Repórter
Com a crise econômica e com os preços altos da alimentação fora de casa, as redes de restaurantes estão criando ações para atrair os consumidores.
Muitos fast-foods estão apostando em lanches mais básicos e com preços mais acessíveis.
O McDonald’s, por exemplo, oferece uma refeição completa por R$ 15. Já o Burguer King vende apenas o lanche a R$ 6.
O Habib’s decidiu entrar na disputa de preços e lançou ontem uma campanha publicitária na internet ironizando seus concorrentes.
LEIA MAIS: 5 maneiras de sobreviver em uma guerra de preços
O comercial foi criado para divulgar o novo sanduíche de frango da rede, que é vendido a R$ 3,90.
No vídeo, aparecem referências ao McDonald’s e Burguer King. Veja a propaganda completa:
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O número de startups no Brasil cresceu 30% no último ano, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups). São Paulo é o estado onde elas mais proliferam –são, no total, 1.295 empresas desse tipo, 37,6% a mais que em 2014.
O país ainda está engatinhando na criação dessas empresas: só o Vale do Silício, região da Califórnia nos Estados Unidos, abriga 24 mil startups.
Mesmo com os números brasileiros ainda tímidos, elas já movimentam seus respectivos mercados. O surgimento dessas novas empresas abre novo campo para uma série de prestadores de serviço.
De olho nessa oportunidade, empresas de contabilidade, tecnologia e marketing, que navegam em torno das startups, estão se dando muito bem ao se especializar em atender um novo nicho dos negócios.
CONTABILIDADE
A Syhus, escritório de contabilidade especializado em startups, foi fundado em 2013. A ideia surgiu quando os sócios perceberam que existia uma lacuna no mercado: grande parte das empresas atendem ao público em geral. Por isso não existiam profissionais especializados em atender empresas iniciantes.
“Muitos escritórios convencionais não entendem o modelo de negócio desse tipo de cliente”, afirma Cristiano Freitas, sócio-fundador da Syhus. “A maioria dos contabilistas acaba enquadrando as startups nas regras gerais, o que gera mais gastos tributários”
O plano de atender exclusivamente startups parecia arriscado: era um segmento específico que tinha um número ainda limitado de empresas.
Em junho de 2013, os sócios – Cristiano, Deise Freitas e Leonardo Mancini – decidiram apostar nessa ideia e fundaram o escritório. Eles optaram por se instalar nos arredores da Universidade estadual de Campinas (Unicamp), um dos pólos de surgimento de novos negócios.
No primeiro ano, serviram a mais de 180 empresas. Hoje, já ultrapassam 320 – 95% delas são startups. De acordo com Freitas, uma das dificuldades de trabalhar com o segmento é que, por serem inovadoras, as empresas não encontram respaldo na legislação.
“Como temos conhecimentos específicos sobre esse nicho, realizamos um melhor enquadramento dessas startups”, diz Freitas. “Algumas empresas economizam até R$ 200 mil por ano em tributos.”
Os resultados também surgiram dentro do escritório: o faturamento da Syhus saltou de R$ 289 mil em 2014, para R$ 807 mil no ano passado. E mesmo em um ano de crise, a expectativa é de crescimento de 116% neste ano.
TECNOLOGIA
A Watermelon Tecnologia, especializada em desenvolvimento de softwares, também enxergou uma boa oportunidade nesse nicho.
A percepção veio quando os sócios montaram sua própria startup e começaram a conviver com outros empreendedores.
Eles constataram que muitos empresários tinham dificuldade para dar os primeiros passos. “Percebemos que era uma área deficitária. Muitas pessoas tinham boas ideias, mas não tinham formação técnica para concretizá-las”, afirma Pedro Leite, sócio da Watermelon.
Em 2013, a Watermelon foi fundada para preencher essa demanda . Diferente de outras empresas do setor, não cobra por horas de desenvolvimento.
O modelo de negócio foi desenvolvido especificamente para atender as startups, que possuem verbas limitadas. Por isso, a Watermelon cobra um preço fixo e uma participação na empresa.
“Os grandes desenvolvedores costumam ser muitos caros para as startups. Oferecemos um produto de qualidade em troca de participação nesses negócios”, diz Leite.
