28/Nov/2025
24/Nov/2025
10/Nov/2025
24/Out/2025
Ana Paula da Conceição, consultora de negócios do Sebrae-SP, orienta no mesmo sentido. O Dia de Finados é uma data de reflexão e memória, não de celebração. Portanto, evitar humor, exageros ou apelos promocionais diretos são boas estratégias de venda. "A comunicação ideal deve ser sensível e acolhedora, não apelativa. Transmita respeito, gratidão e cuidado. Se divulgar algo, faça de forma discreta e coerente com o clima da data", explica.
Como a comunicação deve assumir um tom empático e respeitoso, frases como “Um dia para lembrar com carinho quem marcou nossa vida”, “Flores e gestos que expressam amor e saudade”, “Um momento de pausa e reflexão — seguimos juntos com respeito e gratidão", são boas opções para o marketing nesta data", dá a dica.
Oportunidades além de flores e velas
Para quem atua com produtos religiosos, o período também representa um aumento natural nas vendas. Segundo Ulisses de Oliveira, dono da rede Cravo e Canela, o faturamento cresce de 7% a 10% em novembro. “As velas palito brancas são as mais procuradas, seguidas pelas roxas e azul-claro. Elas representam luz espiritual e guiam as almas”, explica.
Os incensos também ganham espaço, com destaque para fragrâncias como lavanda, rosa branca, sândalo e benjoim. Nas redes sociais, Ulisses mantém um tom discreto e respeitoso, com publicações que lembram o significado da data sem apelo comercial direto.
Planejamento e divulgação sem apelo comercial
Na Velas Oliveira, o crescimento nas vendas chega a 20% nesta época. O empresário Edmilson Oliveira conta que o planejamento começa em setembro, com reforço no estoque de matéria-prima e contratação temporária de funcionários. “É um período em que o setor tem um boom de vendas, principalmente para mercados de bairro e distribuidores”, diz.
Edmilson observa, porém, que a procura por produtos ligados ao catolicismo tem diminuído nos últimos anos, enquanto religiões como umbanda e candomblé mantêm consumo constante de velas coloridas. Por isso, a empresa optou por não fazer mais divulgação específica do Dia de Finados, concentrando as ações em marketplaces como Mercado Livre e Shopee e no público geral.
Tanto os especialistas quanto os empreendedores defendem que, por ser uma data de conhecimento de todos, dá para fazer um bom planejamento logístico e de comunicação. “O essencial é garantir uma boa experiência de compra, independentemente do sentimento de cada consumidor em relação à data”, resume Thiago, da Ceagesp.
IMAGENS: Divulgação
A Black Friday deixou de ser apenas uma data de grandes descontos para se consolidar como um dos períodos mais estratégicos para o comércio de produtos e serviços. Em 2025, mais do que baixar preços, o desafio dos empreendedores é gerar valor, fidelizar clientes e garantir margem de lucro saudável.
Segundo Bia Macineli, fundadora da Agência MatchFY, especialista em marketing digital e comportamento do consumidor, a Black Friday - que neste ano cai no próximo dia 28 de novembro -, não é sobre dar descontos: é sobre gerar valor percebido, afirma.
“O consumidor está mais atento e busca confiança. Descontos sustentáveis, benefícios inteligentes como combos, upgrades de serviços ou frete grátis, e uma narrativa clara de valor constroem relacionamento e credibilidade. Quando o cliente sente que ganhou mais do que pagou, a marca fideliza”, diz a especialista.
Renan Luiz Silva, superintendente de serviços institucionais da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), destaca que a Black Friday no Brasil já vem se consolidando anualmente por oferecer um desconto maior para a compra de produtos e serviços.
“Alguns lojistas costumam aproveitar a data para, eventualmente, ofertar produtos que sairão de linha com desconto. Ou seja, a data traz oportunidade tanto para o lojista quanto para o consumidor.”
Já Maria Carolina Lourenço, diretora de receita da rede Buddha Spa, acredita que Black Friday abre uma oportunidade para atração de novos clientes e fidelização, seja por meio de descontos em produtos ou serviços de entrada para novos clientes, ou pela venda de pacotes de longo prazo para consumidores ativos.
