Ibovespa cai forte e perde os 180 mil pontos com maior aversão ao risco

Uma image de notas de 20 reais

Crédito: Bruno Peres/Agência Brasil

A bolsa brasileira caiu firme nesta 5F, bem mais que NY, em uma sessão que teve como destaqueinternacional a disparada de 9% do petróleo com incertezas sobre a guerra no Irã e, por aqui, oIPCA de fevereiro (+0,70%) acima do esperado (+0,63%). O índice fechou em baixa de 2,55%, aos179.284,49 pontos, com giro de R$ 35,6 bilhões. Além dos fatores gerais, a safra de balançosrevelou um cenário de diversas empresas altamente endividadas, elevando a percepção de riscodoméstico diante de um juro ainda bastante alto. Raízen e GPA já pediram recuperaçãoextrajudicial, enquanto CSN e Oncoclínicas enfrentam sérias dificuldades. Entre as blue chips,destaque para a queda dos grandes bancos, que costumam figurar nas listas de principais credores:Santander -4,44% (R$ 30,58), BB -4,38% (R$ 24,23), Bradesco PN -2,76% (R$ 19,39) e Itaú PN -2,73%(R$ 42,69). Vale também recuou (-0,76%; R$ 79,24), na contramão do minério (+1,34%), ao passo quePetrobras avançou (ON +1,45%, a R$ 49,65, terceira maior alta do Ibovespa; e PN +0,45%, a R$ 45,00) ainda assim de forma tímida frente ao petróleo. Yduqs liderou as perdas do Ibovespa com -14,83%(R$ 10,28), seguida de CSN (-14,45%; R$ 6,10), ambas após balanços. Embraer vem a seguir com-11,01% (R$ 74,73). Na outra ponta, SLC Agrícola foi a que mais subiu (+4,34%; R$ 17,56),acompanhada de MBRF (+3,16%; R$ 16,99). (Márcio Anaya e Téo Takar)

As informações são da BDM Online.

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