“Vamos orientar a política monetária de forma adequada para que o Japão alcance, de maneirasustentável e estável, uma inflação de 2%, acompanhada de aumentos salariais”
Ueda se absteve de repetir a promessa habitual do Banco do Japão de continuar aumentando as taxasde juros caso a economia continue se recuperando
Os comentários corroboram os da premiê Sanae Takaichi, que adotou uma postura mais conciliadora einstou o BoJ a garantir que a meta de inflação seja atingida não pelo aumento dos custos dasmatérias-primas, mas sim por meio de aumentos salariais. As declarações de Ueda foram feitasantes da reunião do BoJ, que termina na 5F e da qual se espera manutenção dos juros em 0,75%. Asegurança energética do Japão está na linha de fogo. O país obtém cerca de 95% do seupetróleo do Oriente Médio, e quase 90% desse fornecimento passa pelo Estreito de Ormuz. O governodecidiu conter os preços da gasolina com subsídios, o que pode aumentar ainda mais a dívida dopaís.
As informações são da BDM Online.
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