Para não correr grandes risco, a equipe da Watermelon avalia cada negócio, antes de fechar qualquer acordo. Para tanto, realiza uma análise técnica que leva em consideração o custo da operação da startup, o potencial do negócio e a capacidade de crescimento.
A empresa atua em três cidades: São Paulo, Campinas e São Francisco, na Califórnia.
MARKETING
Patrice Lamiral e seu sócio Bruno Oyama trabalharam com marketing de grandes empresas em diferentes setores -entre elas, Coca-cola, Johnson & Johnson e Ford.
Em janeiro de 2015, a dupla decidiu empreender e abriu a Skuäd para prestar esse serviço. Eles também decidiram se especializar no atendimento de empresas em estágio inicial.
“Percebi que as startups não investiam em marketing, muitas só se preocupavam com esse setor quando elas começavam a dar certo”, afirma Lamiral. “Só que muitas delas não iam para frente, justamente por falta de uma estratégia de comunicação.”
Para acabar com esse dilema, Lamiral e Oyama criaram um modelo de negócio sob medida.
Para atender às necessidades das startups com orçamentos enxutos, a remuneração é composta por um fixo mais um valor que depende dos resultados obtidos. “O sucesso deles é o nosso também”, afirma Lamiral.
Uma das primeiras empresas atendidas foi a Qipu – aplicativo para microempreendedores individuais, desenvolvido por Romero Rodrigues, fundador do Buscapé.
Outro cliente é aLavadeira.com, startup que oferece serviços de lavanderia por assinatura – com a ajuda da Skuäd na estratégia de marketing e vendas, a empresa cresceu 300% em seis meses.
“A principal diferença ao trabalhar com startups é que elas querem resultados rápidos e estão mais dispostas a testar, errar e substituir rapidamente algo que não esteja dando certo”, afirma Lamiral.
A expectativa da Skuäd é duplicar de tamanho em 2016 e manter esse crescimento nos próximos meses, apenas atendendo startups.
FOTO: Thinkstock
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Um estudo promovido pela Randstad, multinacional holandesa que fornece soluções em recursos humanos, comprovou essa percepção. Entre os profissionais brasileiros, 67% permaneceram no mesmo cargo e empresa, durante o primeiro semestre deste ano. Os que migraram para uma nova atividade no mesmo empregador somam 7%.
Entre os pesquisados, 17% optaram por se transferir para outra empresa, mas realizando a mesma atividade. Apenas 10% dos brasileiros tiveram a iniciativa de arriscar e apostar em uma mudança total, partindo para um cargo e um empregador diferente.
“Devido ao momento econômico que vivemos, os profissionais que estão em uma posição estável dentro das companhias têm demonstrado maior insegurança em uma possível transição, olhando sempre com mais cuidado para possíveis movimentações”, afirma Martina Zago, gerente na Randstad.
MUNDO
A pesquisa realizada pela Randstad é realizada periodicamente em 34 países.Ao comparar os resultados brasileiros com os obtidos em outros países, o Brasil se posiciona como a quarta nação com maior índice de mobilidade no trabalho.
Nos outros 30 países que participaram do levantamento, as pessoas trocaram menos de empresa e cargo. Em Luxemburgo, por exemplo, 95% dos entrevistados não realizaram nenhum movimento na carreira nos últimos seis meses.
No topo do ranking está a Índia, onde 51% não mudaram de função e tampouco de empregador, posicionando-se como a nação com maior nível de movimentação no ranking.
“O cenário atual está um pouco diferente do que vinha ocorrendo nos últimos anos, quando podíamos enxergar um alto volume de profissionais dispostos a avaliar uma transição de carreira", disse Martina. "De forma geral, na maior parte dos países, o que vemos é um cenário de dificuldades econômicas e esse panorama justifica também os resultados de baixa rotatividade global.”
O estudo promovido pela Randstad entrevista, em cada país, ao menos 400 profissionais, com idade entre 18 e 65 anos e que trabalhem, no mínimo, 24 horas semanais para algum empregador. A pesquisa não inclui profissionais autônomos.
