Vendas do varejo crescem 0,1% em maio, aponta IBGE
No caso do varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 0,2%
As vendas do comércio varejista subiram 0,1% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou nesta quarta-feira, 13/07, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com maio de 2021, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram baixa de 0,2% em maio de 2022.
As vendas do varejo restrito acumularam crescimento 1,8% no ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior. Em 12 meses, houve recuo de 0,4%.
VAREJO AMPLIADO
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 0,2% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal.
Na comparação com maio de 2021, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram baixa de 0,7% em maio de 2022.
As vendas do comércio varejista ampliado acumularam alta de 1,0% no ano e aumento de 0,3% em 12 meses.
POR SEGMENTO
Seis das oito atividades que integram o comércio varejista registraram crescimento nas vendas em maio ante abril.
Os segmentos de produtos farmacêuticos e de vestuário puxaram a alta, mas as perdas de móveis e eletrodomésticos e outros artigos de uso pessoal e doméstico derrubaram o resultado final.
Os avanços foram registrados em Livros, jornais, revistas e papelaria (5,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (3,6%), Tecidos, vestuário e calçados (3,5%), Combustíveis e lubrificantes (2,1%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,0%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,0%).
Os recuos ficaram concentrados em Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%) e Móveis e eletrodomésticos (-3,0%).
No comércio varejista ampliado, o segmento de Veículos, motos, partes e peças registrou queda de 0,2%, enquanto Material de construção caiu 1,1%.
REVISÕES
O IBGE revisou o resultado das vendas no varejo em abril ante março, de uma alta de 0,9% para um avanço de 0,8%. No varejo ampliado, a taxa passou de elevação de 0,7% para alta de 0,5%.
IMAGEM: Zé Carlos Barretta/DC

