Número de títulos protestados cai 12% em novembro
No acumulado deste ano, o indicador avançou 24,9% em relação ao mesmo período de 2015

O número de títulos protestados recuou 12% em novembro na comparação com outubro, informou nesta segunda-feira, 5, a Boa Vista SCPC. No confronto interanual, a quantidade também diminuiu, 4,3%.
Já no acumulado deste ano, o indicador avançou 24,9% em relação ao mesmo período de 2015. O valor médio dos títulos protestados ficou em R$ 3.537, menor do que o valor de outubro, que foi de R$ 4.706.
Quando considerados apenas os títulos de empresas, a queda foi de 10,6% na margem e de 10,8% em relação a novembro de 2015. De janeiro a novembro, o indicador que mede os títulos protestados de empresas acumula alta de 8%.
Na divisão por regiões, o Nordeste foi a única que registrou avanço no número de títulos protestados de empresas ante outubro, de 17,3%. O maior recuo, de 17,1%, aconteceu na região Sul, seguido por Sudeste (-12,9%), Norte (-6,1%) e Centro-Oeste (-4,9%).
Já em relação ao valor médio, a região Centro-Oeste foi a que registrou a maior média nos valores dos títulos protestados de PJ, R$ 7.350. A média nacional para pessoa jurídica é de R$ 5.554.
O indicador de títulos protestados da Boa Vista SCPC mostra a evolução da quantidade de registros de débitos decorrentes de protestos de títulos, informados por cartórios de protestos no referido mês.
INADIMPLÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO
A inadimplência do consumidor na cidade de São Paulo subiu 1,8% no acumulado do ano, de acordo com dados da Boa Vista SCPC.
Na comparação interanual, contra o mesmo mês do ano anterior (outubro-outubro), houve elevação de 2,1%, e na avaliação mensal (contra setembro), redução de 0,6%.
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O indicador de recuperação de crédito do consumidor na cidade – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplência – apontou crescimento de 4,0% no acumulado do ano.
Na comparação interanual, contra o mesmo mês do ano anterior, o indicador caiu 2,5%, e na avaliação mensal (contra o mês anterior), houve leve aumento de 1,9%.
FOTO: Thinkstock / *Atualizado às 19h10