FOTO: Thinkstock
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Essa faixa etária se tornou foco de diferentes pesquisas e estudos nos últimos anos. A razão disso é que grande parte das empresas – mais habituadas com outros perfis de consumidores – têm dificuldade em decifrar o comportamento dessa faixa de público.
É bem diferentes das gerações anteriores, principalmente porque esses jovens convivem com a internet desde os primeiros anos de vida.
Acostumados com a simplicidade e velocidade das interações online, eles esperam o mesmo das marcas: respostas rápidas e processos simples.
A Geração Y já representa parte importante dos consumidores no mundo.
De acordo pesquisa da consultoria Accenture, trata-se de um contingente que gasta cerca de US$ 6 bilhões por ano nos Estados Unidos. Até 2020, o número deve saltar para US$ 1.4 trilhões – cerca de 30% do total de venda do varejo no país.
OS SUPERCONECTADOS
Por serem nativos do meio digital, eles se acostumaram a permanecer online por longos períodos. O estudo Connected Life, realizado pela agência de pesquisas TNS, mostrou que os jovens entre 16 e 24 anos permanecem por volta de 8,2 horas conectados por dia, entre os 25 e 34 anos o tempo é cerca de 6,4 horas.
Ainda de acordo com o estudo, os jovens brasileiros acessam as redes sociais enquanto assistem televisão. No horário nobre, por exemplo, a chance de conversão das compras em e-commerces é maior.
O tempo de resposta é outro ponto fundamental para os jovens. Os Millenials acreditam que 10 minutos é tempo suficiente para obter a resposta de uma marca. Por isso, as empresas com equipes qualificadas para responder prontamente levam vantagem.
A pesquisa da TNS também mostrou que o smartphone é um das principais formas de conexão desse público –mais de 40% das horas online são gastos nas telinhas dos celulares.
Outro ponto importante são as redes sociais –uma das principais formas de atrair esse público. O estudo recomenda que as marcas devem encontrar a combinação certa de canais e é importante que desenvolvam formatos diferenciados de comunicação para cada meio.
NETFLIX: RAINHA DAS REDES
A Netflix, que faz transmissão online de filmes e séries, é um dos melhores exemplos mundiais de interação com os Millenials. Além de responder rapidamente a todas mensagens que recebe, a empresa interage com os usuários, faz piadas com suas séries e brinca com as mensagens que recebe.
A estratégia de comunicação da Netflix é baseada em uma mudança de comportamento. Essa nova geração trata as marcas e empresas como se fossem pessoas e, por isso, querem receber respostas humanas.
Aqueles textos padrões e formais, que são copiados e colados, não tem valor para esse público. Veja alguns exemplos de interações em nossa galeria de imagens.
Cada país em que a empresa está presente tem sua própria conta nas redes sociais -- o que ajuda a personalizar o atendimento. A página brasileira tem mais de 24 milhões de seguidores no Facebook e cerca de 750 mil no Twitter.
Os conteúdos postados sempre trazem temas relevantes para seus clientes e que têm conexão com realidade de cada país. Um dos exemplos mais recentes foi a aparição de Inês Brasil, cantora que se tornou celebridade na internet, em um vídeo de lançamento para a nova temporada da série Orange is the New Black.
Isso mostra que a Netflix conhece bem seu público e sabe interagir, por isso, tem enorme sucesso com a Geração Y.
FARM: ROUPAS QUE SÃO UM ESTILO DE VIDA
Um exemplo de negócio nacional que também consegue atrair esse público é a Farm, varejista de roupas. A empresa foi fundada pelos empresários Kátia Barros e Marcello Bastos em 1997 e, posteriormente, passou integrar o grupo de moda Soma, que abriga outras marcas como Animale e A.brand.
Diferente dos Baby Boomers e da Geração X, os Millenials não estão preocupados em ter bens materiais, mas em consumir experiências. Por isso, será cada vez mais difícil para o varejo conseguir atrair esse público, principalmente para as lojas físicas.
O caso da Farm é exemplar exatamente porque além de roupas, a empresa vende também um estilo de vida.
“Em bom carioquês, a Farm é menos salto alto e mais pé na areia. Menos maquiagem e mais bronzeado. Menos chapinha e mais cabelo secando ao vento depois de um mergulho no mar. Menos espelho e mais olho no olho, menos relógio e mais nosso próprio tempo”, afirma o manifesto estampado no site da empresa.
