Mariana Missiaggia

Mariana Missiaggia

Repórter mserrain@dcomercio.com.br

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2 - MAPA DO SUPERMERCADO

Um novo aplicativo da Philips utiliza uma combinação da sua tecnologia de comunicação por luz visível, Bluetooth e dos sensores do smartphone para fornecer um sistema de posicionamento interior que oferece com precisão de até 30 centímetros como chegar ao produto na prateleira, além de orientações, notificações no bolso e análises.

APLICATIVO CRIA ROTA PARA ACHAR PRODUTO NAS PRATELEIRAS

A ferramenta funciona de forma similar ao Waze, aplicativo de navegação de trânsito. De qualquer área do supermercado, o cliente pode se conectar ao aplicativo e solicitar o produto está procurando. Em alguns segundos o programa traça a rota que o usuário deve fazer para encontrar o que procura.

O tempo de duração do percurso, as paradas e o local onde essas paradas acontecem dentro do supermercado são analisados pelo próprio aplicativo, sugerindo ao varejistas os pontos e produtos de maior interesse do consumidor em questão. Alertas de promoção, de lançamentos e até da chegada de produtos frescos em áreas como padaria, açougue ou floricultura também podem ser incorporadas à ferramenta.    
 
3 - ILUMINAÇÃO 

O projeto de iluminação dentro das lojas deu um grande salto de qualidade e apareceu como uma das principais tendências na Euroshop 2017, de acordo com Takano. Foram apresentadas várias possibilidades de sistema de iluminação para diferentes formatos de loja.

PROJETO DE ILUMINAÇÃO CRIA SENSAÇÃO DE FRESCOR NOS PRODUTOS

A busca por sistemas de iluminação mais personalizados, menos aparentes e econômicos é uma demanda cada vez maior.

"Os sistemas de iluminação estão cada vez mais customizáveis. Imagine criar um sistema como se usássemos peças de lego - em várias estruturas diferentes - sem descaracterizar ou ter de quebrar as paredes das lojas", diz. 

Outra inovação da Philips para lojas físicas é o sistema que usa dados de Bluetooth e GPS, conectados à iluminação, para mapear a loja e detectar onde o consumidor está no ambiente. Com a junção das tecnologias, é possível oferecer uma promoção específica, em determinado local do ambiente, voltado para aquele consumidor.

Muito utilizada para destacar roupas e calçados, as luzes também ganharam um novo papel dentro do supermercados.

Lâmpadas LEDs de uma determinada coloração, posicionadas acima de bandejas de pães criam a sensação de que, além de crocantes, eles acabaram de sair do forno.

Nos balcões dos açougues as LEDs realçam a cor avermelhada das peças de carnes.

No setor de frutas, verduras e legumes ocorre o mesmo. As luzes são direcionadas para passar a impressão de que esses alimentos foram colhidos há pouco tempo.

Isso não é tudo. Cada uma dessas técnicas de iluminação foi desenvolvida especialmente para essa finalidade - por isso não afetam a qualidade do produto. No caso das verduras, a iluminação pode até ajudar a preservar o frescor por mais tempo.  

A simples combinação da iluminação dos espaços com a utilização de materiais transparentes também está em alta. Além de ajudar a criar espaços que parecem muito mais amplos, as exposições ficam mais modernas e com aspecto de que estão mais higienizadas.

4 - MANEQUINS QUE CONTAM UMA HISTÓRIA

TENDÊNCIA PARA MANEQUINS É REPRESENTAR ESTILO DE VIDA DOS CLIENTES

Uma pesquisa da Veronis Suhler Stevenson divulgada pela Popai Brasil – The Global Association for Marketing at Retail, afirma que a visão é responsável por 83% das decisões de compra do consumidor.

Nesse sentido, as vitrines representam muito mais do que um acessório, e passam a exercer um papel fundamental na comunicação da marca com o cliente

Durante a Euroshop 2017, Takano conheceu dezenas de fabricantes com a mesma proposta: manequins feitos dos mais variados materiais - com rosto andróginos e poses espontâneas.

A disposição dentro de estandes e lojas visitadas se apresentaram de forma mais moderna, um pouco diferente do formato tradicional consolidado pelas vitrines dos comércios brasileiros.

Em poses que demonstram atitude, os manequins representavam verdadeiramente um estilo de vida e estavam dispostos em grupos dentro de cada loja - já que na Europa nem sempre eles aparecem em destaque nas vitrines.

"Eles representam os clientes, e têm de contar uma história", diz Takano. 

"O varejo investe muito tempo e dinheiro para garantir boas coleções de roupas que tenham o máximo de DNA pessoal da sua marca. Por que não aplicar essa mesma lógica aos seus manequins?". 

5 - PROVADOR INTELIGENTE

Com o objetivo de ser fiel ao dia a dia dos consumidores na hora de escolher uma peça de roupa, o provador inteligente simula a iluminação natural ou artificial de diferentes ambientes e momentos do dia.

