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O governador Geraldo Alckmin assinou nesta quarta-feira (19/4) os decretos que abrem e estabelecem os critérios de adesão do Programa Especial de Parcelamento (PEP) do ICMS e do Programa de Parcelamento de Débitos (PPD) do IPVA, ITCMD e Taxas. 

A partir de amanhã (20) as empresas e as pessoas físicas já poderão solicitar de forma online a inclusão de seus débitos nos programas, que oferecem descontos no pagamento de multas e juros para o pagamento à vista.  

“Estamos fazendo maior esforço para as empresas e as pessoas físicas se regularem”, ressaltou Alckmin.
 
A expectativa da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) é de uma receita extra de R$ 2 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão com o PEP. E como 25% da receita do ICMS pertence às administrações municipais, isso representa a injeção direta de R$ 400 milhões nos cofres dos municípios. 

Outros R$ 400 milhões de reforço aos cofres do Estado devem vir do PPD. Esse parcelamento também terá reflexos nas receitas das prefeituras. Isso porque 50% do IPVA é destinado aos municípios. 

Pelos cálculos do fisco, cerca de 282.060 empresas devedores poderão aderir ao PEP. Quanto ao PPD, o programa deve receber a adesão de 1.711.392 pessoas físicas. 
 
A Sefaz-SP disponibilizou um canal exclusivo para os cidadãos que tenham dúvidas sobre a adesão aos programas. A central de atendimento 0800 170 110 funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 19h.

O PARCELAMENTO DO ICMS 

O PEP permitirá a inclusão de débitos de ICMS, inscritos e não-inscritos em dívida ativa, decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2016. 

Para aderir, as empresas devem acessar o site do programa e efetuar o login no sistema com a mesma senha de acesso utilizada no Posto Fiscal Eletrônico (PFE).
 
Uma opção vantajosa para o contribuinte é o pagamento à vista, pois oferece  redução de 75% no valor das multas e 60% nos juros.

A empresa que decidir parcelar o débito poderá dividir em até 60 vezes, contando com 50% de abatimento no valor das multas e com redução de 40% dos juros. 

Neste caso a parcela mínima é de R$ 500,00. Serão aplicados juros mensais de até 0,64% para liquidação em até 12 (doze) parcelas; 0,80% para liquidação de 13 (treze) a 30 (trinta) parcelas; e 1% para liquidação de 31 (trinta e um) a 60 (sessenta) parcelas.
 

IMAGEM: Thinkstock

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Terminou a novela. Embora tenha negado, em março passado, que deixaria o País, e estava em busca de uma  parceria, a subsidiária brasileira da francesa Fnac vendeu suas 12 lojas e site para a tradicional Livraria Cultura, fundada há 70 anos e ainda sob controle da família Herz.

Com faturamento de R$ 380 milhões em 2016, a Livraria Cultura emprega 1,3 mil funcionários em suas 18 lojas localizadas 12 estados.

Sem informar os valores envolvidos, as duas empresas confirmaram em nota a negociação, que deverá ser finalizada nos próximos dias.

A Fnac chegou ao Brasil em 1998, quando adquiriu os ativos da Ática Shopping Cultural. A rede francesa planejava uma expansão meteórica, o que acabou não se concretizando. O desempenho por aqui foi considerado fraco, respondendo por menos de 2% da receita total do grupo

Para tentar incrementar suas vendas, a rede mudou o formato de suas lojas – que foi reduzido –, além do portfólio de produtos. 

A crise financeira no País e a concorrência com as vendas de livros pela internet acabaram afetando a expansão da rede e de outras livrarias.

À época, a Fnac informou ainda que "a operação brasileira precisa ter um tamanho crítico no sentido de ser relevante e reforçar sua posição de mercado". 

Segundo um comunicado divulgado na tarde desta quarta (19/07), "a união entre os dois grupos criará valores e sinergias" e também "permitirá que a Livraria Cultura diversifique seus negócios, adicionando novas linhas dos produtos e serviços". 

Os termos do comunicado poderiam sinalizar que os donos da Cultura manteriam a bandeira Fnac, mas isso, como apurou o Diário do Comércio, ainda não foi decidido.

Também não se sabe se a Cultura prosseguirá comandada por um membro da família ou, agora com uma escala bem maior, será contratado um gestor executivo.

