Repórter mserrain@dcomercio.com.br
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Ana Badra: 'As mulheres despontaram no corporativo, mas precisam de espaço na política'
IMAGEM: Somniare
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Sua trajetória com o CMEC, ligado à Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), tem a missão de formar líderes e impulsionar negócios liderados por mulheres.
Em entrevista ao Diário do Comércio durante o 6º Liberdade para Empreender, evento que reuniu nesta terça-feira, 25/11, na sede do Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, mais de 1,5 mil mulheres para uma jornada de networking, inovação e fortalecimento do empreendedorismo feminino, Ana Claudia falou sobre as demandas reais das empreendedoras, do papel da mulher na política e como superar as dificuldades de acesso ao crédito. Acompanhe:
Diário do Comércio - Você transita bem entre os mundos da comunicação, político e corporativo. Na sua visão, qual dessas três frentes está sendo a 'locomotiva' da mudança para as mulheres hoje? E qual seria a frente mais pesada de puxar?
Ana Claudia Badra Cotait - As mulheres estão despontando no corporativo. Isso é indiscutível e vejo um cenário bem positivo na comunicação também. A mulher é muito dinâmica, interativa e sabe fazer acontecer porque ela tem vontade e necessidade de fazer acontecer. Sem dúvidas, a política é nossa frente que está mais devagar. Mesmo com muito contato com esse universo há tantos anos, eu ainda me surpreendo. Muita gente me pergunta por que não me candidato. Confesso que tenho receio e nem sei dizer exatamente do quê. O conceito de política no Brasil é muito complicado e a visão que tenho sobre o assunto é muito pessoal, não sei se dá pra dizer que outras mulheres pensam como eu. Por outro lado, não dá para ignorar a baixa representatividade que temos como mulheres nesse âmbito e os obstáculos que a desigualdade de gênero nos impõe. Embora sejamos maioria no eleitorado, nossa participação como mulheres eleitas para cargos legislativos no Brasil é muito baixa. Vejo essa participação como crucial para uma diversidade democrática e para avançarmos no desenvolvimento social e econômico.
Além da equidade salarial, qual deve ser a próxima grande pauta prioritária em questões sistêmicas que ainda impedem as mulheres de avançar?
Ana Claudia - Juros. Sem dúvidas, a questão dos juros é muito urgente. Já vivemos em um país de elevadas taxas de juros praticadas em financiamentos voltados aos pequenos negócios e que ficam ainda mais caras quando os tomadores são as mulheres empreendedoras. A realidade de boa parte das empreendedoras é começar com as habilidades e recursos que já têm à disposição. O objetivo imediato é garantir a renda e juntar capital para, só depois, investir no sonho maior, e isso é muito difícil de acontecer. A ideia, ou especulação, de que o empréstimo às mulheres seria uma transação financeira de maior risco devido a uma falta de compromisso com o pagamento não se sustenta. Além de arcarem com uma taxa de juros maior, as mulheres ficam com uma fatia menor desses recursos. Essa é uma bandeira fortíssima do CMEC. Além dos juros, outra necessidade é capacitação. As mulheres precisam muito de capacitação porque, aprendendo cada vez mais, elas se tornam mais fortes e ficam mais seguras.
Falando um pouco mais sobre finanças e acesso a crédito, a obtenção de capital de risco para fundadoras mulheres ainda é pouco significativa. Na sua visão, o gargalo principal está na forma como as mulheres 'vendem' os seus negócios ou em um viés inconsciente (ou consciente) de quem assina essa conta?
Ana Claudia - Acredito que, além da própria dificuldade de acesso a crédito, sofremos também com a questão da gestão financeira. A mulher é mais tímida para renegociar uma dívida, é mais tímida para pedir um crédito. E tudo isso porque não temos a cultura de uma educação financeira para, quando ela tiver o crédito, ela saber aplicar esse crédito. Porque às vezes ela não sabe e se perde com o dinheiro. Culturalmente, a mulher tem o hábito de entregar a gestão de seu negócio para o marido ou para um terceiro, e isso é muito grave. Gestão e finanças acabam se perdendo quando, na verdade, não poderiam ter saído das mãos daquela empreendedora. É assim que elas quebram. É extremamente importante uma mulher saber o que está sendo feito com o dinheiro dela. Ela precisa ser gestora do seu próprio negócio, pelo menos olhar o seu extrato bancário para ver o que está entrando e o que está saindo. Mas muitas não fazem nem isso.
Como as mulheres podem construir redes de influência que gerem negócios reais e acesso a capital, superando a barreira de serem excluídas dos espaços informais onde as decisões acontecem?
