o baixo crescimento atual da região se deve em parte ao processo de ajuste em economias-chave, como a brasileira.

Tombini considera que a economia global tende a se beneficiar de maior previsibilidade à medida que decisões cruciais em economias centrais sejam tomadas, aliviando as ansiedades que a expectativa produz. Ele citou o anúncio do programa de afrouxamento quantitativo na zona do euro como um evento desse tipo, e o próximo será o início da elevação da taxa básica de juros americana.

O presidente do Banco Central comentou que não só México, América Central e Caribe se beneficiam com a retomada dos Estados Unidos, mas também a América do Sul, da qual a maior economia do mundo é uma tradicional parceira comercial e de investimentos. Ele notou ainda que a queda das commodities afeta menos as commodities agrícolas, que ainda têm perspectiva de preços acima da média histórica.

"No Brasil, estamos fazendo a nossa parte de forma muito resoluta desta vez; combinando flexibilidade, qualidade do arcabouço de política econômica e determinação das autoridades, países latino-americanos como o Brasil podem tirar vantagens (do processo de ajuste) e esperar crescimento maior e mais sustentável a partir de 2016", resumiu o presidente do Banco Central.

IMAGEM

Tanto Tombini quanto Levy passaram os últimos dias em Davos tentando vender a imagem de uma nova política econômica a empresários no Fórum Econômico Mundial. Nenhum dos dois criticou a política seguida nos últimos anos, mas ambos falaram sobre o esforço de arrumação da casa, disse um dos participantes do encontro de ontem à tarde. Tanto as reuniões bilaterais quanto as conversas com grupos foram fechadas à imprensa.

Um empresário estrangeiro, contou o mesmo participante, perguntou ao ministro da Fazenda se ele estava certo do apoio da presidente Dilma Rousseff ao ajuste das contas públicas. O ministro, segundo o informante, contornou o assunto e evitou responder.

A discussão passou tanto por assuntos de conjuntura - como as oscilações do real em relação ao dólar - quanto por questões estruturais - como o sistema tributário. Um dos investidores mostrou-se preocupado com as regras variáveis do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal tributo estadual. Esse detalhe foi mencionado pelo próprio ministro, ao sair da reunião.

Empresários mostraram familiaridade com os problemas da economia brasileira e com os desafios da política econômica. Os expositores, segundo a mesma fonte, procuraram ser claros quanto aos objetivos das políticas fiscal e monetária.

CONTAS EXTERNAS

A reunião com os empresários coincidiu com a divulgação, no Brasil, do resultado final das contas externas do ano passado. O déficit em conta corrente, US$ 90,95 bilhões, correspondeu a 4,19% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado. O investimento estrangeiro direto, US$ 62,49 bilhões, foi mais uma vez insuficiente para cobrir o déficit em transações correntes e, além disso, foi inferior ao projetado pelo BC (US$ 63 bilhões). A diferença foi fechada com financiamentos de outros tipos, menos produtivos e mais sujeitos a movimentos especulativos. Os empresários provavelmente ainda ignoravam esses dados. Mas esses números podem ter sido um incentivo a mais para a caça ao investidor estrangeiro.

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É o quarto aumento da inadimplência empresarial consecutivo desse 2010, quando o indicador fechou em queda de 3,7%. Em 2013 ante o ano anterior, a inadimplência havia subido 2,5%.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o quadro de estagnação econômica predominante no ano passado, prejudicando a geração de caixa das empresas, bem como a elevação de custos financeiros (aumento das taxas de juros) e não financeiros (alta do dólar, dos salários acima dos ganhos de produtividade etc.) afetaram negativamente a saúde financeiras das empresas, provocando aceleração dos níveis de inadimplência.

LEIA MAIS: A empresa está inadimplente? Então pare e planeje

Ainda de acordo com a Serasa Experian, o valor médio dos títulos protestados apresentou alta de 15,1% no acumulado de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior. O valor médio das dívidas não bancárias também teve crescimento de 5,6%. Já o valor médio da inadimplência com os bancos e os cheques sem fundos registrou quedas de 7,7% e 3,1%, respectivamente.

Em dezembro de 2014, na comparação com o mês anterior, todas as modalidades da inadimplência das empresas tiveram alta e fizeram com que o indicador registrasse no último mês do ano avanço de 4,5%.

As dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) e a inadimplência com os bancos apresentaram variações positivas de 0,7% e 1,6% e ambas contribuíram com 0,3 ponto porcentual.

Já os títulos protestados e os cheques sem fundos registraram alta de 13,0% e 5,7%, nesta ordem, e contribuíram com 3 pontos porcentuais e 0,9 ponto, respectivamente.

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