Repórter
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Nos Estados Unidos, metade das novas empresas entram em processo de falência nos primeiros cinco anos de funcionamento. A situação é pior no Brasil: 48% dos negócios novatos encerram suas atividades depois de apenas três anos, de acordo com levantamento feito pelo IBGE em 2012.
Mas o que faz uma empresa abrir falência? Mudanças no mercado, problemas com os fornecedores e clientes, excesso de burocracia, falta de investimento ou ausência de políticas de apoio. Todas essas razões externas são válidas, mas negócios que estão inseridos nos mesmos contextos podem sim ter trajetórias opostas: uns conseguem crescer e se consolidar no mercado enquanto outros acabam fechando as portas.
A resposta pode estar no comportamento do dono da empresa. Uma nova pesquisa identificou a relação direta entre o sucesso ou fracasso de um negócio e a personalidade do empreendedor. O estudo foi organizado pela Gallup Poll, empresa americana de pesquisas e consultoria, com quatro mil donos de empresas do México, Estados Unidos e Alemanha.
Os resultados foram analisados e publicado no livro Entrepreneurial Strengths Finder (ainda sem tradução para o português) escrito por Sangeeta Bharadwal Badal, PHD em economia, e por Jim Clifton, presidente da Gallup. Eles definiram dez competências que foram observadas nos empresários de sucesso que fizeram parte do estudo:
1. Foco: tomam decisões baseadas no que pode trazer mais lucro para empresa
2. Confiança: conhecem seus pontos fortes e fracos e os de seus funcionários
3. Criatividade: sabem transformar um produto ou ideia que já existe em algo melhor
4. Determinação: estão dispostos a enfrentar todos os obstáculos
5. Independência: fazem o que for preciso para que a empresa tenha sucesso independente dos fatores externos
6. Conhecimento: estão atentos a todas as informações e estudos que são relevantes para o negócio
7. Porta-voz: têm a habilidade de divulgar os feitos de sua empresa
8. Delegação: sabem dividir as tarefas e confiam em seus funcionários para realizá-las
9. Relacionamento: são sociais e têm a habilidade de construir vínculos que podem ajudar o negócio
10. Riscos: sabem gerir situações de risco
DETERMINAÇÃO: A PALAVRA-CHAVE
O que o inventor Thomas Edison, Richard Branson, fundador do grupo Virgin, e Wang Chuanfu, CEO da empresa chinesa de baterias para celular BYD, têm em comum? Eles foram ou são empresários bem sucedidos, mas, além disso, os três têm trajetórias relacionadas à persistência.
Edison fez várias tentativas até conseguir achar o filamento ideal para inventar a lâmpada. Uma das famosas frases atribuídas ao inventor é: “Eu não falhei. Eu apenas encontrei 10 mil maneiras que não funcionaram”. Branson tem características parecidas, o empreendedor inglês é conhecido por abrir novos negócios em setores que já são dominados por grandes empresas, como a Virgin Airlines, concorrente da British Airways, e da Virgin Cola, bebida que pretendia competir com a Coca-cola. Mesmo que alguns de seus negócios não tenham prosperado, ele sempre tem novas idéias e abre novas empresas. Ele resume seu lema em uma frase: “Se você se machucar, lamba suas feridas e levante novamente. Se você tiver dado o seu melhor, é hora de seguir em frente”.
O empreendedor chinês também tem uma história de empenho. Nasceu em uma família de agricultores pobres e se formou em engenharia. Tinha uma carreira estável como pesquisador do governo, mas a falta de verba para realizar as pesquisas fez com que ele abrisse sua própria empresa em 1995.
Chuanfu superou diversos obstáculos, principalmente a concorrência com empresas japonesas, e hoje, a BYD é uma das maiores fabricantes de baterias de celular e de carros elétricos do mundo. Durante uma entrevista, quando foi questionado sobre como se manteria na liderança, ele disse: “Nós nunca, nunca vamos descansar”.