Ana Claudia - Frequentando esses espaços em que elas possam crescer, se relacionar, ser ouvidas e participar efetivamente, sugerindo mudanças e fazendo parte delas. Por maior que seja a resistência e o isolamento, é preciso determinação. Para conquistar espaço, respeito e protagonismo dentro de um universo consolidado masculino é preciso impor um novo modelo de liderança baseado na inclusão e transformação. Hoje, temos (via CMEC) quase mil conselhos em todo o Brasil, uma expansão que demonstra a importância de contarmos com uma rede de apoio para o empreendedorismo em diferentes contextos e realidades.
Se você pudesse dar apenas um conselho de comunicação estratégica para uma mulher que está prestes a assumir um negócio de qualquer porte para que ela estabeleça sua liderança logo no primeiro dia, qual seria?
Postura. Saber se colocar e se enxergar como empreendedora. Eu acho que a postura de uma mulher é extremamente importante para ela entrar em qualquer lugar, em qualquer mercado.
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6º Liberdade Para Empreender debate a mulher em posição de liderança
IMAGEM: Somniare
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Ao abrir o evento, Ana Claudia Badra Cotait, presidente do CMEC, reafirmou a capilaridade e o propósito da organização como um importante catalisador para a força empresarial feminina do país ao conectar lideranças e apresentar caminhos para que mulheres transformem desafios em oportunidades.
Com presença em mais de 950 conselhos espalhados pelo Brasil e atuando de forma voluntária, Ana Claudia aponta que, à medida que a presença feminina em posições de alto escalão cresce, também aumenta o reconhecimento da importância da liderança feminina como essencial para a inovação nos negócios.
"Sustentamos a geração de empregos e é essa energia do impacto social que impulsiona o CMEC a ampliar as possibilidades de uma família, de uma comunidade e de todo um país por meio de mulheres. Acredito de forma inabalável na liberdade de inovar. Queremos construir oportunidades onde só enxergam desafios", disse.
Em sua fala, Roberto Mateus Ordine, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), destacou que a liderança feminina se diferencia justamente pela capacidade de um gerenciamento efetivo da carga de trabalho e no enfrentamento de desafios, tanto profissionais quanto pessoais, criando um ambiente de trabalho em que o bem-estar das equipes é priorizado.
Para Ordine, o Liberdade Para Empreender é uma influência muito positiva em direção à igualdade de gênero, inovação, diversidade e sustentabilidade nas organizações, trazendo novas perspectivas e abordagens para a tomada de decisão estratégica.
"Acompanho a trajetória do CMEC desde a sua fundação e, hoje, vejo que as empreendedoras podem ser consideradas como a chave para destravar o potencial do país", disse. “O Brasil vive um momento difícil, mas a solução pode estar na mulher empreendedora e no poder que ela tem de conduzir o Brasil a um lugar livre e digno."
Já Alfredo Cotait Neto, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da CACB, ressaltou que as mulheres representam a base da nova economia e, mesmo responsáveis por muita inovação, ainda enfrentam acesso limitado ao financiamento, sofrem com a sobrecarga de responsabilidades domésticas e estereótipos de gênero enraizados na sociedade - obstáculos que, segundo ele, podem ser melhor enfrentados de forma coletiva.
"As mulheres empreendedoras movimentam a economia, geram empregos e inspiram outras a acreditarem no próprio potencial. O CMEC representa a maior rede de mulheres independentes deste país e a força que, especialmente, as MEIs representam, nos mostra que o mundo mudou. E o mundo é do empreendedorismo. Por isso, é preciso ter liberdade para fazê-lo", disse.
Alessandra Andrade, presidente da SP Negócios (agência de promoção de investimentos da cidade de São Paulo), abordou uma visão estratégica sobre a inserção da mulher no meio empresarial e nas políticas públicas. Segundo ela, as iniciativas que buscam impulsionar o empreendedorismo feminino precisam ir além de oferecer conhecimentos técnicos. Entre as iniciativas do poder público municipal e estadual para apoiar as mulheres empreendedoras que Alessandra destaca estão as seguintes ações:
- Desenvolve Mulher: programa estadual que oferece linhas de crédito para micro, pequenas e médias empresas administradas por mulheres;
- Empreenda Mulher do Banco do Povo Paulista (BPP): parceria entre o Governo do Estado e os municípios paulistas, envolvendo microcrédito produtivo, para apoiar as pequenas empreendedoras formais e informais;
- Programa Mais Mulheres: iniciativa da Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA) que oferece curso de gestão em um modelo de pré-aceleração voltado para negócios geridos por mulheres.