Muito mais do que um vestido ou uma blusa com modelagem e estampas atraentes, as clientes da marca estão sintonizadas com essas ideias que estão embutidas nos produtos.
Além disso, a Farm organiza uma série de eventos relacionados a arte e a música que contribuem para construção de sua imagem.
A empresa conta com mais de 1.8 milhões de seguidores no Facebook. Apesar de a maioria das mensagens nas redes sociais estar relacionada a problemas com e-commerce da marca, a Farm responde todos essas mensagens de forma personalizada.
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Essa perspectiva mudou. Hoje, grande parte dos empresários acredita na valorização dos funcionários. Afinal, sem uma boa equipe nenhum negócio consegue crescer.
Diante disso, o RH se converteu em uma área estratégica. E cada vez mais as empresas estão utilizando novas tecnologias para tornar a gestão de pessoas mais eficiente.
O mercado está acompanhando essas mudanças. Nos últimos anos, surgiram diversas plataformas destinadas a modernizar o setor. Conheça algumas dessas novas ferramentas:
ANÁLISE DE DADOS PARA SELEÇÃO DE CANDIDATOS
Desde meados de 2014, a Endeavor, instituição que fomenta o empreendedorismo, decidiu adotar uma nova plataforma para escolher seus novos funcionários.
“Para a Endeavor sempre foi fundamental que os colaboradores tenham uma cultura alinhada com os nossos valores”, afirma Clarisse Monteiro, gerente de gente e gestão da Endeavor.
A instituição tinha facilidade para selecionar pessoas com as competências técnicas necessárias para os cargos. Mas fazer uma análise aprofundada – que leva em consideração o nível de engajamento do candidato com as causas da instituição – não era uma tarefa simples.
Poucas pessoas da equipe eram capazes de fazer essa avaliação e o processo levava muito tempo. Para agilizar, a instituição adotou a tecnologia da Pin People.
A startup foi fundada há dois. “Queremos acabar com aquela frase dos profissionais de RH que dizem que contratam pela competência e demitem por causa do comportamento”, afirma Isabella Botelho, fundadora da Pin People.
A empresa faz uma análise de pessoas. Primeiramente, monitora com ajuda dos funcionários e gestores qual é a cultura e os valores da empresa. Depois, procura entre os candidatos à vaga qual combina mais com perfil da instituição. Essa análise é algo similar ao feito pelo Google Analytics, sistema que faz relatórios dos sites da internet.
Após a contratação, é realizado um monitoramento para saber se as expectativas do novo funcionário estão sendo atendidas.
Com a adoção da plataforma da Pin People, a Endeavor conseguiu agilizar o processo seletivo. “Conseguimos também ter mais clareza sobre o que os funcionários esperam”, afirma Clarisse.
O FIM DOS ARQUIVOS
Guardar currículos, contratos de trabalho, fichas de benefícios, atestados médicos e outras infinidades de documentos. O RH costuma ser um dos setores que mais junta papelada.
Mesmo com a digitalização desses arquivos, muitas empresas mantêm cópias físicas com medo de perder ou de não achar os documentos dentro dos arquivos eletrônicos.
O resultado são custos maiores e horas de trabalho desperdiçadas. Para evitar isso, existe no mercado softwares que fazem o gerenciamento eletrônico de documentos. Eles facilitam a armazenagem e a busca de documentos digitalizados. Uma das empresas que desenvolve esse sistema é a Reis Office.
O negócio foi fundado há 32 anos por José Martinho Reis. Na época, os principais produtos eram soluções para impressoras. Recentemente, Rodrigo, filho do fundador e sócio da empresa, percebeu a dificuldade de seus clientes para gerenciar esses arquivos online e decidiu criar seu próprio software.
“Hoje, o espaço físico em grandes cidades custa mais caro do que softwares de gerenciamento eletrônico de documentos”, afirma Rodrigo Reis. “Desenvolvemos uma ferramenta barata e acessível para pequenos e médios negócios.”
Com a ajuda da plataforma, os usuários conseguem encontrar e arquivar documentos de forma simples.