ESPELHO INTELIGENTE PARA COMPRAS HIPER-REALISTAS

Com todo o sistema de inteligência acoplado no espelho, como em qualquer provador comum, o consumidor pode selecionar e ajustar a luz da sala em que está experimentando cada peça de roupa.  

É possível escolher uma luz natural, que simula a que reflete na rua de manhã ou a iluminação típica de um escritório, assim como a de ambientes grandes, noturnos entre outras opções.

A intenção é transformar uma experiência muitas vezes frustrante em algo hiper-realista. E há também uma lógica por trás disso: a luz minimiza a ocorrência de sombras, que muitas vezes modificam formas e cores das roupas. 

*FOTOS: Divulgação

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Promoção, qualidade, organização e proximidade. É baseado nessa escala de importância que o atual consumidor decide em qual supermercado irá fazer compras, de acordo com pesquisa da APAS (Associação Paulista de Supermercados). 

Motivos como desemprego, inflação, menor poder de compra e elevação da carga tributária também levaram o brasileiro a tornar suas escolhas mais conscientes, e a retomar hábitos típicos de períodos de recessão, como o resgate da “compra de mês”.

Um caminho sem volta, na opinião de Rodrigo Mariano, gerente de economia e pesquisa da entidade, no que diz respeito aos hábitos de consumo nos itens de primeira necessidade (alimentação, limpeza e higiene).

Em 2016, o setor de supermercados faturou R$ 338 bilhões - um crescimento nominal de 7,1% em relação ao ano anterior. O montante representa 5,4% do PIB brasileiro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (02/05), durante evento anual do varejo de supermercados, em São Paulo. 

Já no Estado de São Paulo, o crescimento nominal foi maior do que no ano passado, de 10%, com um faturamento total de R$ 102 bilhões. A geração de empregos diretos provocada pelo setor no estado foi 518 mil nesse período. 

Neste ano, a expectativa é de que a geração de empregos e elevação na renda do brasileiro alavanque os números do setor apenas no último trimestre do ano. Se isso se concretizar, os supermercados esperam crescimento real (descontada a inflação) de 1,5% a 2,5% nas vendas em 2017.

Para o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Sanzovo Neto, a queda da inflação justifica as expectativas mais positivas para o setor em 2017. "Vamos ter um ganho de poder aquisitivo dos consumidores".

Para atrair clientes e materializar essa perspectiva, os supermercados dependerão da melhora desses indicadores econômicos. Um levantamento da Kantar Worldpanel mostra que mesmo em meio a uma leve recuperação no cenário de consumo, os consumidores não deixaram de buscar por promoções na hora da compra.

Em 2016, as promoções tiveram papeis diferentes por tipo de canal de compra, de acordo com Christine Pereira, diretora comercial e de marketing da Kantar. Esse tipo de ação aumentou a frequência de ida aos hipermercados, que tiveram crescimento de 14,5% no ano passado.

No caso dos supermercados de rede, as promoções impactaram no aumento do tíquete médio em 4,9%, e levaram mais de 1,8 milhão de novos clientes para os atacarejos, de acordo com dados da consultoria.

“Fica claro que as promoções e o calendário de ofertas são as melhores ferramentas de fidelização. Quem não faz, perde. E perde para sempre”, diz Christine.  

"Hoje, o papel dos supermercados é o de encantar os consumidores. Atacarejos e supermercados de vizinhança estão crescendo porque surpreendem”.

TENDÊNCIAS DO SETOR

Alimentação saudável - O mesmo estudo aponta que, apesar dos preços elevados, os alimentos saudáveis têm preferência na cesta de compras, especialmente pelas donas de casa acima de 50 anos. 

A busca por alimentos com forte presença de vitaminas, mineirais, fibras, Ômega 3 e proteínas no Brasil cresceu acima da média global (51%), segundo a GfK. Itens enriquecidos com vitaminas e minerais são comprados por 65% dos entrevistados no País.  

Millennials – Assim como mostram os primeiros sinais dos millennials no mercado de trabalho, esses jovens nascidos entre 1980 e meados da década de 1990, também apresentam hábitos diferenciados em relação ao consumo. 

A lista de compras desses jovens, por exemplo, é bem diferente dos de gerações anteriores. Água de coco, cappuccino e bebidas alcoólicas integram o mix de itens básicos desse público.

Trata-se também da geração mais engajada quando o assunto é fidelidade. Uma pesquisa da Nielsen mostra que, em 2016, eles reduziram a alimentação fora do lar em mais de 50% e também os gastos nos supermercados para se manter leal às marcas que mais gostam. 

Terceira idade – Representando um terço dos consumidores brasileiros, a população acima dos 50 anos busca por praticidade dentro das lojas. Carrinhos elétricos, rótulos fáceis de ler, embalagens fáceis de abrir, assistência com sacolas de compras e seções exclusivas de produtos voltados às suas necessidades são algumas das demandas observadas pela Nielsen.  

