São Paulo, 16 de janeiro de 2026 – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)aprovou R$ 6,4 bilhões em crédito para produção de biocombustíveis em 2025. O valor supera orealizado em 2010, quando a instituição aprovou R$ 4,8 bilhões, montante considerado o maior atéentão.
A partir de 2023, o Banco retomou o apoio à produção de bicombustíveis no país, em projetosdiversificados, com etanol de milho e trigo, além do biometano. Nos últimos três anos, já foramaprovados R$ 13,3 bilhões, cifra 204% maior que a alcançada entre 2019 e 2022.
O governo do presidente Lula retomou o apoio à produção de biocombustíveis no país a partir de2023 porque representa um passo estratégico do Brasil no enfrentamento às mudanças climáticas.Ao financiar energia limpa e renovável, o BNDES fortalece a indústria nacional, contribui com aredução das emissões e consolida o país como protagonista da transição energética justa esustentável, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
De acordo com o chefe do Departamento do Complexo Agroalimentar e de Biocombustíveis do Banco,Mauro Mattoso, apoiar a produção de biocombustíveis traz vários benefícios para a economia dopaís. Porque boa parte do etanol produzido vem do milho, por exemplo. Uma parte também vem dotrigo. Então você agrega valor a um grão que seria em alguns casos apenas exportado; gera umaindústria, que gera emprego e renda no local de sua produção, ajudando o agricultor e apopulação local, explica. Além disso, também há a produção do biometano, feito a partir deresíduos agroindustriais ou até de centros urbanos.
As informações partem da Agência BNDES de Notícias.
Cynara Escobar – cynara.escobar@cma.com.br (Safras News)
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