No ano passado, Pedro Herz, de 76 anos, controlador da Livraria Cultura, anunciou que o próximo presidente da empresa não teria o sobrenome da família.

Em 2009, ele promoveu ao cargo que ocupava desde 1969 o primogênito Sergio, de 45 anos. O outro filho, Fabio, de 43 anos, que também ali trabalhava decidiu seguir um caminho próprio e deixou a empresa.

"Cheguei à conclusão de que uma gestão familiar de empresa tem um limite, determinado pelo tamanho", disse o patriarca ao Diário do Comércio. "E esse limite já atingimos."

 

 

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O endividamento elevado – aquele difícil de ser revertido -, atinge 47% dos consumidores inclusos nos cadastros de inadimplentes. Entre esse público, 38% acreditam que será muito difícil quitar as dívidas. 

Pelo menos para 62% desses consumidores inadimplentes, o pagamento das pendências compromete mais da metade da renda no final de cada mês.  

As informações fazem parte de pesquisa realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com 1.500 entrevistados. 

Já entre os endividados, mas que ainda não tiveram seus nomes negativados (incluso nos cadastros de inadimplentes), a situação é um pouco mais favorável. 

Entre esse público, apenas 10% se declaram muito endividados, embora 50% deles admitam que comprometem mais da metade dos rendimentos para tentar se livrar das pendências.

DESEMPREGO 

Entre as principais causas do endividamento, o desemprego se destaca. Ele foi a causa apontada por 32% dos consumidores. 

As principais dívidas apontadas pelos entrevistados foram com contas diversas, como cobranças de IPTU, IPVA, educação e plano de saúde. Esse tipo de dívida foi apontada por 25% dos consumidores.

A forma de pagamento utilizada para a compra que gerou a inadimplência foi o boleto para 27% dos entrevistados, cartão de crédito (21%), carnê de financiamento/crediário 15%, cheque ou cheque especial (14%), cartão de loja (12%) e contrato de empréstimo pessoal ou consignado (11%).

AJUDA FINANCEIRA

Quando questionados se buscaram ajuda financeira antes de serem negativados, 32% dos consumidores procuraram agências bancárias, 30% parentes e familiares, 21% financeiras e 17% amigos ou colegas.

Na hipótese de contratar um empréstimo para quitar sua dívida, dos consumidores que estão hoje inadimplentes, 55% levam em conta se a parcela caberá no bolso, 41% as taxas de juros e 4% a quantidade de parcelas. 

Para os consumidores que não estão negativados, 62% observam em primeiro lugar as taxas de juros, 33% se as parcelas cabem no bolso e 5% a quantidade de prestações.

IMAGEM: Thinkstock

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Até o dia 15 de julho deste ano, dois meses e meio após o encerramento do prazo para transmissão da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, a Receita Federal em São Paulo já recebeu 223.339 declarações fora do prazo. 

Desse total, 67.243 são declarações originais, das quais 43.602 são de pessoas que estavam obrigadas a declarar, mas não fizeram dentro do prazo (final de abril). 

As outras 156.096 são retificadoras apresentadas por contribuintes para sanar as inconsistências detectadas pelo fisco federal durante o cruzamento de dados. Se não retificadas pelo contribuinte, essas declarações ficam retidas na malha fiscal. 

O contribuinte que entregou a Declaração do IRPF pode verificar a sua situação junto ao Fisco clicando em “Extrato da Declaração” na página do IRPF 2017, no site da Receita Federal

Outra opção muito útil ao contribuinte é cadastrar seus dispositivos móveis para receber informações sobre o processamento de sua declaração. O serviço está disponível para todo contribuinte que possui código de acesso ou certificado digital. 

Para efetuar o cadastro, o contribuinte deve acessar o e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte) e cadastrar seu aparelho celular ou tablet nas opções "Declarações de Demonstrativos" / "DIRPF - Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física" / "Cadastro de Dispositivos Móveis" para o serviço "Acompanhar Declaração". 

Em seguida, o contribuinte deverá instalar, conforme o sistema operacional de seu aparelho, o aplicativo IRPF e acionar a opção "Acompanhar Declaração". Por meio de senha definida no e-CAC, o aparelho será validado e começará a receber, em tempo real, todas as informações relativas ao processamento de sua declaração. 

Se a declaração apresentar a situação “Com Pendências”, o cidadão deve regularizar sua situação junto à Receita Federal. 

