Sul de Alagoas e São Paulo receberão os próximos hotéis de rede Kempinski no Brasil

Uma image de notas de 20 reais

Crédito: Bruno Peres/Agência Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Enquanto toca a reforma do hotel Laje de Pedra, em Canela (RS), a rede de hotéis de luxo Kempinski já prepara sua expansão no Brasil. Além do empreendimento na Serra Gaúcha, que deve ser inaugurado no segundo semestre de 2027, a marca deve abrir uma segunda unidade no litoral sul de Alagoas, além de uma terceira em São Paulo.

As informações foram antecipadas à Folha por José Ernesto Marino Neto, hoteleiro de longa data e sócio-gestor da marca no Brasil. Segundo o executivo, a compra de uma fazenda à beira-mar, com um quilômetro de frente, já foi fechada para receber o empreendimento.

“Ainda existem muitos lugares paradisíacos pouco desbravados no Brasil, e este que compramos é um deles”, afirmou Neto. “Demorou, mas conseguimos encontrar esse local, com mil metros de praia, para que a gente consiga oferecer uma experiência exclusiva e especial aos nossos hóspedes.”

Neto disse ainda que a Kempinski também planeja abrir uma terceira unidade no Brasil, em São Paulo, onde a marca estuda três diferentes terrenos “entre a Paulista e o rio Pinheiros” para construir o empreendimento do zero. A ideia é que o projeto saia do papel até 2030.

“A cidade de São Paulo, mesmo com as inaugurações recentes e as que ainda estão por vir, ainda tem carência de oferta de hotelaria no seguimento de alto luxo”, diz Neto. “Isso acaba atraindo novas marcas, porque existe um mercado muito pujante.”

A chegada da rede Kempinski ao Brasil foi anunciada em agosto de 2021, logo depois da sociedade formada por Neto, a LDP Canela S/A, adquirir o Laje de Pedra, fechado durante a pandemia. Os outros sócios do negócio, que prevê mais de R$ 1 bilhão em investimentos, são José Paim de Andrade, fundador da incorporadora MaxHaus, e o arquiteto Márcio Carvalho.

Além de 80 quartos de hotel, novo Laje de Pedra também terá 271 apartamentos residenciais entre 54 m² e 216 m², vendidos sob o modelo de propriedade compartilhada -cada um deles pode ter até quatro donos, que se revezam no usufruto do imóvel.

Por enquanto, apenas uma parte do empreendimento já está aberta ao público. Ela inclui o restaurante, chamado 1835, o Bar do Laje, uma galeria de arte e um mirante para o vale do Quilombo.

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