Vendas diretas caem 2,2% no 1º semestre

O volume encolheu em mais de R$ 400 milhões na comparação anual, ficando em R$ 19 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas

Estadão Conteúdo
19/Set/2016
  • btn-whatsapp
Vendas diretas caem 2,2% no 1º semestre

O canal de vendas diretas registrou queda de 2,2% no volume de negócios no primeiro semestre de 2016 na comparação com igual período do ano passado.

O volume encolheu em mais de R$ 400 milhões na comparação anual, ficando em R$ 19 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

A ABEVD reportou ainda estabilidade no número de profissionais autônomos do setor, que se manteve no patamar de 4,3 milhões de pessoas.

LEIA MAIS: Venda direta é opção ao desemprego

O setor de venda direta é caracterizado por companhias que comercializam produtos por meio de revendedores porta a porta, caso de marcas como Natura e Avon.

Mesmo com o recuo no volume de negócios, a ABEVD considerou que os dados ainda indicam que as vendas diretas se mantêm resistentes mesmo num cenário macroeconômico desafiador.

De acordo com a entidade, o desempenho tem apresentado tendência de melhora. Considerando apenas o mês de junho, o volume de negócios cresceu 1,6% ante igual mês de 2015.

Foto: Reprodução do site/Natura 

O Diário do Comércio permite a cópia e republicação deste conteúdo acompanhado do link original desta página.
Para mais detalhes, nosso contato é redacao@dcomercio.com.br .

 

Store in Store

Carga Pesada