O Ibovespa ensaiou uma recuperação mais consistente no pregão de hoje, com o apoio de Itaú, masperdeu fôlego na reta final, pressionado pelas commodities. O índice chegou a subir 1,27% nomelhor momento, mas fechou praticamente estável, com leve alta de 0,23%, aos 182.127,25 pontos. Ogiro ficou em R$ 33,5 bilhões, ainda turbinado pelo fluxo estrangeiro, em dia de queda dos mercadosem NY. Reagindo à divulgação do balanço de 2025, Itaú PN avançou 2,02% (R$ 45,52) e Bradesco,que anuncia seus resultados logo mais, viu sua ação PN subir 0,81% (R$ 21,15). Os demais bancosficaram mistos: BTG +1,34% (R$ 58,98), BB -2,63% (R$ 24,44) e Santander -1,20% (R$ 34,55). Odestaque negativo entre as blue chips foi a Vale (-3,33%, terceira maior baixa do Ibovespa, a R$86,45), em sessão de queda de 1,73% do minério de ferro e com a notícia de que a Glencore e a RioTinto abandonam, pela terceira vez, as negociações sobre a fusão que criaria a maior mineradorado mundo. Petrobras também recuou (ON -1,43%, a R$ 39,28; e PN -1,39%, a R$ 37,00), em movimentomenos acentuado que a baixa de quase 3% do petróleo. A maior alta do Ibovespa foi MRV (+6,85%; R$8,74), seguida de Vamos (+6,28%; R$ 4,40) e Cury (+3,71%; R$ 36,79). Na outra ponta, Braskem PNAliderou as baixas com -4,56% (R$ 9,00), acompanhada de Porto Seguro (-3,73%; R$ 50,57). (MárcioAnaya)
As informações são da BDM Online.
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