“Considerando o envelhecimento da população, até 2040 homens e mulheres com mais de 50 anos responderão pela maior proporção de consumidores”, diz Mariano.

Direito do consumidor – O acesso fácil à informação por meio de redes sociais empoderaram o consumidor, que se sente cada vez mais moderno e atento aos seus direitos. 

O IBOPE traz um cenário no qual cerca de 40 milhões de brasileiros (25% da população), declararam prestar mais atenção aos seus direitos como consumidores.

De acordo com Marcia Sola, diretora do IBOPE inteligência, os clientes estão mais críticos, racionais e preocupados em não serem enganados. 

“Um clima causado por tantos escândalos de corrupção, e a única forma que ele (cliente) tem de se expressar é pelo consumo”, diz.

Entre as faixas etárias, jovens de 16 a 24 anos são os que mais brigam por seus direitos (30% dos entrevistados), seguidos por adultos de 25 a 34 anos (28%). 

“Isso reforça o poder da internet. Essas são as camadas mais presentes nas redes sociais”, diz. 

Entre os que já deixaram de frequentar um supermercado por problemas com produtos e/ou atendimento, o resultado segue na mesma tendência: eles têm idade de 16 a 24 anos (45%) e de 25 a 34 anos (44%).

*FOTO: Thinkstock

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Depois de 20 anos à frente da Sodiê Doces, Cleusa Maria da Silva, 51 anos, fundadora da marca, está reduzindo o ritmo de visitas aos franqueados e planeja sua aposentadoria para os próximos cinco anos. De agora em diante, é seu filho, Diego Rabaneda, 28 anos, quem assume o controle da rede. 

O início da sucessão do negócio foi marcado pela inauguração da primeira fábrica de salgados da rede, que acaba de lançar uma nova marca: a Sodiê Salgados.

O projeto foi proposto por Rabaneda, e num primeiro momento, atenderá exclusivamente às 286 lojas franqueadas da Sodiê Doces com a venda de mini salgados para festas por quilo, fritos ou congelados. O investimento de R$ 4 milhões na unidade fabril deve aumentar em 15% o faturamento das lojas de doces franqueadas. 

SALGADOS DEVEM AUMENTAR FATURAMENTO DA SODIÊ DOCES EM 15%

No entanto, até o fim deste semestre, a nova marca será lançada em quatro lojas próprias, que serão inauguradas em São Paulo, Barueri, Presidente Prudente e Londrina. As unidades comercializarão salgados para consumo imediato ou sob encomenda, além de bebidas.

"A Sodiê Salgados é um projeto do meu filho, independente da Sodiê Doces, e não terá bolos à venda", explica Cleusa.  

A partir do segundo semestre, o negócio será liberado para o franchising e dará preferência aos franqueados da Sodiê Doces na abertura das primeiras lojas, que devem ter um investimento inicial de R$ 250 mil.

SUCESSÃO

Decidir o futuro de seu negócio nunca foi um dilema na vida da empresária. O primogênito de Cleusa acompanha o trabalho da boleira desde pequeno, quando toda a produção de doces ainda era feita na cozinha da casa em que moravam, em Salto, a 114 quilômetros de São Paulo. 

RABANEDA ACOMPANHA O TRABALHO DA MÃE DESDE PEQUENO

Embora admita que a mentoria recebida na formatação da Sodiê em franquias tenha sido fundamental para o sucesso do negócio, Cleusa afirma que não haverá intermediários no processo de sucessão.

"Tenho confiança de que o aprendizado que ele acumulou nos últimos anos é mais do que suficiente. Um terceiro nesse processo nos distanciará da operação, e isso vai contra a nossa essência", diz Cleusa. 

Rabaneda acredita que foram as longas madrugadas que passou observando a mãe assando, recheando e decorando bolos que, naturalmente, o levou a trabalhar no negócio da família.

“Se em algum momento sentirmos alguma dificuldade, não terei dúvidas em contratar uma consultoria. Mas por enquanto, estamos bem dessa forma”, afirma o sucessor. 

Quando Cleusa conseguiu os primeiros franqueados, era ele quem emitia e postava todos os boletos bancários. Mais tarde, aprendeu um pouco sobre como era feita a administração da rede.

Logo se tornou o responsável pela pesquisa de mercado. Viajava pelo Brasil em busca de cidades com potencial para novas franquias.

Hoje, o filho é quem negocia com fornecedores, conversa pessoalmente com cada candidato a franqueado e decide quem fica, além de visitar mais de uma dezena de lojas por semana.

Para dar início ao processo de sucessão, Cleusa deu carta branca para Rabaneda tirar do papel o primeiro projeto que desenvolveu sozinho: a Sodiê Salgados.


FÁBRICA RECEBEU INVESTIMENTO DE R$ 4 MILHÕES EM BOITUVA

O novo braço alimentar da Sodiê começou com um programa piloto, em Assis, onde a família mora. Além de testar receitas, recheios, padrões de tamanho, Rabaneda também projetou o formato das novas lojas.