“É importante o empresário ter dados como LTV [(Valor Vitalício do Cliente] e CAC [Custo de Aquisição de Cliente] para monitorar o quanto ele está gastando para atrair um cliente novo neste período, uma vez que o custo de mídia tem um aumento considerável.”
Segredo do lucro é planejamento antecipado
O sucesso da campanha começa meses antes de novembro. Para Bia, da MatchFY, o ideal é iniciar o planejamento entre agosto e setembro, analisando o histórico de vendas, negociando com fornecedores e definindo margens sustentáveis. “Quem se antecipa consegue criar uma estratégia escalonada de descontos, evitando improvisos e impacto no caixa”, explica.
Na rede Buddha Spa, por exemplo, o planejamento é um processo contínuo. Maria Carolina conta que o tema é trabalhado “desde o onboarding (processo de integração) do franqueado”. Ela lembra que o ideal é se organizar com até seis meses ou um ano de antecedência, envolvendo todas as áreas da operação do negócio: marketing, campo e líderes comerciais.
“Com o tempo a favor, conseguimos negociar melhor com fornecedores, garantir margens e preparar campanhas integradas.”
Luzia Costa, CEO da Sóbrancelhas, também reforça a importância do planejamento estratégico. A rede começa o trabalho analisando o desempenho das campanhas anteriores e priorizando produtos com maior potencial de conversão.
“Criamos ofertas reais sem comprometer a margem, porque a Black Friday é uma oportunidade, mas precisa ser sustentável para a rede e para o franqueado”, diz. Ela pondera que descontos muito agressivos podem até gerar fluxo, mas corroem margens e raramente trazem clientes recorrentes.
Campanhas devem trazer descontos reais
Silva, da ACSP, diz que o varejo costuma investir muito em comunicação e marketing, e que o ideal é conceder condições de compra diferenciadas. “Descontos de 5% ou 10% já são comuns nas tratativas, por isso não são atrativos nesse período. O mercado espera que o desconto seja, de fato, relevante e traga uma outra condição, que pode ser até uma cortesia ou um atendimento diferenciado. Lógico que a praxe é mexer no preço, mas há espaços para ir além”, orienta.
Para o especialista em varejo Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da Gouvêa Malls, o sucesso na Black Friday depende menos de queima de estoque e mais de planejamento e estratégia de relacionamento com o cliente. Ele reforça que o consumidor vai às compras nessa época em busca de descontos reais, e cabe ao varejista aproveitar o momento para cadastrar, identificar e fidelizar esse público.
“A Black Friday não deve ser tratada como uma simples liquidação, mas como uma temporada planejada, com negociações antecipadas com fornecedores e ofertas realmente vantajosas, mesmo que isso implique em uma redução de margem.”
Marinho lembra ainda que o desconto pode ser visto como um custo de aquisição de clientes por representar uma oportunidade de conquistar novos consumidores.
Experiência e atendimento humanizado que fidelizam
A ambientação e o atendimento humanizado são decisivos para converter vendas nas unidades físicas. Segundo Bia Macinelli, a experiência sensorial — iluminação, música, sinalização — e o preparo da equipe fazem toda a diferença. “Um time que entende a campanha e acredita nela transmite confiança, e isso vende.”
No Buddha Spa, a preparação envolve treinamento intenso e alinhamento de discurso. “Ter uma equipe motivada e bem treinada é o diferencial. O bom atendimento fideliza”, reforça Maria.
Márcia Queirós, dona das franquias Fast Escova e Fast SPA, segue a mesma linha: “reforçamos o abastecimento das linhas estratégicas e intensificamos o treinamento de atendimento e venda consultiva. O foco é converter volume sem perder padrão de serviço.”
A rede aposta na oferta de produtos com maior giro e margem saudável, alinhando campanhas e bonificações com a rede franqueada. “Campanhas com combos e upgrades funcionam melhor do que descontos agressivos. Aprendemos que o equilíbrio entre preço e experiência é o que garante resultado e fidelização”, conta. A empresária lembra que, em 2024, o faturamento da rede na Black Friday cresceu dois dígitos na comparação com o ano anterior. A projeção para este ano é a mesma.
