Dólar cai e bolsa sobe em dia de anúncio de queda do PIB

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira vendido a R$ 3,588. O Ibovespa subiu 1,12%, fechando em 49.013 pontos e interrompendo uma sequência de três sessões de queda

Agência Brasil
01/Jun/2016
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Dólar cai e bolsa sobe em dia de anúncio de queda do PIB

A contração de 0,3% na economia brasileira no primeiro trimestre não afetou o mercado financeiro. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (1º/06) em queda de -0,68%, vendido a R$ 3,588. 

O Ibovespa (índice das ações mais negociadas e de maior valor de mercado da bolsa) subiu 1,12%, fechando em 49.013 pontos e interrompendo uma sequência de três sessões de queda.

O dólar chegou a subir no início da manhã. Na máxima do dia, por volta das 11h, aproximou-se de R$ 3,63. A cotação, no entanto, desacelerou nas horas seguintes. Após a aprovação, na comissão especial do Congresso, da proposta de emenda à Constituição que prorroga a Desvinculação de Receitas da União, a divisa recuou ainda mais até encerrar a sessão em baixa.

Na bolsa de valores, a alta foi puxada pelas ações da Petrobras. As ações ordinárias da companhia, com direito a voto em assembleia, subiram 2,26%, para R$ 10,41. As ações preferenciais, que dão prioridade na distribuição de dividendos, tiveram alta de 1,74%, fechando em R$ 8,18.

Hoje, a empresa anunciou que vai desembolsar R$ 6,1 bilhões para recomprar títulos de dívida emitidos no exterior. A perspectiva de que a estatal reduza o endividamento no mercado internacional por causa da operação de recompra estimulou o interesse nos papéis da companhia.

As ações do Bradesco subiram 1,84%, para R$ 23,22, após terem caído 5% ontem. A recuperação ocorre um dia depois de a Polícia Federal indiciar o presidente da instituição financeira, Luiz Carlos Trabuco, por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência na Operação Zelotes, que investiga a venda de sentenças do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão do Ministério da Fazenda que julga recursos contra multas impostas pelo Fisco a grandes contribuintes. O banco nega irregularidades.

FOTO: Thinkstock 

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