Foram seis meses de testes até chegar ao cardápio final – 32 tipos de salgados fritos e assados, que foram testados em 40 lojas durantes seis meses.

Enquanto isso, uma fábrica de 1,3 mil metros quadrados era construída na cidade de Boituva, distante 116 quilômetros da capital paulista, com capacidade de produzir cerca de 50 mil salgados por dia.

Diferentemente da Sodiê Doces, onde cada franqueado é responsável pela compra de produtos e elaboração dos bolos, a Sodiê Salgados distribuirá todos os produtos prontos e congelados. 

Uma van irá abastecer todo o estado de São Paulo, visitando cada loja a cada 15 dias. Já outros dois caminhões terão 12 estados como destino, cada um levando seis mil quilos de salgados. O roteiro foi pensado para que os caminhões retornem do Nordeste abastecidos de camarão, e do Paraná trazendo palmito.


SODIÊ SALGADOS TERÁ LOGÍSTICA PRÓPRIA

Outro ponto defendido pelo jovem empresário é a construção de um centro logístico, nos próximos dois anos, bem perto de onde a fábrica de salgados foi inaugurada. A intenção é liquidar a dependência de terceiros no negócio.

"Para expandir é fundamental manter todos os setores sob controle. Não quero que nada seja terceirizado, somente o fornecimento de matéria-prima", diz Rabaneda.

MERCADO INTERNACIONAL

Outra novidade para o início de 2018 será a entrada da marca no mercado internacional. O plano é abrir duas lojas próprias, em Miami e Orlando.

Rabaneda explica que a empresa vem estruturando o plano desde 2014, o que inclui a formalização dos trâmites legais, a escolha de imóveis e teste de aceitação de sabores dos bolos.  

A parceria com a Nestlé é um dos pilares da base do novo negócio. Presente em muitos países, a multinacional será a responsável pelo abastecimento das lojas. A rede já possui um contrato de exclusividade com a empresa, e 70% dos produtos usados na criação dos bolos são da Nestlé.  

"Já estamos com tudo encaminhado", afirma Rabaneda.

A internacionalização surgiu da demanda de brasileiros morando fora do Brasil. Hoje, 40 pessoas disputam a possibilidade de abrir o negócio da marca nos Estados Unidos.  

*FOTOS: Mariana Missiaggia e Antônio Dantas

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Com a perspectiva de alguma recuperação no consumo a partir do segundo semestre de 2017, é chegada a hora de estancar as perdas acumuladas pelo varejo nos últimos dois anos.

Ainda que sem capital para investir, os comerciantes devem estar preparados para uma nova era de consumidores - mais exigentes e bem cuidadosos com os gastos.

JÚLIO TAKANO: É PRECISO MUITO MAIS QUE LOJAS BONITAS

Para acompanhar essa tendência é preciso muito mais do que oferecer bons produtos e ter lojas bonitas. A verdade é que muitos aspectos estão mudando no varejo e os consumidores estão atentos, de acordo com Júlio Takano, conselheiro da ABIESV (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo).

Nas últimas semanas, Takano visitou a Euroshop 2017, feira de varejo que acontece a cada três anos na Alemanha, e formou o acróstico* DESPERTAR para resumir o que observou durante os dias de visita ao evento europeu. *O acróstico é a criação de novas palavras a partir de cada letra de uma palavra principal. 

Durante o evento Pós-Euroshop 2017, promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), Takano explicou que essa foi a melhor forma encontrada para sintetizar as principais características que o varejo deve apresentar nos próximos três anos. Veja quais são:

 

 

“D” Diferenciação

Unanimidade entre os expositores, a personalização e a customização de produtos se mostram como o melhor caminho para oferecer ao consumidor muito mais do que um produto. 

Um dos exemplos citados por Takano foi a marca de chocolates Ritter Sport, onde o consumidor pode montar o próprio chocolate ao escolher o blend que deseja, como, por exemplo, meio-amargo, ao leite, 70% cacau entre outros, e adicionar uma enorme variedade de ingredientes, como menta e nozes à mistura. Além disso, o cliente também escolhe os detalhes da embalagem para levar a guloseima.

Para exemplificar como o método é adaptável a outros segmentos, Takano cita também a KaDeWe – maior loja de departamentos da Alemanha -, na qual a consumidora pode comprar uma bolsa exclusiva. Basta escolher a aba, fivela, alça, material e cor. 

“E” Experiência

O assunto não é novidade. Transformar pontos de venda em pontos de experiência é uma discussão cada vez mais presente dentro do varejo, mas ainda muito pouco tangível para as marcas. 

Takano explica que é possível chegar a esse resultado por meio de processos, pessoas, tecnologias ou até de produtos.

Nesse caso, vender se torna uma consequência da experiência proporcionada pela marca nos mais diversos canais. O dever da loja é apenas o de materializar uma experiência, além de reforçar o relacionamento de cada marca com seus consumidores.