Na Sóbrancelhas, o treinamento é parte central da operação. Luzia explica que a rede investe em capacitação e reforça o atendimento consultivo. “Ampliamos horários e mapeamos a demanda com base em dados. O objetivo é atender com agilidade e qualidade, mesmo no pico.”
Atualmente, o período da Black Friday representa em média entre 8,9% do faturamento anual da rede, considerando o aumento expressivo tanto nas vendas de produtos quanto na contratação de serviços, segundo a CEO. “É uma data que não apenas gera receita imediata, mas também amplia nossa base de clientes e fortalece o posicionamento da marca no mercado de estética.”
Site, redes sociais e atendimento a todo vapor
No ambiente online, cada segundo conta, de acordo com Bia, da MatchFY. Ela ressalta que “sites lentos, banners confusos e links quebrados são o oposto do que o consumidor espera”. A agência orienta marcas a manterem páginas otimizadas, ofertas claras e atendimento humanizado em tempo real.
Na Buddha Spa, a preocupação também é técnica. Maria destaca que o e-commerce deve estar preparado para alto volume de tráfego e que a segurança é prioridade. “Temos ferramentas antifraude para monitorar sites e perfis falsos.”
Márcia, da Fast Escova, reforça que estabilidade e clareza são fundamentais para quem vende online. “A jornada precisa ser fluida e segura, com suporte rápido e meios de pagamento variados.”
Além da estrutura digital, na Sóbrancelhas a comunicação é estratégica. Luzia conta que a marca aposta em teasers e vídeos curtos nas redes sociais, criando senso de oportunidade. “Mas sempre reforçamos que beleza e autoestima não precisam esperar uma data especial.”
A OrthoDontic adotou um caminho diferente em 2025: antecipar a campanha para outubro. Ana Paula Delchiaro, gerente de marketing da rede, explica que a decisão visa fugir da concorrência do varejo tradicional. “Planejamos uma Black Friday antecipada, com foco em volume de novos pacientes e sem comprometer margem.”
Ela afirma que o foco da rede foi estruturar uma campanha que gere alto volume de novos pacientes sem comprometer a margem das unidades franqueadas.
Pós-Black Friday: o relacionamento que gera novas vendas
Depois do pico de novembro, o trabalho deve continuar, orienta Bia Macinelli, que explica que o pós-Black Friday é o momento de nutrir o vínculo criado. “Empresas que somem depois perdem o melhor da data: o relacionamento.” Ela recomenda remarketing, e-mails personalizados e programas de fidelização como forma de manter o cliente próximo.
Maria Carolina, do Buddha Spa, segue na mesma linha. “Definir uma boa régua de comunicação é essencial. Saber ofertar o produto certo no momento certo faz toda a diferença.”
Na Fast Escova, o relacionamento pós-campanha é prioridade. Márcia afirma que o CRM (sistema de gestão de relacionamento com o cliente) é ativado para recompra em dezembro. “Transformamos o pico de vendas em início de relacionamento, não em um evento pontual.”
Fidelização contínua é a aposta da Sóbrancelhas: a CEO Luzia explica que as unidades monitoram novos clientes e oferecem condições especiais de retorno. “Queremos que a Black Friday seja o ponto de partida para uma relação duradoura, não uma compra isolada.”
Erros que comprometem o resultado
Entre os erros mais comuns, estão:
• Descontar sem calcular: aplicar percentuais genéricos sem considerar margem e custo real;
• Focar só na data: sem preparar o público antes ou nutrir depois;
• Falta de consistência de marca: a comunicação da Black Friday destoa do restante do ano;
• Relacionar a campanha à uma oferta agressiva de descontos, sem um desenho de campanha bem planejado também é bastante comum.
• Falta de visão para oportunidade de up e cross sell. Não aproveitar para vender outros produtos ou serviços junto com ofertas chamativas da Black Friday reduz o ticket médio e a margem de lucro.