Edison poderia ter parado na primeira tentativa fracassada, Branson poderia ter ficado intimidado com a concorrência e Chuanfu poderia ter se contentado com a falta de verba do governo chinês. Mas eles não pararam frente aos obstáculos. A persistência é uma das características mais ressaltadas pelo estudo da Gallup. Segundo a pesquisa, os empreendedores bem sucedidos são aqueles que ao se depararem com barreiras ou com a derrota, conseguem se reerguer. Esses empresários acreditam que estão no controle da situação e que as adversidades são apenas uma possibilidade de agir.
Assista ao vídeo (em inglês) sobre a pesquisa:
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Mas o que toda essa conectividade representa para as empresas? Essa é a questão central do estudo “Connected consumers are not created equal: a global perspective" ("Consumidores Conectados não são criados igualmente: uma perspectiva global", em tradução livre) realizado pela consultoria ATKearney com 10 mil pessoas em 10 países.
De acordo com a pesquisa, 51% dos internautas brasileiros permanecem online o dia todo, o que representa o maior índice entre os países analisados, que incluem Estados Unidos, Reino Unido e Japão. Esse fenômeno é comum a populações farta em jovens usuários de smartphones - depois do Brasil o país com mais usuários conectados é a Nigéria, seguida pela Índia.
Todos esses usuários conectados não representam, ainda, um número significativo de compradores online. Esse é grande desafio para as empresas para os próximos anos: transformar internautas em clientes.
ONDE ESTÃO OS CONSUMIDORES
Para as lojas físicas a escolha de um ponto comercial pode significar o sucesso ou o fracasso de um negócio. Nas vendas online, a lógica é parecida: é preciso ir onde os clientes estão. Atualmente, na internet esses lugares são as redes sociais: a pesquisa da ATKearney mostrou que, em todos os países, a maioria dos internautas gasta grande parte do seu tempo passeando pelas redes socais.
Mais uma vez os brasileiros aparecem na dianteira. Somos a população que passa mais tempo nesse tipo de plataformas: 58% do período online é gasta nas redes sociais. Apenas de 9% do tempo dos brasileiros na internet é dedicado às compras, a menor fatia entre os países pesquisados. Ou seja, a conectividade no Brasil é uma das mais altas, enquanto o consumo ainda é muito baixo.
Quando a questão é marketing online, os banners e os pop-ups ainda são uma forma efetiva de chamar a atenção dos internautas brasileiros. O mesmo não ocorre em países como os Estados Unidos, em que esse tipo de publicidade está perdendo eficiência. As decisões de compra, no Brasil, também residem nas linhas do tempo das redes sociais - especialmente na avaliação de produtos, serviços e a reputação da marca.
PREFERÊNCIAS NA HORA DAS COMPRAS
Mesmo que a maior parte das compras ainda seja realizada em lojas físicas, a internet tem bastante influência para os consumidores. Metade dos internautas entrevistados disse que usa o smartphone para checar o preço e as informações dos produtos, mesmo quando estão nas lojas físicas. O mesmo acontece com as compras pela internet: 60% dos internautas que realizam uma compra online procuraram as lojas físicas das marcas antes ou depois das transações.
Dessa forma, a pesquisa aponta a importância dos multicanais de vendas para conquistar os consumidores. Se por um lado, as lojas físicas oferecem uma experiência sensorial e maior envolvimento com a marca, por outro, as lojas online tornam os produtos mais acessíveis. Não vale opor as lojas físicas e online, mas construir estratégias para que esses canais consigam trabalhar em sintonia para atrair cada vez mais clientes.

TENDÊNCIAS
O estudo sinaliza que, para conquistar o mundo online, as empresas precisam pensar diferente. Há alguns anos era possível construir a reputação da marca e despertar o desejo a partir de ações unilaterais, sem interferência ativa dos consumidores. Hoje, isso não é mais possível. A internet trouxe uma interlocução com os clientes que não é mais possível ignorar. Confira algumas tendências apontadas pelo estudo da ATKearney:
Personalizar: O estudo aponta que as empresas precisam estar cada mais próximas de cada um dos clientes e precisam entender o que ele deseja consumir. O marketing digital, para ser eficaz, deve ser direcionado para o perfil de cada um dos consumidores. Para isso, ferramentas como geo-localização e o uso de base dados são essenciais.