A maneira como a varejista holandesa Primark comercializa itens de luxo, de forma acessível, foi um dos exemplos citados por Takano.

Na mesma área onde estão dispostos os cosméticos, há uma espécie de “espaço da beleza”, no qual é possível se maquiar, fazer as unhas e sobrancelhas. “Experiência, reputação e qualidade é o que geram valor para o seu produto e marca”, diz.

“S” Simplicidade

Resgatar a essência de cada marca com base no que cada um oferece de melhor é a ferramenta mais poderosa de marketing que uma empresa pode ter, na opinião de Takano. “O varejo pode se diferenciar das formas mais simples possíveis”. 

O Starbucks, por exemplo, criou o que Takano chama de elemento icônico em uma loja de Londres. Diversas xícaras brancas, dispostas sequencialmente, formam a logomarca da empresa. 

“P” Produtividade

De acordo com Takano, muitas empresas se destacaram na feira mostrando gôndolas com leitura digital, plataformas de pagamentos, sistemas de precificação com atualização quase automática, curadoria de produtos no ponto de venda e muitas outras soluções tecnológicas para o aumento de produtividade.

O especialista também destacou o método de compra online e retirada na loja, chamado de click & collect. Tradicional em varejistas dos Estados Unidos e da Europa, o sistema deixou de ser uma exclusividade de grandes redes e chegou aos pequenos negócios.

“Disponibilizar esse serviço aumenta a produtividade do atendimento, integra canais e faz com que a loja física exerça de maneira prioritária seu papel como ponto de experiência”, diz.

“E” Engajamento

Fazer da loja física um espaço de engajamento implica em criar espaços inspiradores que permitem aos clientes a chance de brincar com o que existe de mais novo em tecnologia.

“Entender o que funciona bem nas lojas e o que os clientes gostam e não gostam, para poder melhorar de forma contínua”, afirma.

“R” Relevância

De acordo com Takano, alguns consumidores estão mais dispostos a comprar um produto ou escolher uma marca que tenha um propósito relevante, ainda que tenham que pagar mais por isso. 

A automobilística britânica Bentley, por exemplo, criou um novo modelo de loja para shoppings sem que seu produto principal estivesse em exposição. Em vez de carros, a marca criou uma espécie de café, onde o consumidor pode passar algum tempo observando o portfólio da empresa. 

Para a experiência, alguns de seus modelos ficam estacionados na garagem do shopping e podem ser testados por meio de agendamento. Sem a presença dos carros, a marca reduziu o espaço de venda e se tornou mais próxima do consumidor. 

"T" Tecnologia

Tecnologia é a peça chave da inovação. Durante as visitas técnicas, Takano observou que muitas tendências se materializam por meio de tecnologia.

Na Accessorize, rede de acessórios, o uso da tecnologia resulta diretamente em uma experiência de compras mais personalizada. 

Na entrada da loja, os consumidores deparam com um enorme painel suspenso de LED, que reflete cores e texturas correspondentes às coleções da temporada.

Os consumidores também podem escolher a lista de reprodução da loja e, a partir de um aplicativo, são estimulados a compartilhar conteúdo e fotos, que são exibidos em toda a loja.

“Além de possibilitar maior divulgação nas redes sociais, o uso desse dispositivo permite colher feedback e manter a loja dinâmica”.

“A” Atitude

A concretização de uma intenção ou propósito pode ser muito mais eficiente do que apenas oferecer promoções e serviços diferenciados. Nesse sentido, Takano cita a Muji, varejista japonesa com mais de 700 pontos de venda espalhados pelo mundo.

Para conquistar os consumidores e melhorar os resultados, a marca tem a seguinte filosofia: "Preço baixo por uma razão".

Com preços mais baixos, a empresa cria produtos que não são apenas melhores para seus consumidores, mas que principalmente atendam às necessidades. O conceito por trás disso é entregar o suficiente para cada consumidor.

Os produtos, marcas ou lojas não fazem da Muji o sucesso que é. O crédito disso está na atitude clara de quem entrega o que promete aos seus clientes.  

“R” Relacionamento

Gerar oportunidades de relacionamento e fidelização com consumidores é uma tarefa cada vez mais desafiadora para surpreender e criar vínculos.

A P&T – Paper & Tea é uma varejista alemã que conseguiu transformar a venda de chá em uma oportunidade de gerar relacionamenot, por fugir dos padrões tradicionais desse tipo de varejo, de acordo com Takano. 

Muito comum na Europa, na maioria das vezes, os chás são dispostos em latas atrás do balcão, sem nenhum tipo de contato com o cliente. Na P&T, eles deixam a experiência do chá nas mãos dos clientes. 

Os chás são dispostos e exibidos de acordo com um sistema intuitivo e com curadoria, permitindo que os visitantes da loja possam descobrir sabores por si mesmos e começar a criar suas próprias combinações e preferências de chá. 