PARA ENTENDER OS FUNCIONÁRIOS
Quais os funcionários que merecem ser promovidos? Como medir os bônus? Como mensurar a produtividade? As respostas para essas questões costumam ser subjetivas. Mas algumas empresas querem mudar esse conceito.
A Mereo, por exemplo, quer utilizar a tecnologia para ajudar a calcular o desempenho dos funcionários. A empresa foi fundada por consultores que perceberam que a ideia de meritocracia era deturpada dentro de algumas empresas.
“Muitas vezes são premiadas as pessoas que têm melhor relacionamento e não as mais eficientes”, afirma Ivan Cruz, sócio da Mereo.
A plataforma criada pela empresa ajuda a determinar se os funcionários estão alcançando os resultados esperados. A tecnologia também permite calcular remunerações extras com base nos desempenhos individuais.
De acordo com a função da pessoa, são avaliadas algumas habilidades especificas. “Essa análise é feita pelos próprios colegas de trabalho. Esses dados são coletados e geram um relatório sobre desempenho de cada funcionário”, afirma Cruz.
O sistema da Mereo é utilizado por grandes empresas, como o Grupo Pão de Açúcar e BRF, conglomerado da Sadia e Perdigão.
FOTO: Thinkstock
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O Google, no início de sua história, foi uma startup. Larry Page e Sergey Brin eram apenas dois estudantes de Stanford com uma missão: organizar toda a grande massa de informações da internet para torná-la útil e acessível.
Mesmo com o crescimento da empresa, o Google não perdeu essa parte da sua essência: continua sendo inovadora e encorajando o surgimento de novas ideias.
Por isso, a gigante americana mantém um braço chamado Google for Entrepreneurs – que atua em 100 países e tem a missão de fomentar o empreendedorismo no mundo.
Uma das formas de estimular essas novas empresas é por meio dos Campus: prédios espalhados pelo mundo que funcionam como coworking.
Neste mês de junho, São Paulo ganhou um espaço como esse. O local funciona tanto para o público em geral quanto para startups selecionadas.
Além da unidade da capital paulistana há outros cinco Campus: Londres, Tel Aviv, Seul, Madri e Varsóvia.
“Com o Campus queremos criar um espaço para que empreendedores ou pessoas curiosas com esse universo possam aprender, se conectar e desenvolver empresas que vão transformar vidas”, afirma André Barrence, diretor do Campus São Paulo.
Localizado no Paraíso, bairro da zona sul de São Paulo, o prédio tem seis andares, capacidade para 600 pessoas e uma decoração moderninha, bem no estilo Google.
Os três primeiros andares são exclusivos para startups que serão selecionadas pelo Google, chamadas de membros residentes. O quarto andar é para os funcionários que administram o espaço.
Os últimos dois andares são acessíveis para os membros da comunidade: público em geral que se inscreve no site do Campus. Neste espaço, além de um café, há lugares disponíveis para quem quer trabalhar por algumas horas.
Há também um auditório para eventos que podem ser organizados pelo próprio Google, pelas empresas parceiras ou por qualquer membro do Campus.
Diferente dos demais espaços como esse, o coworking do Google tem acesso gratuito tanto para o público em geral como para as startups.
“A residência no Campus é um investimento que a empresa está fazendo nas melhores ideias”, afirma Barrence.
O QUE O GOOGLE PROCURA
Dentro dos Campus, já nasceram grandes empresas. O caso mais exemplar é o Waze, que foi desenvolvido na unidade de Tel Aviv.
Para ser membro residente – e quem sabe se tornar o próximo Waze –, as startups podem se inscrever no site do Campus. O programa tem duração de seis meses e pode ser prorrogado por mais seis meses. Durante esse período, eles poderão usar os espaços do prédio e terão ajuda no desenvolvimento da empresa.
Serão selecionada entre 10 e 12 startups. “Não reteremos nenhuma participação e nem daremos aporte financeiro”, diz Barrence. “A ideia é que o Google tenha contato privilegiado com essas empresas.”
Para residir no Campus, os participantes devem preencher alguns critérios. O primeiro é ser uma startup que desenvolva uma tecnologia inovadora ou que o modelo de negócio seja pouco tradicional.