Para regularização, caso a declaração tenha informações incorretas ou incompletas, o contribuinte deverá retificá-la. 

Se a declaração estiver correta e o contribuinte tiver toda a documentação comprobatória das informações declaradas, ele deve aguardar correspondência da Receita Federal ou acessar o Extrato do IRPF, na página da Receita Federal na internet, e seguir as orientações. 

Já para o contribuinte que estava obrigado, mas ainda não entregou a Declaração do IRPF 2017, a Receita Federal orienta que o faça o quanto antes para evitar pendências no CPF e aumento da multa por atraso, cujo valor varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Essa regra também se aplica ao contribuinte que não possui imposto devido. 

 

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O mês de julho trouxe boas notícias para o comércio. O movimento do varejo paulistano cresceu 7,85% na primeira quinzena de julho em comparação com o mesmo período do ano passado.

As informação faz parte do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e também aponta que, isoladamente, as vendas a prazo subiram 4,5%, enquanto no meio à vista essa elevação foi de 11,2%.

De acordo com Alencar Burti, presidente da ACSP e Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), os resultados são explicados pela base fraca do ano anterior, mas também revelam uma tendência de recuperação do varejo.

“Apesar da crise institucional que abala o País, os dados continuam mostrando recuperação, ainda que o suficiente para cobrir as perdas dos últimos anos ou sequer do ano passado", diz.

"Mas, é um resultado positivo, que obviamente deve ser comemorado com cautela, uma vez que as instabilidades político-econômicas ainda não estão resolvidas”.

Além da base fraca, a liberação do FGTS, a queda dos juros, o alongamento dos prazos, o forte recuo da inflação e a recuperação da massa salarial contribuíram para o desempenho positivo do varejo na capital paulista. 

As vendas à vista (vestuário, calçados e adereços) subiram mais em função das baixas temperaturas registradas nos primeiros dias do mês.

VARIAÇÃO MENSAL 

Em comparação com os quinze primeiros dias de junho, a quinzena de julho caiu 10,4% - uma retração sazonal, visto que no mês passado houve a ocorrência do Dia dos Namorados, enquanto que julho é um mês de férias, em que há uma saída expressiva de consumidores da cidade. 

“Além disso, esta quinzena teve um dia útil a mais, mas é preciso ressaltar que a queda de 10,4% (-3% no a prazo e -17,8% no à vista) é menor do que a média dos últimos três anos, de -11,9%)”, diz.

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP com base em amostra da Boa Vista Serviços.

*FOTO: Thinkstock

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Se bem é certo que analistas de mercado nacionais e internacionais realizaram revisões para baixo das projeções de crescimento da economia brasileira para 2017 e 2018, não se pode deixar de reconhecer que, apesar da crise político-institucional sem precedentes que se instalou no País, após a delação da JBS, continua havendo diversos sinais de recuperação da atividade.

As vendas do varejo continuam mostrando perdas de intensidade nas contrações observadas nos resultados acumulados em 12 meses, que permitem apreciar de forma mais clara as tendências desse setor. 

A recomposição do poder aquisitivo das famílias, devido ao recuo da inflação, a liberação dos recursos inativos do FGTS, a redução da taxa de juros e a base fraca de comparação de 2016 entram como fatores explicativos. 

No caso da indústria, também continua a ser observada uma tendência de arrefecimento nas retrações registradas na mesma base de comparação anterior, o que se explica fundamentalmente pelo desempenho positivo de alguns segmentos orientados à exportação.

Até mesmo o setor de serviços, o principal em termos da produção total, após longo período de quedas consecutivas em termos anuais, começou a esboçar algum arrefecimento no resultado acumulado em 12 meses, devido principalmente à maior demanda por transportes e armazenamento por parte dos setores agrícola e industrial.

É certo que o aumento da incerteza política provocou reduções nos índices de confiança do consumidor e dos empresários, o que tenderia a diminuir as intenções de compra das famílias e de investimento produtivo das firmas ao longo dos próximos meses.

Porém, essas reduções não foram realmente significativas, permanecendo próximas às margens de erro a que são sujeitos os cálculos desses indicadores. 

Por sua vez, o setor agrícola segue apresentando recordes na produção anual, o que contribui para a retomada da atividade de forma direta, e também de forma indireta, aumentando a oferta de alimentos, o que contribui para reduzir seus preços, garantindo a continuidade da redução da inflação, e, portanto, das taxas de juros.
 