“A Black Friday é um palco, mas o espetáculo precisa começar antes”, resume Maria Carolina, do Buddha Spa. Ela acrescenta que muitos empreendedores erram ao oferecer descontos agressivos sem planejamento. “É comum ver quem entra em guerra de preços com concorrentes e termina com margem negativa. Outro erro é não aproveitar a data para fazer cross sell e up sell, aumentando o ticket médio.”
Já Luzia Costa, da Sóbrancelhas, alerta que exagerar nos descontos pode gerar fluxo, mas compromete a rentabilidade. “O cliente da Sóbrancelhas busca mais do que preço: ele quer qualidade e resultado. O segredo é equilibrar atratividade e rentabilidade.”
IMAGEM: Freepik e Divulgação
Enquanto o ritmo acelerado das entregas segue sendo rotina para motoboys de todo o Brasil, alguns restaurantes têm repensado como recebem esses profissionais. Estruturas com água fresca, banheiros limpos, tomadas para carregar celular e até lanches estão se tornando mais comuns — e os resultados vão além do conforto, refletindo em eficiência e relacionamento.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem 475 mil profissionais que declaram as entregas como atividade principal. Desse total, 350 mil são informais, ou seja, não têm CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). Só o iFood tem 450 mil entregadores em seu sistema, segundo a empresa.
A plataforma diz que mantém uma escuta ativa com entregadores, por meio de grupos de trabalho, social listening e uma área exclusiva no aplicativo para que possam reportar casos ou sugerir melhorias. Os dados coletados são usados para orientar iniciativas conjuntas com restaurantes parceiros, visando melhorias nos pontos de retirada. Entre elas, redução de tempo de espera na hora da retirada, treinamentos de equipes dos restaurantes parceiros, entre outras ações. A plataforma afirma que ambientes acolhedores reduzem tempos de espera, aumentam a eficiência e motivam os entregadores.
Itália no Box: acolhimento como parte do DNA
Para Débora Alberti, cofundadora da rede Itália no Box, criar um espaço de acolhimento foi “uma escolha natural”, já que os entregadores são “a ponte entre o produto e o cliente”. Hoje, a unidade oferece água fresca, banheiro limpo, área coberta com assentos e tomadas. “Em horários de pico, quando possível, também oferecemos um café, um lanche ou um prato do dia. É o mínimo que podemos fazer por quem passa horas na rua, muitas vezes sem pausa.”
De acordo com Débora, a média é de 20 a 30 entregadores por dia, muitos deles já considerados parte da casa. Ela relata que os retornos são emocionantes: “alguns dizem que gostariam que todos os lugares tivessem essa consciência.” Para a empresária, o impacto vai além do atendimento: entregadores preferem retirar pedidos em locais onde se sentem respeitados, o que melhora comunicação e reduz falhas.
“Oferecer um espaço acolhedor é mais do que importante, é urgente. Esses profissionais sustentam boa parte da cadeia da alimentação. Oferecer um espaço de acolhimento não é um favor, é uma reparação mínima. Humanizar esse serviço é uma forma de reconhecer o valor de quem está na ponta da entrega”, diz ela.
Don Paolo Pizzaria: respeito que fideliza
Na Don Paolo Pizzaria, o cuidado com entregadores começou desde a fundação, em 2007. “Desde o início das nossas atividades prezamos por ter um ambiente de trabalho que acolhesse a todos”, diz Paulo da Silva, sócio do estabelecimento. “Quando mudamos para um local maior, deixamos um espaço reservado para os profissionais aguardarem a saída dos pedidos com mais conforto.”
A área conta com banheiro, água, café, bancos e alimento. E o investimento, nesse caso, não exigiu custos extras, já que a estrutura já estava disponível.
Cerca de 10 entregadores passam por lá diariamente, sendo seis fixos. Segundo Paulo, a valorização se reflete no comprometimento. “Temos profissionais há mais de 15 anos e, quando precisamos ampliar a equipe, são eles que indicam familiares e amigos.”
