São Paulo, 10 de dezembro de 2025 – O dólar ganhou força e passou a subir. O driver de hojesão as decisões de política monetária no Brasil e Estados Unidos, as derradeiras de 2025. Osruídos políticos domésticos, contudo, voltam também pressionam a moeda.
Para a economista-chefe do Ouribank, Cristiane Quartaroli, mais do que as reuniões do ComitêFederal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) e Comitê de Política Monetária (Copom)
Quartaroli observa que a pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada mais cedo, aponta que Flávio Bolsonaro(PL) perderia para o atual presidente Lula, por 38% a 19% no primeiro turno, em uma disputa naseleições presidenciais de 2026.
De acordo com a Ajax Asset, “Lá fora, as taxas das treasuries lem leve abertura, pressionandoas bolsas americanas. O mercado segue à espera do discurso de Powell, em busca de maioressinalizações dos próximos passos do Fed. Por aqui, ativos devem acompanhar exterior”.
Por volta das 9h48 (horário de Brasília), o dólar comercial subia 0,45%, cotado a R$ 5,4624para venda. O dólar futuro com vencimento em janeiro avançava 0,47%, a R$ 5.487,000.
O Dollar Index, que mede o comportamento da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisasdesenvolvidas, caía 0,10%, a 99,12 pontos.
Juros
As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros(DIs) avançam. Elas refletem o cenário político doméstico.
Por volta das 11h38 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2026 tinha taxa de 14,910% de14,913% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2027 projetava taxa de 13,765%, de 13,760%, o DIpara janeiro de 2028 ia a 13,210%, de 13,150%, e o DI para janeiro de 2029 com taxa de 13,270% de13,190% na mesma comparação.
Paulo Holland / Safras News
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