“Lembramos muito mais dos momentos que tivemos em uma loja do que dos preços que pagamos”, diz.

*FOTO: Divulgação

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O longo caminho percorrido por empresários e comerciantes para obter alvarás e licenças de funcionamento vai ganhar um atalho para os donos de bares e restaurantes.

Em reunião com os integrantes do CPU (Conselho de Política Urbana) da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o prefeito em exercício de São Paulo Bruno Covas, que também é secretário das Prefeituras Regionais, anunciou que nas próximas semanas a Prefeitura deve divulgar o programa "Bar Legal".

A ação dará preferência a estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas na concessão de alvarás e licenças de funcionamento. Em troca, os bares terão de respeitar a legislação que exige o encerramento das atividades à 1 hora da manhã.

A novidade faz parte de uma reformulação que está sendo feita pela atual gestão no Programa de Silêncio Urbano (Psiu). Por dia, a capital acumula 82 queixas de gente irritada com excesso de decibéis emitidos por bares, boates, obras e indústrias, de acordo com os registros do Psiu.

De acordo com Fábio Lepique, secretário-adjunto das Prefeituras Regionais, a portaria que vai implantar o “Bar Legal” está pronta e deve ser assinada pelo prefeito João Doria (PSDB) na próxima semana ou, no mais tardar, na seguinte.

“Nosso objetivo é permitir que o bar consiga sua licença de funcionamento e, ao mesmo tempo, os proprietários topem se organizar no plano de poluição sonora da lei da 1h”, diz.

O artigo 147 determina que os estabelecimentos que comercializam bebida alcoólica e que funcionam com portas, janelas ou quaisquer vãos abertos, ou ainda que utilizem terraços, calçadas, varandas ou espaços assemelhados, bem como aqueles cujo funcionamento cause prejuízo ao sossego público, não possam funcionar entre 1h e 5h da madrugada.

No entanto, na prática, muitos estabelecimentos funcionam além do horário permitido. Pra mapear o problema, eventualmente, o prefeito João Doria tem realizado a blitz do Psiu durante a madrugada em diferentes regiões.

DORIA E LEPIQUE DURANTE BLITZ DO PSIU, NO TATUAPÉ, EM FEVEREIRO

Lepique explica que a medida é uma tentativa de evitar que os estabelecimentos sejam lacrados, além de criar uma boa relação entre a Prefeitura de São Paulo e os donos desses estabelecimentos comerciais.

Na ocasião, Covas também anunciou outra reformulação. A Prefeitura irá descentralizar a fiscalização do Psiu para todas as prefeituras regionais. Ou seja, com a descentralização do Psiu, os fiscais das 32 subprefeituras da capital serão autorizados a vistoriar e multar os estabelecimentos que emitem ruído fora dos parâmetros legais. Hoje, somente 13 pessoas podem fazer essa fiscalização. Com a mudança, o número de fiscais na cidade subirá para 304.

PARCERIA

Durante a reunião, que também contou com a presença de 31 dos 32 prefeitos regionais, os 15 superintendentes das Sedes Distritais da ACSP puderam se reunir com os responsáveis de suas respectivas áreas para troca de informação e esclarecimento de dúvidas.

As 15 distritais atualizam os associados no que é mais relevante para seus negócios e também lutam por soluções para os problemas de cada região.

COVAS, SECRETARIOS E SUBPREFEITOS SE REUNIRAM COM INTEGRANTES DO CPU

Para o prefeito em exercício, o objetivo do encontro foi buscar parcerias para todas as regiões da cidade e melhorar a qualidade do serviço prestado à população, como a implantação da nova Lei de Zoneamento - uma das frentes de atuação da ACSP.

A nova lei contém diversas conquistas e demandas da ACSP, como a facilitação para obtenção de Licença de Funcionamento, principalmente para as atividades de baixo risco (como salão de cabeleireiro, pet shop, cantina e boa parte do comércio). Isso ajudará a acabar com o problema da irregularidade de imóveis comerciais – estima-se que 80% estejam hoje em situação irregular na capital.

No entanto, Antonio Carlos Pela, vice-presidente da ACSP e coordenador do CPU, afirma que ainda são muitas as dificuldades enfrentadas pelas empresas consideradas de baixo risco em relação à obtenção da Licença de Funcionamento.

"Atualmente, os técnicos das Prefeituras Regionais não estão licenciando estabelecimentos de baixo risco, pois estão com dúvidas sobre o novo sistema de licenciamento e abertura de empresa (a ser lançado em maio) que, num primeiro momento, irá atender somente as novas empresas", diz.

Na opinião de Pela, uma normativa interna regulamentando, mais uma vez, as atividades de baixo risco, seria uma boa alternativa para esse entrave.

Outra ação da ACSP para atenuar o desafio da regularização é o ACFormaliza, serviço que estuda a viabilidade do negócio e protocola a Licença de Funcionamento para os associados.

