O que ameaça a eficiência do teto dos gastos

Se a PEC do teto de gastos não vier acompanhada de medidas de ajuste de caráter mais estrutural, tais como a reforma da Previdência, não passará de mero paliativo, afirma Boletim da Conjuntura da Associação Comercial de São Paulo

Redação DC
24/Out/2016
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O que ameaça a eficiência do teto dos gastos

É evidente que, por si só, o estabelecimento de um “teto” para a expansão das despesas da União não seria capaz de resolver o grave desequilíbrio das contas públicas, gerado por anos de políticas econômicas irresponsáveis por parte dos governos do Partido dos Trabalhadores.

É o que afirma análise elaborada pela equipe de economistas do Instituto Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo.

De acordo com o Boletim da Conjuntura, se a PEC do Teto não vier acompanhado de outras medidas de ajuste de caráter mais estrutural, tais como a reforma nas nossas generosas regras da Previdência, não passará de mero paliativo.

Alguns analistas, inclusive, advogam por complementar essa proposta com medidas que limitem a ampliação da dívida pública, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos.

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"De qualquer forma, a Pec 241 representa um primeiro passo, no longo caminho do reequilíbrio fiscal, estabelecendo por primeira vez na história do País um limite para o crescimento das despesas públicas", afirma o documento.

Essa limitação poderá, inclusive, ressaltar a óbvia existência de escassez dos recursos públicos, incentivando seu uso eficiente, a partir de um orçamento que deixará de ser uma “peça de ficção”.

Leia aqui na íntegra o Boletim da Conjuntura

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