Dólar tem alta de 0,92%, cotado a R$ 3,75
A Bolsa fechou em queda de 1,04% nesta terça-feira, 6/11, com 88.668 pontos

Com um ambiente externo de cautela, impactado pelas eleições parlamentares nos Estados Unidos, e o mercado doméstico respondendo de forma sensível a ruídos nas sinalizações do governo eleito sobre a reforma da Previdência, o dólar operou nesta terça-feira, 6/11, alternando entre altas mais significativas e amenas.
Após ter tocado os R$ 3,7699 na máxima intraday, a divisa fechou esta terça-feira cotada a R$ 3,7597, alta de 0,92%.
Internamente, o mercado opera sensível às sinalizações do presidente eleito Jair Bolsonaro e sua equipe em relação às medidas na área econômica, com destaque para a reforma da Previdência.
A avaliação dos investidores é que há ruídos na comunicação do novo governo em relação à viabilidade de se votar a reforma ainda este ano.
Pela manhã, por exemplo, enquanto Bolsonaro afirmava que é necessário votar "a reforma possível", sinalizando que concordaria com o texto que está atualmente no Congresso, seu filho, Eduardo Bolsonaro, afirmou achar "difícil" que a votação saísse este ano.
Lá fora, o principal impacto do dia são as eleições de meio de mandato para o parlamento americano, cujo resultado deve sair apenas na madrugada. "Lá fora operou retrancado. Os mercados globais estão correndo atrás de ativos de menos risco e o dólar sintetizou esse movimento", aponta o mesmo operador.
BOLSA
O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou em queda de 1,04%, com 88.668 pontos. As ações das grandes empresas acompanharam a baixa, com Petrobras fechando com menos 3,37%, Bradesco com desvalorização de 1,35% e Vale em baixa de 0,61%.
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