Posição CACB | Mudança da escala 6x1
Manifesto assinado por 60 entidades defende que o tema seja discutido a partir de 2027, em um cenário mais estável

Mais de 60 entidades representativas do setor produtivo divulgaram nesta segunda-feira, 6/4, um manifesto em que defendem que a discussão sobre mudanças na escala de trabalho seja conduzida com responsabilidade e fora do ambiente eleitoral.
O grupo, que reúne organizações do comércio, serviços, indústria, agronegócio, tecnologia e sistema financeiro, destaca os potenciais impactos da medida sobre a geração de empregos, a competitividade das empresas e o crescimento econômico.
No documento, as entidades alertam que uma eventual tramitação acelerada, por meio de projeto de lei em regime de urgência ou medida provisória, compromete o debate técnico e a construção de consensos em torno de um tema considerado complexo e sensível. A avaliação é de que mudanças estruturais dessa magnitude exigem maior tempo de análise e participação efetiva do setor produtivo.
O manifesto defende que o tema seja discutido a partir de 2027, em um cenário mais estável, que favoreça decisões equilibradas e sustentáveis para a economia brasileira. O texto é assinado por Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da FACESP e da ACSP, representando o sistema associativo nacional.
Confira a íntegra do manifesto neste link