Para ele, espaços de acolhimento para os entregadores são fundamentais. “Os profissionais ficam mais tempo no trabalho do que com as suas famílias, o mínimo que podemos fazer é proporcionar um ambiente de trabalho decente para eles.”
E há também resultado positivo para o negócio: mais eficiência e engajamento dos colaboradores.
Visão do iFood: boas práticas e suporte estruturado
O iFood também atua na melhoria da experiência dos entregadores, oferecendo pontos de apoio próprios ou em parceria com prefeituras, presentes em 15 cidades, onde é possível descansar, beber água e carregar o celular.
Embora não exista ranking de restaurantes mais bem avaliados, a empresa afirma que estimula boas práticas e que criou uma cartilha (https://institucional.ifood.com.br/cartilha-de-direitos-e-acesso-a-justica/) com orientações que vêm estimulando mudanças positivas, como redução no tempo de espera e treinamentos de equipe, após sugestões dos entregadores.
O compromisso, segundo a plataforma, é continuar investindo em infraestrutura e suporte, além de estudar a possibilidade de criar selos ou certificações para restaurantes que se destacam no acolhimento.
Começar pequeno, mas começar
Débora diz que criar um local para receber os entregadores exigiu um pequeno investimento, mas nada que não fosse viável. “E o custo não se compara ao valor gerado, em clima de equipe, em reputação e em consciência social.”
A dica dela para quem quer iniciar é simples: “um banco na sombra, uma garrafa de água gelada, uma tomada disponível, já fazem uma diferença enorme.”
Silva complementa: “Comece pelo básico, garantindo que esses profissionais sejam respeitados. Isso ajuda a fortalecer a relação e todos saem ganhando.”
75% dos entregadores querem atuar em APPs
Um estudo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) em 2024 aponta que 455.621 entregadores atuam por meio de aplicativos no Brasil. Desse total, 75% afirmam que querem continuar atuando com os aplicativos.
A pesquisa também mostra que essa atividade é a única remunerada para 54%, um pequeno aumento em relação a 2022, quando era 52%. Entre os motivos apontados pela atuação exclusiva, a maior parte afirma ser melhores ganhos (48%), seguido por mais autonomia e flexibilidade (24%).
A mostra também destacou que a renda média mensal líquida dos entregadores gira entre R$ 2.669 a R$ 3.581, o que corresponde de R$ 17 a R$ 22 líquidos por hora.
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IMAGEM: Rovena Rosa/Agência Brasil
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Hoje, o cliente chega ao ponto de venda muito mais preparado. “Ele pesquisou referências no Instagram, salvou peças no TikTok e comparou preços em marketplaces”, explica Cecília Rapassi, consultora especialista em moda e professora de Fashion Business na Faap. Por isso, a loja física precisa ir além da simples exposição de produtos.
Segundo ela, a vitrine deve funcionar como mídia: impactante, clara e, de preferência, instagramável, com cores intensas e elementos que dialoguem com a linguagem digital, reforça Cecília. A integração entre físico e online também ganha força com recursos como QR Codes que direcionam para o e-commerce, displays digitais e provadores com iluminação ajustável, segundo ela.
“Criar uma experiência phygital (física e digital) é o ponto alto do momento”, reforça a consultora, lembrando que marcas já utilizam ferramentas como a Doris AI para integrar vitrine e experiência digital.
Primavera aquece movimento nas lojas
A estação também é marcada por uma mudança no comportamento do consumidor. “As clientes ficam mais dispostas a renovar o guarda-roupa. Observamos um aumento no fluxo de pessoas, especialmente nos finais de semana, e as mulheres demonstram mais interesse em experimentar peças novas. Há uma energia diferente no ar. As clientes passam mais tempo na loja, fazem mais perguntas sobre combinações e mostram-se mais abertas a investir em peças coloridas e estampadas”, observa Gisele Gomes, CEO da marca feminina Friga.
Ela conta que aumenta o fluxo de pessoas, especialmente aos finais de semana, e que há maior abertura para experimentar cores e estampas.