Construir comunidades: Reunir clientes em torno das marcas ou de interesses e causas em comum é essencial e marcas como Starbucks, Le Pain Quotidien, Nike e Burberry já mostraram a eficiência desse tipo de movimento. A identificação com as empresas é uma das razões para as pessoas voltarem às lojas, consumirem os produtos e se tornem defensoras e embaixadoras da marca.
Trocar informações com os clientes: As empresas têm de se comunicar de forma efetiva com os consumidores e isso significa estar aberto aos elogios e as críticas. A ideia de que a empresa controla a imagem marca se tornou ultrapassada, principalmente por causa das redes sociais.
Educar e contar histórias: Os clientes querem conhecer cada vez mais o que estão consumindo, por isso, hoje, empresas produzem vídeos sobre suas próprias histórias e sobre como usar seus produtos. O estudo aponta que a criação e curadoria de conteúdo são as mais importantes competências para o futuro dos negócios.
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Os terminais de processamento, mais conhecidos como maquininhas de cartão, também foram se adaptando às novas tecnologias. Inicialmente, elas se comunicavam com os bancos de dados através de linhas telefônicas, posteriormente por internet discada e, atualmente, por meio das redes de telefonia móvel, Wi-Fi e 3G. O uso dessas tecnologias ajudou a disseminar essas transações móveis – hoje acessíveis a vendedores ambulantes e taxistas.
Mas não era apenas a mobilidade que impedia uso dessas maquininhas por alguns comerciantes. Até poucos anos atrás, aceitar cartões de crédito e débito não era considerado vantajoso para pequenas empresas e profissionais liberais: o aluguel do aparelho e os porcentuais cobrados sobre as vendas eram altos e não compensavam.
É o caso de Dirce Maria Cardoso, proprietária de um salão de beleza, no Ipiranga, zona sul de São Paulo, que chegou ter uma máquina convencional: “Não compensava para mim, uma vez que parte importante de meu lucro ia para as mensalidades da maquininha”. O estabelecimento de Dirce ficou dois anos sem aceitar nem débito ou crédito, mas recentemente decidiu dar outra chance e optou por uma versão compacta que é acoplada ao seu celular.
Para Ricardo Vieira, diretor-executivo da Abecs, o uso de cartões pode trazer muitos benefícios para os comerciantes: “o pequeno ou microempreendedor elimina o risco de não receber, como no caso do cheque sem fundo, e diminui o risco e os custos de assalto, roubo, falsificação, armazenamento e logística de outros meios de pagamento, como dinheiro e cheque. Ele também aumenta suas possibilidades de venda, já que o cliente carrega crédito naquele cartão de plástico, além de melhorar a eficiência na administração do seu fluxo de caixa”.
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Leia mais: Como o custo da operação com cartão espreme o lucro do pequeno varejo
COMO USAR MÁQUINAS MOBILE
Essa nova geração de equipamentos é indicado principalmente para profissionais liberais, micro e pequenas empresas ou para qualquer estabelecimento que tem pouco fluxo de transações no débito e no crédito.
Existem basicamente dois tipos de equipamentos: os que se encaixam diretamente nos smartphones ou tablets e outros com aparelhos sem fio que se conectam nesses dispositivos através do sistema bluetooth. Antes de escolher, é preciso conferir a compatibilidade com o celular que o empresário deseja utilizar. “Quando comprei a máquina, ela não sincronizava com meu smartphone. Então, tive de comprar outro aparelho que fosse compatível”, afirma Dirce. Para todos os modelos é necessário que haja conexão com a internet (Wi-Fi ou do 3G) para que as transações sejam efetuadas.