Além disso, empresa está procurando negócios que pretendem criar produtos e serviços destinados à mercados globais.
O Google também valoriza a diversidade dos times. “Procuramos equipes que tenham formações e perfis diversos”, afirma Barrence. “Cabeças diferentes criam coisas mais legais e tomam melhores decisões.”
A empresa também selecionará startups que possam contribuir de alguma forma com o Campus. O Google quer criar em seu prédio uma cultura similar a do Vale do Silício: em que os empreendedores compartilham conhecimento e experiências.
“Procuramos esse elemento de comunidade. Os participantes devem receber benefícios, mas também dar algo em contra”, diz Barrence.
QUEM JÁ ESTÁ NO CAMPUS
Apesar de recém-inaugurado, algumas empresas já estão utilizando o espaço. São startups que participaram de outros programas do Google for Entrepreneurs e que utilizam o espaço em caráter experimental.
Um delas é UpBeat, startup paulista fundada em 2012. A empresa produz jogos para plataformas mobile. Um dos games desenvolvidos, o Witch Puzzle, foi eleito o melhor em sua categoria em 2015.
Dessa forma, a empresa conseguiu chamar a atenção do Google e conquistou uma vaga no Campus após participar do Lauchpad Accelerator – programa de aceleração do Google.
A UpBeat está no Campus desde fevereiro. “Só pelo fato de não termos que nos preocupar com as contas de água, luz e internet já é uma grande ajuda”, afirma Vinicius Heimbeck, fundador da empresa. “Além disso, é um espaço de troca de experiências e temos aprendido muito com as equipes das outras startups.”
Para ter mais informações, acesse o site do Campus São Paulo.
O livro Comer, Rezar, Amar relata a história verídica da jornalista Elizabeth Gilbert. Após enfrentar problemas pessoais, ela vendeu todos os seus bens e passou um ano viajando pela Itália, Índia e Indonésia. A obra foi um grande sucesso mundial com mais de oito milhões cópias vendidas.
A prática de pausar todas as tarefas para repensar a vida pessoal ou profissional se tornou mais comum nas últimas décadas. No mundo acadêmico e empresarial, essa interrupção é conhecida como período sabático.
LEIA MAIS: Dicas para planejar o seu sabático
O termo deriva da palavra shabat ou sabat, que significa a pausa semanal feita pelos judeus. Durante o pôr do sol da sexta até o pôr do sol do sábado, os praticantes da religião se abstêm de fazer qualquer tarefa para repousar e refletir.
O período sabático não significa necessariamente fazer uma viagem, pode ser também um hiato para realizar uma atividade diferente ou para não fazer nada.
Algumas empresas, como o Google e a 3M, oferecem essa oportunidade para alguns funcionários. Mas elas são uma exceção. A maioria dos contratados acaba pedindo demissão para conseguir realizar uma pausa.
DE FUNCIONÁRIO A EMPREENDEDOR
Aos 26 anos, Jorge Mira achava que tinha uma vida profissional confortável: trabalhava numa multinacional na área de vendas de listas telefônicas. Mal ele sabia que esse negócio estava fadado a desaparecer.
Quando a empresa fechou o setor onde ele trabalhava e decidiu transferi-lo para área de logística, Mira recusou. Ele tinha um sonho maior: viajar.
Hoje, aos 40 anos, Mira – sócio da Planet Partners, empresa que presta serviços jurídicos e ajuda empresas estrangeiras a estabelecerem negócios na América Latina – não se arrepende de ter largado tudo.
Quando quis tirar um período sabático, não tinha muitos planos. “Na época, o filme Senhor dos Anéis tinha estreado nos cinemas e eu adorei as paisagens”, diz Mira.
"Descobri que ele tinha sido gravado na Nova Zelândia e decidi que esse seria meu destino.”
Em uma semana, ele comprou a passagem e arrumou as malas. Durante os quase dois anos em que esteve no país se dedicou a um de seus hobbies: cozinhar.
Mesmo sem experiência, conseguiu um emprego num restaurante neozelandês. “Durante esse período aprendi muito sobre trabalhar sob pressão”, afirma Mira. “Foi um período difícil, mas de muito aprendizado.”