A novidade beneficia principalmente os micro e pequenos negócios, que têm mais dificuldade de acesso a engenheiros e arquitetos que realizem a intermediação junto à Prefeitura para a obtenção da licença.

“A ACSP está ajudando seus associados na obtenção da licença. A maior parte das empresas, que antes não conseguia obtê-la, agora conseguirá.”

*FOTOS: Eduard Ogata/ Secom e Bia Messeder

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Um mês após o início da Operação Carne Fraca, o setor ainda avalia os impactos das investigações nos preços da carne, nas margens de lucro das empresas e também no comportamento do consumidor.

Com a credibilidade de grandes frigoríficos colocada em xeque, os supermercados deram mais visibilidade a marcas alternativas de carnes vindas de frigoríficos de menor porte, especialmente, nos primeiros dias de investigação.

Embora São Paulo não tenha nenhuma planta frigorífica sob investigação, o Estado tem sofrido impactos com as barreiras impostas pelo mercado externo.  

Desse modo, o momento pode ser uma oportunidade para pequenos e médios produtores de carnes conquistarem mais espaço em meio ao mercado nacional e internacional.  

CORTES NOBRES DA COWPIG GANHARAM DESTAQUE NAS GONDÔLAS

Sem a ambição de concorrer com os gigantes do setor, o frigorífico Cowpig produz a própria carne há 23 anos, e se transformou numa espécie de butique de carnes. 

Foi justamente a oferta de cortes especiais de carne que tornou a empresa fornecedora de restaurantes que tem como público os consumidores da classe A, além das prateleiras de grandes redes varejistas, como Pão de Açúcar e Mambo. 

LEIA MAIS: Como os pecados da carne abalam marcas fortes

Na semana seguinte à deflagração da operação Carne Fraca, as duas lojas conceito da marca, em Alphaville, na Grande São Paulo, e Boituva, distante 110 quilômetros da capital, registraram um aumento de 20% no volume de vendas de carne bovina. 

Já nos supermercados, Renato Sebastiani, diretor administrativo e comercial da Cowpig, percebeu uma movimentação diferente em relação à distribuição de seus produtos, no último mês.

RENATO SEBASTIANI, DA COWPIG

Áreas anteriormente ocupadas por peças de marcas como Friboi, Seara e muitas outras tradicionais nos supermercados deram lugar às embalagens de seu frigorífico em volumes muito maiores aos apresentados, normalmente. O mesmo aconteceu com as carnes de tantos outros frigoríficos desconhecidos por muitos consumidores. 

Aconteceu o óbvio. Sem escolha, os clientes deram preferência à marca."O que percebemos é que as pessoas estão dispostas a consumir produtos que não fazem parte do mercado tradicional, ou seja, de marcas envolvidas na investigação”, diz.

LEIA MAIS: A nova encarnação dos açougues paulistanos

Sem revelar números, Sebastiani admite que alguns supermercados aumentaram os volumes comprados da marca. 

Uma situação muito parecida aconteceu com a Wessel, comandada por István Wessel. Com um terço do negócio direcionado para o varejo, o aumento na procura por carne bovina no fim de março teve aumento de 10% nas primeiras semanas da operação. “Todo o efeito sobre o mercado foi muito curto, mas, sem dúvida, ganhamos mais representatividade com novos clientes”.

"Não podemos menosprezar os 150 países que compram do Brasil. Há muita formalidade e fiscalização nesse processo. Não dá pra comprar gato por lebre”.

WESSEL: 15% DE AUMENTO NO FOOD SERVICE

A percepção de Wessel foi similar a de Sebastiani. Nos primeiros dias, muitas redes varejistas tiraram das geladeiras quem havia sido noticiado. Então, naquele momento, os consumidores deram atenção às marcas menores.

Já no ramo de Food Service, que representa 70% dos negócios da Wessel, o movimento foi maior. Além disso, muitos clientes que levavam uma possível negociação em banho-maria, assinaram contrato com a Wessel em meio à crise da carne.

“Tivemos um aumento de 15% no Food Service, e isso é um número muito alto”.

Essa tendência também foi percebida pela Carnivoria, em Alphaville. Com uma proposta diferente, o restaurante steakhouse possui um açougue dentro do estabelecimento, onde os clientes podem escolher a própria carne que será levada à mesa. Ou seja, o próprio cliente vai ao açougue que fica dentro do restaurante e escolhe a peça que quer comer.

CARNIVORIA, EM ALPHAVILLE, AUMENTO DE 23% NO FATURAMENTO, EM MARÇO

Em meio a crise da carne, o negócio registrou crescimento de 23% no seu faturamento no mês de março em relação ao mesmo período do ano passado. Comparado ao mês de fevereiro, o aumento foi de 9%.
 
De acordo com Henrique Okuda, diretor-executivo da casa, os primeiros 10 dias de abril reforçam a curva ascendente, que se deve ao próprio conceito da casa, que trabalha exclusivamente com carne de procedência e extrema qualidade.