Após efetuar a compra do aparelho (veja lista de preços abaixo), o primeiro passo é baixar o aplicativo indicado pela empresa. A maioria está disponível na Google Play e na Apple Store (poucos estão no Windows Phone). Em seguida, é só conectar a máquina de pagamento e as opções de crédito ou débito e outras instruções aparecem na tela do celular. A duração bateria varia entre 4 e 48 horas dependendo do modelo. Nenhuma informação sobre as senhas e ou dados do cartão fica registrado no aparelho e, para garantir a segurança dos consumidores, todas às informações são criptografadas.
O empreendedor que optar por essas máquinas deve ficar atento à qualidade do 3G do celular ou tablet que será utilizado. “A internet móvel ainda é bastante deficiente e isso pode atrapalhar durante os o pagamentos”, diz Dirce. Outro fator importante é escolher uma máquina que se adeque às necessidades de cada empresa. As taxas, as bandeiras aceitas e os preços das máquinas variam bastante: “É preciso avaliar os custos de cada solução e as necessidades do tipo do comércio”, diz Vieira, da Abecs.

São Paulo é uma cidade de exageros: uma população que ultrapassa 10 milhões de habitantes concentrados numa área de 1.530 km², uma frota de 5,4 milhões de veículos, além de ser o município com o maior PIB do Brasil e o 10º do mundo. Com números tão expressivos, era de se esperar que cidade fosse o melhor lugar do Brasil para montar um novo negócio, mas um estudo lançado recentemente pela Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo, mostrou que situação não é bem essa.
A capital paulista ficou em segundo lugar na pesquisa, atrás de Florianópolis. “A capital de Santa Catarina foi equilibrada na maioria dos pontos avaliados, o mesmo não aconteceu com São Paulo que teve bom desempenho em alguns quesitos e deixou a desejar em outros”, afirmou Juliano Seabra, diretor geral da Endeavor Brasil.
O estudo, realizado pela primeira vez no Brasil, analisou 14 capitais e levou em consideração diversos índices que vão desde o tempo médio para abrir uma empresa na cidade, passando pela renda per capita, até dados sobre a cultura empreendedora da região.
A pesquisa pode ser comparada a um boletim escolar: todos os pontos foram reunidos em sete grandes pilares, ou, no caso as disciplinas. Cada uma das cidades recebeu notas de zero a dez, dependendo do desempenho em cada um dos índices analisados. No final, os valores foram somando e divididos de acordo com seu peso, e cada capital recebeu sua nota média. O estudo também traz um relatório de avaliação sobre cada um dos pontos fortes e os desafios que essas cidades devem enfrentar.
Se São Paulo fosse um aluno, ele seria o primeiro da sala em mercado, acesso a capital e inovação, ficaria na média da classe em infraestrutura e capital humano, e reprovaria de ano em cultura empreendedora e ambiente regulatório. Somando todas as notas a cidade ficou com uma média de 7,46 e Florianópolis com 7,53.
AMBIENTE REGULATÓRIO: BUROCRACIA E ALTA CARGA TRIBUTÁRIA
Um dos pontos levantados pela pesquisa revela que São Paulo tem uma das piores médias em tempo de processos. O índice abrange desde o tempo de abertura de uma empresa e de obtenção de energia elétrica, até a taxa de congestionamento nos tribunais. De acordo com Juliano Seabra, muito pode ser feito para reduzir a burocracia:
“Nos últimos dois anos, a prefeitura se esforçou para reduzir o tempo de abertura de empresas que já caiu de 100 para 36 dias. Mas é necessário simplificar ainda mais. A cidade é uma das que mais demoram em aprovar projetos arquitetônicos, e uma medida simples como separar o alvará de funcionamento do habite-se ajudaria muito nesse processo”, afirma o diretor da Endeavor.
André Leme, sócio da Bain & Company, empresa que ajudou a formular a estudo, acredita que a solução para esse problema vem da capital de Goiás: “São Paulo pode aprender muito com a experiência de Goiânia, há alguns anos atrás foi implantado um sistema [Vapt Vupt Empresarial] que reuniu num mesmo lugar todos os órgãos responsáveis pelos registros das empresas”, diz Leme. Hoje, a cidade do centro-oeste é o lugar onde o processo para abrir uma empresa é o mais rápido do Brasil: 32 dias, em média.