Na mesma linha, Mariana Ribeiro, dona de uma loja que leva seu nome em Santo André (SP), diz que o aquecimento do clima impulsiona as vendas. “As pessoas compram roupas no início do inverno, depois ficam um tempo reclusas e somente no início da primavera, quando o tempo começa a esquentar, voltam às compras.”
Peças e cores que dominam a estação
Os vestidos, especialmente os modelos midi e curtos em tecidos leves, são protagonistas nesta época, segundo Gisele. Blusas frescas, saias fluidas, pantalonas e blazers leves também ganham destaque, assim como bolsas coloridas, sandálias e bijuterias delicadas. Nas estampas e cores, o floral, as listras e tons como coral, amarelo e verde menta lideram, destaca a empresária.
Na loja de Mariana, conjuntos estão entre os mais procurados. “Short com camisa, calça com regatinha. Conjuntos de forma geral serão destaque nesta estação”, detalha a comerciante, que aposta nas candy colors — como amarelo, azul claro e verde claro.
Como montar uma vitrine irresistível
Para Gisele, a vitrine de primavera deve transmitir renovação e frescor. Tons pastéis com toques vibrantes, flores e folhagens ajudam a criar conexão com a estação. “A iluminação deve simular a luz natural do sol e os looks precisam mostrar a versatilidade das peças”, recomenda.
Já Mariana gosta de trazer elementos naturais e criativos: “Este ano eu vou usar vasos de kalanchoe para colorir a vitrine, mas já usei margaridas e outras espécies de flores para decorar. Cada ano a gente inventa alguma coisa.”
O que destacar
Composição: incorpore elementos naturais como flores e folhagens para criar uma conexão com a estação;
Luz: a iluminação deve ser clara, simulando a luz natural do sol;
Explore as novidades: monte combinações completas que mostram a versatilidade das peças para usar em diferentes ambientes e situações do dia a dia, sempre destacando o que há de melhor na nova coleção;
Use acessórios: invista nos acessórios para completar o leque de opções para o cliente;
Instagramável: invista em um espaço instagramável na composição da vitrine ou de parte da loja. Isso gera engajamento nas redes sociais.
Loja ganha ambiente vibrante e floral
Além da vitrine, toda a atmosfera da loja precisa acompanhar o espírito da estação. Na Friga, a decoração substitui os tons fechados do inverno por cores claras e vibrantes, flores e materiais naturais. A música e até o perfume do ambiente também mudam para algo mais fresco e energizante, comenta Gisele.
Mariana destaca que, neste ano, prepara uma decoração especial para a parte interna da loja também, mas ainda não definiu os detalhes.
Promoções e ações para atrair clientes
Estratégias promocionais também ajudam a aquecer as vendas. A Friga inicia a primavera com liquidação do inverno e depois lança campanhas como “Renove seu Guarda-Roupa”, com descontos progressivos, além de promoções para conjuntos e vantagens na primeira compra da estação.
Na loja de Mariana, o destaque é o coquetel de lançamento de coleção, realizado a cada virada de estação.
Digital como aliado
As redes sociais são fundamentais nesse período. Na Friga, os conteúdos digitais incluem reels de styling, tutoriais de transição do inverno para a primavera, lookbooks temáticos e parcerias com influenciadoras locais. “Incentivamos também o conteúdo gerado pelo cliente com hashtags próprias”, explica Gisele.
Já a loja de Mariana adota uma estratégia mais pontual, focada em divulgar as novidades quando as coleções viram, sem ações exclusivas da primavera.
Expectativas para as vendas
Segundo Mariana Ribeiro, a primavera representa a segunda melhor estação em faturamento, perdendo apenas para o verão. Ela espera um aumento de 10% nas vendas em relação ao ano anterior, apesar de reconhecer um cenário instável.
Mas o economista Ulisses Ruiz De Gamboa, da Associação Comercial de São Paulo, faz um alerta: o varejo enfrenta desaceleração desde abril, com vendas crescendo menos do que no ano passado. “O cenário é de juros altos e menor crescimento de renda e emprego”, pontua.
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Glossário do Empreendedor: o que é Slow Fashion?
IMAGEM: Mariana Ribeiro/divulgação
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