Desafio dos emergentes é conduzir reformas estruturais
Luiz Awazu Pereira, vice-gerente geral do BIS, diz que é preciso ter cautela mesmo com as economias avançadas
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O vice-gerente-geral do Banco Internacional de Compensações (BIS), Luiz Awazu Pereira, afirmou nesta sexta-feira (20/05), que as economias emergentes têm como desafio a capacidade de conduzir reformas estruturais, tanto na economia quanto na política.
"Algumas reformas têm de ser feitas em condições mais difíceis", disse.
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Em discurso no XVIII Seminário de Metas para a Inflação, Awazu disse ainda que a economia global tem mostrado melhora, mas é preciso cautela, mesmo com economias avançadas.
Awazu, que já foi diretor de Política Econômica e de Assuntos Internacionais do Banco Central (BC), aproveitou o discurso para elogiar o presidente do BC, Alexandre Tombini, que está de saída.
Tombini vai transmitir o cargo para o economista Ilan Goldfajn. "Foi uma grande honra ter trabalhado com esta quintessência que é o servidor Tombini", disse.
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Imagem: Thinkstock