Voltou para o Brasil com 29 anos, decidido a exercer algo relacionado com sua formação de administrador de empresas. “Queria empreender e ter o controle da vida profissional”, afirma Mira.
Dessa forma, surgiu a Planet, empresa fundada em sociedade com seu pai. Mira acredita que esse período sabático foi fundamental para ter uma visão mais humilde.
LEIA MAIS: Nem apenas férias, nem só trabalho
SABÁTICO: NOVAS OPORTUNIDADES
Nascido na Áustria, Hans Scholl, hoje é sócio fundador da MetroFit, empresa que aluga boxes para armazenamento no Brasil.
Mas ele já teve outros negócios. Quando ainda estava em seu país de origem, ele e a irmã tinham uma empresa no setor de construção civil. Há sete anos, ele vivia uma situação difícil: estava preso às funções operacionais desse negócio e se sentia exausto. Para piorar a situação, o relacionamento com a irmã não estava indo bem.
Foi quando ele optou por fazer uma pausa e viajar por cinco meses. O destino escolhido foram os países do sudoeste asiático, como Laos e Vietnã. “Não há muito tempo para pensar estrategicamente quando você está preso a uma rotina”, diz Scholl.
O empresário passou experiências que o fizeram refletir sobre seu negócio. “É um período que te faz pensar fora da caixa”, afirma.
Quando voltou para Áustria, decidiu vender a empresa que tinha junto com a irmã.
“Além de um momento de reflexão, o sabático traz o conhecimento de outras culturas e isso ajuda a inovar dentro das empresas”, afirma Scholl. Ele é a prova disso. A ideia para seu negócio atual começou durante uma viagem pelos Estados Unidos.
Os americanos têm o hábito de guardar objetos em depósitos – quando eles não cabem mais dentro de casa ou quando não são usados no dia a dia. Esses boxes são alugados por uma quantia mensal e apenas o proprietário tem acesso.
Por motivos pessoais e oportunidades de negócio, Scholl decidiu morar no Brasil e trazer esse formato de armazenamento para São Paulo – cidade na qual os preços do metro quadrado são altos e há falta de espaço disponível.
Ele acredita que realizar um período sabático é fundamental para os empresários. “Sair da zona de conforto é algo que promove muito crescimento”, diz Scholl.
CAMINHO DE SANTIAGO: ROTA PARA EMPRESÁRIOS
O período sabático não precisa durar anos. Há empresários que tiram curtos períodos, mas têm experiências profundas. Um dos destinos escolhidos para esse tipo de viagem é o Caminho de Santiago de Compostela – uma das rotas de peregrinação mais antigas.
Todos os anos, entre 30 a 50 mil peregrinos percorrem as rotas que levam até a catedral espanhola. Alguns têm motivos religiosos ou místicos, mas muito vão apenas pelo desafio.
O jornalista Daniel Agrela fez o caminho duas vezes. Após essa experiência, ele escreveu o livro O Guia do Viajante do Caminho de Santiago e hoje ministra um curso que ajuda pessoas que querem fazer o percurso. “É um período em que tudo fica suspenso, a única preocupação é caminhar”, afirma Agrela.
O perfil do público é bastante variado, mas de acordo com Agrela o número de empresários que escolhem fazer essa viagem é bastante grande. “São pessoas que sofrem grande pressão e precisam de momentos para refletir”, diz.
Nágela Franccini faz parte desse grupo. Formada em administração e biomedicina, ela fundou a empresa Fran Pesquisa e Informação, que recruta pessoas para pesquisas de mercado.
Em dezembro do ano passado, foi incentivada por uma amiga a fazer o Caminho de Santiago. Realizou o percurso em abril deste ano. Como parte do planejamento, ela diminuiu a quantidade de projetos que iria pegar no mês da viagem e delegou algumas tarefas para funcionários.
“Neste período consegui esvaziar a cabeça, diminuir o stress e a cobrança. Foi uma experiência de vida”, afirma Nágela.
Desde que voltou de Santiago de Compostela, a empresária decidiu diminuir o ritmo de trabalho. “Costumava ficar à disposição da empresa 24 horas por dia. Agora quero ter mais tempo para mim”, diz.
