Itatiba recebe a primeira operação da Cemaac fora da cidade de SP

A Câmara Empresarial de Mediação e Arbitragem da ACSP é especializada em litígios como dissolução societária, problemas contratuais, questões voltadas ao comércio exterior e também trabalhistas

Redação DC
26/Jun/2023
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Itatiba recebe a primeira operação da Cemaac fora da cidade de SP

A Câmara Empresarial de Mediação e Arbitragem da Associação Comercial de São Paulo (Cemaac) passou a atender também em Itatiba, no interior paulista. Desde a última sexta-feira (23), o serviço é oferecido nas dependências da Associação Industrial e Comercial de Itatiba (Aicita).

A Cemaac se propõe a solucionar conflitos pela via extrajudicial. Ela é especializada em litígios dos mais diversos tipos, como dissolução societária, problemas contratuais, questões voltadas ao comércio exterior e também trabalhistas. 

"A Aicita é a primeira associação comercial, além da ACSP, a promover esse serviço", lembrou Roberto Mateus Ordine, presidente da ACSP. 

Guilherme Giussani, diretor técnico da Cemaac, destaca que a câmara é voltada para o atendimento de pequenos e médios empresários, que agora terão mais agilidade para solucionar seus litígios. “A resolução do conflito, que na Justiça leva em média seis anos, agora demora 30 dias.”  

A Aicita, como a nova unidade de atendimento da câmara, atuará como agente de operacionalização e promoção dos serviços de resolução de conflitos junto aos associados e empresários de Itatiba. 

Interessados em incluir a Cláusula de Mediação e Arbitragem nos contratos podem entrar em contato com a Aicita pelo telefone 4534-7889 ou pelo site www.aicita.com.br.

ARBITRAGEM, MEDIAÇÃO OU CONCILIAÇÃO?

A conciliação geralmente é usada para resolver conflitos entre partes que não possuem uma relação continuada. Já a mediação resolve problemas entre partes que tenham vínculo mais duradouro, como entre uma empresa e seu fornecedor de matéria-prima.

Tanto na conciliação quanto na mediação espera-se que as partes cheguem a um acordo. Já no caso da arbitragem, é um árbitro que irá proferir uma decisão caso não tenha acordo.

A arbitragem costuma envolver conflitos decorrentes de valores mais elevados. Mas isso não significa que esse recurso só possa ser usado por grandes empresas.

Essas opções extrajudiciais ganham espaço no país, estimuladas pelo novo Código de Processo Civil que mudou o rito processual prevendo que esses mecanismos devem anteceder a ação judicial. Foi uma maneira de desafogar a Justiça.

 

IMAGEM: DC

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