Bloqueios de recursos da cia por autoridades por extravasamentos em MG totalizam R$ 2 bi

Uma image de notas de 20 reais

São Paulo, 6 de fevereiro de 2026 – A Vale informou na noite de quinta-feira (5) que identificoutrês novas medidas judiciais relacionadas aos extravasamentos registrados nas unidades operacionaisde Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas (MG). As ações buscam a adoção de medidasliminares distintas, incluindo bloqueios patrimoniais, e foram propostas pelo Ministério PúblicoFederal, desta vez, referente ao extravasamento na unidade de Viga, com pedido de bloqueiopatrimonial de R$ 200 milhões; pelo Estado de Minas Gerais, em relação aos extravasamentos naunidade Viga, com o requerimento de bloqueio patrimonial de R$ 1 bilhão; e pelo MinistérioPúblico do Estado de Minas Gerais e o Estado de Minas Gerais, em relação aos extravasamentos naunidade de Fábrica, com o requerimento de bloqueio patrimonial de R$ 846 milhões.

A companhia disse que os extravasamentos ocorridos nas unidades de Fábrica e Viga em janeiro de2026 não têm qualquer relação com as barragens da Vale na região, as quais permanecem comcondições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias porsemana.

A companhia também afirmou que segue cooperando com as autoridades e apresentará suasmanifestações dentro dos prazos legais. As causas dos eventos continuam sendo apuradas de formatécnica e estruturada, com transparência, disse a Vale, em comunicado.

A companhia disse que iniciou os trabalhos para a remoção de sedimentos e que está trabalhando nodesenvolvimento do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, conforme compromissos comautoridades. “A prioridade da Vale permanece sendo a proteção das pessoas, das comunidades e domeio ambiente”, disse a empresa.

Cynara Escobar – cynara.escobar@cma.com.br (Safras News)

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