A empresária está planejando fazer mais viagens como essa. A próxima deve ser a caminhada na Chapada Diamantina, na Bahia.
Foto: Thinkstock
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Em vez de internet ilimitada, o sistema adotado seria o de franquias, ou seja, quando o usuário ultrapassar o limite de dados a internet ficaria mais lenta ou poderia ser cortada. Para voltar a navegar normalmente, seria necessário o pagamento de outra taxa. Esse é um sistema similar aos praticados nos planos para smartphones.
Poucos dias depois, as operadoras Oi e Claro também anunciaram alterações similares. Além de protestos e abaixo-assinados dos internautas, órgãos de defesa dos consumidores entraram em ação.
Começou então uma novela que já se prolonga por três meses. Primeiramente, João Rezende, presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) se posicionou a favor das operadoras, alegando que não poderia interferir no modelo de negócios dessas empresas. Ele afirmou que os usuários estavam mal acostumados com o serviço ilimitado.
Após esse pronunciamento, a agência foi amplamente criticada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) e pela Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.
No mesmo período, foi publicado no Diário Oficial da União uma norma que impedia as operadoras de serviços de banda larga fixa de reduzirem, cortarem ou cobrarem tarifas excedentes de consumidores que esgotarem franquias de transferência de dados, sem que haja ferramentas que ajudem os clientes a ter informações sobre seus planos.
Uma semana depois, a agência voltou a trás e decidiu proibir a prática por tempo indeterminado.
No último dia 8 de junho, a agência abriu um período de consultas públicas para avaliar o tema. Na mesma semana, a OAB anunciou que pedirá o afastamento de presidente da Anatel por privilegiar empresas do setor.
Por enquanto, ainda vale a medida cautelar da Anatel que proíbe prestadoras com mais de 50 mil assinantes a praticar a redução de velocidade de transmissão de dados, suspensão do serviço, mesmo que essas medidas constem do contrato ou do plano de serviço.
DENTRO DAS EMPRESAS
Entre os setores que podem ser afetados pelas possíveis mudanças estão os pequenos e médios negócios do varejo eletrônico.
De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o e-commerce cresceu 22% em 2015 relação ao ano anterior e obteve um faturamento de R$ 48,2 bilhões. O ano fechou com 155,5 milhões de pedidos e um tíquete médio de R$ 310.
Se a limitação realmente for aprovada, esses números podem cair, de acordo com a análise de Juliano Motta, diretor geral do Busca Descontos, site que reúne cupons de descontos e que também é responsável pela BlackFriday.com.br.
“Caso a limitação da internet seja aprovada, muitos usuários começariam a usar a internet para realizar apenas serviços e tarefas de primeira necessidade”, afirma Motta. “Dessa forma, as pessoas deixariam de realizar compras na internet para priorizar outras atividades.”
Motta acredita que serão mais afetadas as pessoas com menor poder aquisitivo e que usam a internet como uma forma de pesquisar preços e descontos. “Essa mudança afeta toda a sociedade e pode modificar o dia a dia das pessoas”, afirma.
Em termos de segmentos, as empresas mais prejudicadas devem ser as de games online e de transmissão de música e vídeos.
O presidente da Anatel chegou a colocar a culpa da limitação nos jogadores que “gastam muita internet”. O mercado de games fatura cerca de US$ 1 bilhão por ano no Brasil.
"A limitação e o corte prejudicarão diretamente todos os pequenos estúdios de desenvolvimento de games. O uso de internet e transferência de grande volume de dados é parte corriqueira do trabalho com desenvolvimento de jogos", afirma a Abragames em nota oficial.
"Isso trará aumento nos custos fixos diretos das desenvolvedoras. E no pior dos casos, a impossibilidade de desenvolver seus projetos com a infraestrutura adequada”
Especialistas do setor acreditam que a limitação também deve afetar também as startups, já que muitas dependem da internet para o desenvolvimento de seus modelos de negócio. Além disso, os cafés e lanchonetes, como a rede Starbucks, que oferecem Wi-Fi gratuito, terão de repensar se compensa ou não manter essa regalia para os clientes.
Foto:Thinkstock
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