Diante da repercussão do escândalo, alguns países anunciaram restrições à importação de carnes. China e Hong Kong chegaram a suspender totalmente a entrada de carne brasileira. Um mês depois da operação, a lista de países com restrição total à importação de carne brasileira inclui 17 países.

As empresas JBS e BRF perderam juntas R$ 5,471 bilhões de seu valor de mercado, de acordo com a empresa de informações financeiras Economatica. 

*FOTO: Thinkstock

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Apontada como alternativa aos efeitos da recessão, a exportação ganhou uma nova configuração no Vale do Paraíba. No ano passado, 61 empresas apostaram pela primeira vez no mercado internacional.

Com isso, deram uma contribuição decisiva para que a região alcançasse um resultado recorde, traduzido pelo aumento de 205% no número de empresas exportadoras da região em um ranking paulista.

Foi uma proporção de companhias bem acima da média estadual, de 126%. 

Municípios como São José dos Campos, Jacareí e Taubaté que, em 2016, ganharam respectivamente 15, cinco e quatro novos exportadores são os destaques da região administrativa de São José dos Campos. 

Somam, no total, 379 empresas exportadoras, considerando aquelas que já atuavam no mercado externo.

As informações fazem parte de um estudo elaborado pela Investe São Paulo, com base em informações disponíveis no MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio). 

No ranking de cidades que enviaram produtos para outros países, São José dos Campos lidera com 130 empresas exportadoras, seguida de Taubaté (54), Jacareí (51), Pindamonhangaba (41), Caçapava (21), Lorena (20) e Guaratinguetá (13).

PAMONHA CONGELADA

Puxada pela alta nas vendas de equipamentos aeronáuticos, celulose, veículos, autopeças e produtos químicos, o Vale do Paraíba, que compreende 39 cidades, também reserva algumas surpresas. 

Distante 122 quilômetros da capital, Jambeiro é um bom exemplo. Com apenas seis mil habitantes, a cidade teve um representante na lista de empresas estreantes com a Pamonha Gourmet. 

Fundada em agosto de 2015, a empresa possui sete funcionários, e produz 20 mil pamonhas congeladas por mês (doce, salgada e light).

Desde o ano passado, esse produto tipicamente nacional está disponível em prateleiras de supermercados e restaurantes de seis países da Europa, além de Canadá e Estados Unidos.  

AZENHA, DA PAMONHA GOURMET: PRODUTO CONGELADO PARA SEIS PAÍSES DA EUROPA

A internacionalização se deu por meio de um parceiro comercial em Londres. O restante das negociações surgiram de oportunidades em feiras de negócios, de acordo com Humberto Azenha, 32 anos, fundador da Pamonha Gourmet.

Além de diminuir a dependência do mercado interno em um momento instável, Azenha queria atender uma demanda reprimida de produtos brasileiros para quem vive fora do país.  

Formado em comércio exterior, o empreendedor trabalhou por oito anos no setor de exportações de uma empresa de polpas e sucos, e já conhecia o caminho das pedras para avançar nesse mercado.

“Sem essa experiência, dificilmente, teríamos conseguido. A burocracia é enorme, e os órgãos públicos não estão preparados para nos ajudar”.

queixa do empreendedor se estende a Jacareí, a 80 quilômetros da capital paulista.

De acordo com Walker Antonio Ferraz, diretor de apoio a atividade empresarial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Jacareí, não há nenhuma ação que estimule ou oriente empresas à exportar.

"Estamos agendando visitas e reuniões com especialistas do PEIEX (Projeto Extensão Industrial Exportadora São Paulo) e reunindo mais informações sobre as Câmaras de Comércio Exterior já existentes e instaladas nos municípios próximos, como Mogi das Cruzes e São José dos Campos, principalmente para micro e pequenas empresa", diz.

Empresas como a de Azenha conseguiram superar a desaceleração da atividade econômica no País, e mantiveram as vendas internacionais.

Em 2015, as micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo exportaram mais de US$ 635 milhões - um pequeno crescimento em comparação a 2014, quando esse montante atingiu US$  629 milhões.

Para Sérgio Costa, diretor da Investe SP, a diversificação de produtos no Vale do Paraíba e Litoral Norte é um fator que atrai investimentos e aumenta as possibilidades de exportação. 

“O quadro reflete um dos ensinamentos que procuramos transmitir às empresas: é sempre interessante começar a exportar aos poucos”, diz.

Costa aponta o programa SP Export, realizado por meio de convênio com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) firmado já em 2015, também como uma ação importante para aumentar o número de exportações no Estado, com foco principalmente em pequenas e médias empresas, enquanto as projeções econômicas apontavam para uma desvalorização do câmbio e de uma desaceleração do consumo interno.

A expectativa de Costa é que o 2017 apresente números ainda mais expressivos com empresas que fizeram remessas maiores.

*FOTOS: Thinkstock e Divulgação

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