Embora a recuperação da economia siga sendo bastante lenta, a crise política não tem sido capaz de alterar sua trajetória, que, num primeiro momento, tem implicado em arrefecimento da contração, para posteriormente iniciar novo ciclo de crescimento. 

Crucial para que não se desfaça essa inércia positiva é a manutenção da direção da política econômica e das reformas estruturais, principalmente a previdenciária.

LEIA ANÁLISE COMPLETA 

 

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A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) enviou ofícios ao prefeito João Doria e ao governador Geraldo Alckmin cobrando regras mais rígidas para o controle de protestos e manifestações na cidade de São Paulo.

Ao final de junho, um protesto de movimentos por moradia ocupou a rua Boa Vista, no centro da capital paulista e endereço da ACSP, por mais de dois dias, impedindo o trânsito de veículos ao longo desse período. 

LEIA MAIS: Caos no centro de São Paulo: as 50 horas de bloqueio da rua Boa Vista

Nos ofícios, assinados por Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), é lembrado que o bloqueio das vias prejudica “serviços essenciais como bombeiros, ambulâncias e segurança pública”.

É cobrado das autoridades “regras claras e rígidas para os que querem fazer reivindicações ou protestos”.

Para a entidade, as manifestações na rua Boa Vista exigem urgentes providências, uma vez que têm “atrapalhado o trânsito e o pleno funcionamento das atividades econômicas da região, tão fundamentais para um país que se recupera de uma crise recessiva.”  

Os documentos destacam que a ACSP considera legítimo o direito a manifestações, “mas que tal direito não pode se sobrepor ao dos cidadãos de realizarem suas atividades econômicas e de se locomoverem”, devendo haver uma conciliação para a preservação de ambos.

“É preciso que normas sejam estabelecidas quanto a locais, dias e horários que as manifestações podem ser realizadas de forma que não paralisem a vida da cidade, ou de uma região”, propõe a ACSP.

FOTO: William Chaussê/Diário do Comércio

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Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), em maio, as vendas do varejo restrito (que não considera veículos e materiais de construção) e ampliado (que inclui todos os segmentos) aumentaram, sobre o mesmo mês de 2016, 2,4% e 4,5%, respectivamente.

Na comparação mensal, contudo, livre de efeitos sazonais, houve queda no volume comercializado de 0,1%, para o restrito, e 0.7% para o ampliado.

Na opinião de Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o crescimento de 4,5% do varejo ampliado aponta que as quedas da Selic e a liberação do FGTS podem ter estimulado vendas parceladas de produtos de maior valor, mais dependentes de crédito, como veículos, móveis, eletrodomésticos e material de construção.

“Numa visão geral, os dados de maio são bons, mas o cenário é nebuloso. Precisamos aguardar os números dos próximos meses para sabermos se realmente a economia se descolou da política”, afirma Burti.

Já a variação negativa de 0,7% na passagem de abril para maio, segundo Burti, “pode ser indício de que a confiança do consumidor está sendo afetada pelas incertezas que a turbulência política gera.”

Nos resultados acumulados em 12 meses, que permitem apreciar de forma mais clara a tendência das vendas, os varejos restrito e ampliado mostraram contrações de 3,6% e 5,2%, respectivamente. 

Essas contrações continuaram a perder intensidade em relação a abril, mantendo-se a mesma base de comparação (-4,6% e -6,3%), o que segue sugerindo que o setor está se recuperando, porém de forma bastante lenta.

Na comparação com igual mês do ano passado, foi o segundo mês consecutivo de crescimento das vendas do varejo restrito. 

É importante notar que, em relação a maio de 2016, praticamente todos os segmentos do varejo apresentaram aumento das vendas, à exceção dos supermercados, onde houve estabilidade. Os destaques estiveram por conta de bens de maior valor, tais como móveis e eletrodomésticos (13,8%), material de construção (9,3%), equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação (8,8%) e veículos (4,5%).

Para os economistas da ACSP, há uma indiscutível recuperação das vendas após dois anos consecutivos de quedas, que enfraqueceram a base de comparação. Para eles, a recuperação continua lenta, mas já parece estar delineada nos resultados acumulados em 12 meses.

IMAGEM: Thinkstock

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