São Paulo, 30 de março de 2026 – O dólar opera em discreta alta, próximo ao zero. Embora ocenário global siga turbulento, o fluxo estrangeiro tira a pressão do real.
Para o estrategista da S4 Consultoria Bruno Komura, o movimento reflete as incertezas queenvolvem o conflito entre Irã e Estados Unidos: “Não parece próximo a uma solução. O mercadodiscute cada vez mais o impacto do petróleo no macro”, avalia.
Komura, contudo, pondera que o Brasl permanece atrativo, com entrada de capital estrangeiro,fazendo com o que o real performe melhor que os pares emergentes.
De acordo com o boletim da Ajax Asset, “lá fora, as bolsas têm leve alta, e as taxas dastreasuries recuam, sem grandes evoluções em relação ao conflito no Oriente Médio no final desemana. Os mercados seguem à mercê de fluxos e rumores pontuais, enquanto a volatilidade semantém bastante elevada. Por aqui, ativos deverão acompanhar os mercados americanos”.
Por volta das 11h36 (horário de Brasília), o dólar comercial subia 0,17%, cotado a R$ 5,2476para venda. O dólar futuro com vencimento em abril avançava 0,12%, a R$ 5.248,500.
O Dollar Index, que mede o comportamento da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisasdesenvolvidas, avançava 0,40%, a 100,55 pontos.
Juros
As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DIs) recuam.
Por volta das 11h38 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 14,295% de14,395% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2028 projetava taxa de 14,075%, de 14,200%, o DIpara janeiro de 2029 ia a 14,015%, de 14,115%, e o DI para janeiro de 2030 com taxa de 14,035% de14,130% na mesma comparação.
Paulo Holland / Safras News
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