Desemprego cai em dois estados no 3º trimestre

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A taxa de desemprego caiu em dois estados (Rio de Janeiro e Tocantins) no terceiro trimestre de 2025, em relação aos três meses imediatamente anteriores, apontam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta sexta (14).

O indicador ficou relativamente estável, sem variações significativas, nas outras 25 unidades da Federação.

Segundo o instituto, Santa Catarina e Mato Grosso têm os menores índices, ambos com 2,3%. Pernambuco, por outro lado, segue com a maior taxa: 10%.

No Brasil, o desemprego marcou 5,6% em igual período. É o menor patamar da série histórica iniciada em 2012 —também encontrado nos trimestres móveis até julho e agosto de 2025.

O resultado do país já havia sido publicado pelo IBGE em 31 de outubro. Nesta sexta, o órgão detalhou os números dos estados e outros recortes da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

A Pnad investiga as condições do mercado de trabalho formal e informal. Ou seja, leva em consideração a abertura e o fechamento de vagas com ou sem carteira assinada ou CNPJ.

O mercado de trabalho vem em uma trajetória de recuperação no Brasil nos últimos anos, em um cenário de estímulos do governo federal à economia, além de mudanças demográficas e impactos da tecnologia.

Agora, economistas enxergam sinais de acomodação gradual na geração de emprego e renda. As projeções, contudo, ainda indicam desemprego em patamares baixos para o padrão histórico nos próximos trimestres.

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TAXA DE DESEMPREGO, EM %, NO 3º TRI.25

Santa Catarina – 2,3

Mato Grosso – 2,3

Rondônia – 2,6

Espírito Santo – 2,6

Mato Grosso do Sul – 2,9

Paraná – 3,5

Tocantins – 3,8

Minas Gerais – 4,1

Rio Grande do Sul – 4,1

Goiás – 4,5

Roraima – 4,7

São Paulo – 5,2

Brasil – 5,6

Maranhão – 6,1

Ceará – 6,4

Pará – 6,5

Paraíba – 7

Acre – 7,4

Piauí – 7,5

Rio Grande do Norte – 7,5

Rio de Janeiro – 7,5

Amazonas – 7,6

Alagoas – 7,7

Sergipe – 7,7

Distrito Federal – 8

Bahia – 8,5

Amapá – 8,7

Pernambuco – 10

Fonte: IBGE

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