Mas a questão não é apenas tempo é também dinheiro. Se por um lado, a cidade de São Paulo se destacou nos pilares que estavam ligados principalmente acesso ao crédito e investimentos, desenvolvimento econômico e clientes em potencial. Por outro, a carga tributária que incide sobre os empreendedores da capital paulista está entre as piores, perdendo apenas para Salvador. A posição se deve principalmente a alíquota de impostos efetivos sobre PMEs e ao alto valor do IPTU.


CAPITAL HUMANO E INOVAÇÃO: REFORÇO NA EDUCAÇÃO
Apesar dos empecilhos citados acima, São Paulo conquistou o primeiro lugar num quesito importante: inovação. De acordo com a pesquisa, a metrópole tem o maior número de pedidos de patente e os mais altos índices de gastos públicos com ciência e tecnologia – o Governo do Estado gasta 4,5% do orçamento com o setor, quase 8 bilhões de reais, o que representa o maior montante, tanto proporcional quanto relativo.
“A capital e o Estado de São Paulo, de forma geral, não têm um polo que centraliza a inovação. As universidades como ITA, Unicamp e a USP são importantes para esse processo, mas essas empresas estão dispersas. O que existe é uma rede que favorece o surgimento de pesquisas, como a FAPESP (Fundação de Amparo do Estado de São Paulo)”, afirma Seabra.
Apesar de essas universidades serem uma referência, a capital enfrenta um problema em relação ao alcance da educação. A proporção de alunos com acesso ao ensino superior de qualidade ainda é baixo em São Paulo, se comparado a Vitória e Florianópolis. O impacto disso para as pequenas empresas paulistanas é que a mão de obra qualificada é escassa e mais cara dos que nas demais capitais.


CULTURA EMPREENDEDORA EM BAIXA
A capital paulista também teve fraco desempenho no pilar que se refere à disposição das pessoas a abrirem seus próprios negócios e a imagem do empreendedorismo na cidade. A terra da garoa recebeu a nota 5,05 e ficou na antepenúltima posição, o primeiro lugar ficou com Manaus.
“Em cidades que existem muitas ofertas de emprego, como é o caso de São Paulo, as pessoas têm várias oportunidades para crescer profissionalmente. Por isso, o empreendedorismo é apenas uma opção. O mesmo não acontece em capitais como Manaus e Belém. Nesses lugares, não há grandes chances de ascender socialmente e na carreira, por isso o empreendedorismo é a melhor alternativa para a maioria“, afirma diretor da Endeavor.
Além disso, a cultura empreendedora é algo recente no Brasil: “Esse tipo de pensamento é algo que se constrói com tempo e com os exemplos de empresários que conseguiram crescer a partir com um negócio próprio”, diz o sócio da Bain & Company.


SÃO PAULO EM RELAÇÃO A OUTRAS CAPITAIS
Para André Leme, a principal diferença entre São Paulo e Florianópolis – primeira colocada geral do estudo – está na qualidade de vida. “Além de importantes universidades e centros de inovação, a capital catarinense tem o melhor desempenho no índice de condições urbanas, que mede itens como segurança, tempo de deslocamento casa-trabalho e acesso a internet, enquanto São Paulo peca nesses mesmos quesitos”, afirma Leme. “Essas condições são importantes para que empreendedores consigam reter talentos e atrair essa nova geração que prioriza trabalhar em lugares em que pode desfrutar de uma boa qualidade de vida.”
Apesar das primeiras colocações, tanto São Paulo quanto Florianópolis precisam se aprimorar muito para alcançarem outras capitais empreendedoras do mundo, como São Francisco, na Califórnia: “Se colocássemos a região do Vale do Silício no estudo, ela teria uma nota próxima a 10, eles têm ótimo ambiente regulatório, um dos maiores PIB, universidades de ponta, conectividade com o mundo e qualidade de vida. As cidades brasileiras devem olhar isso como modelo”, diz Seabra.

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