Nesse sentido, Alessandra indica que a Prefeitura de São Paulo também tem desenvolvido alguns programas para ampliar o acesso de crianças à escola e ampliar o ensino integral, contribuindo para o empreendedorismo feminino. Além de uma jornada de até 10 horas - das 7h às 17h - para crianças de 0 a 3 anos, há também transporte escolar gratuito para crianças que moram a mais de 1,5 quilômetro da creche e o programa Recreio nas Férias, que acontece nos períodos de férias escolares de 0 a 14 anos.
Ao destacar São Paulo como um polo atrativo que não perde negócios, Alessandra revelou que a capital paulista terá em seu calendário oficial três novos eventos a partir de 2026:
- SP Innovation Week, em maio;
- SP2B, em agosto de 2026;
- GITEX Global, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, em março de 2027.
"A cidade de São Paulo acolhe e está preparada para receber as empreendedoras do Brasil todo. São Paulo é formada pelo Brasil todo e queremos que as mulheres façam parte disso", disse.
Ao subir ao palco, Gilberto Kassab, Secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, ressaltou que, mesmo com vitórias, os desafios no universo feminino ainda são muitos. Dando destaque à falta de representação e baixa participação das mulheres na política, ele afirmou acreditar que na próxima eleição a Câmara dos Deputados atinja o número de pelo menos 150 deputadas eleitas - hoje, são menos de 100 neste posto, sendo que 513 deputados compõem a casa legislativa.
"Não temos mais espectadoras. Estamos perto de ver um Congresso com mais mulheres, assim como vejo um avanço significativo no mundo dos negócios com mulheres muito qualificadas, com visão e vocação para liderança. A CACB e o CMEC tiveram muita visão em abrir esse espaço para as mulheres", disse Kassab.
Abordando temas como tecnologia, tributos e comunicação, o evento, conduzido por Ana Claudia, contou com a presença de nomes como Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza e presidente do grupo Mulheres do Brasil; Chieko Aoki, fundadora e presidente da rede Blue Tree Hotels; e Sônia Hess, ex-presidente da Dudalina, vice-presidente do grupo Mulheres do Brasil e fundadora do fundo Donas de Mim.
IMAGENS: Somniare
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O Censo de Lojas do Bom Retiro, apresentado na quinta-feira (13), revela que a região conta com 780 unidades fabris, 804 pontos de venda e 19,4 mil trabalhadores. A produção de vestuário chega a 50,5 milhões de peças por ano, o que movimenta R$ 5,3 bilhões.
Elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), o material foi encomendado pela Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV). Marcelo Prado, diretor do IEMI, passou os últimos quatro meses em contato com lojistas da região, que ao longo das últimas décadas fizeram do bairro um dos mais importantes polos de moda atacadista e varejista do Brasil.
Nessa apuração de dados, o Censo aponta um modelo produtivo integrado em que 97% das empresas produzem as próprias peças e 87,1% mantêm a unidade fabril no próprio bairro. Em relação ao perfil de consumo do polo, o material mostra que, embora as compras de varejo sejam muito presentes na região, o atacado continua sendo a principal força de vendas - 93,5% das lojas vendem para lojistas especializados, 61,8% atendem sacoleiras e 38,7% comercializam para o consumidor final.
Segundo o Censo, o online também tem sido a salvação de muitos negócios, já que 53,7% dos proprietários mantêm e-commerce próprio, 53% vendem por marketplaces voltados ao atacado e 47,3% por marketplaces voltados ao varejo. Nesse contexto, o WhatsApp é utilizado por 90,3% das empresas e já representa 30% das vendas totais do bairro.
Em entrevista ao Diário do Comércio, Prado detalha dados da pesquisa, bem como o papel de vanguarda do Bom Retiro na moda, a força do digital no bairro, as oportunidades na predominância da moda feminina e o poder do encantamento na loja física. Acompanhe:
Diário do Comércio - A pesquisa levanta números importantes sobre o Bom Retiro: a região reúne 780 unidades fabris e 804 pontos de venda, sendo que a grande maioria das lojas opera com produção própria (97%). O que mais chama atenção nessa pesquisa?
Marcelo Prado - Principalmente, a constatação da influência do polo para o mercado nacional. A pesquisa deixa ainda mais clara toda a importância e relevância que o polo tem não só para o estado de São Paulo, mas para todo o Brasil. Geograficamente falando, o Bom Retiro é um espaço reduzido, com cerca de 90% das empresas concentradas em uma área de dez quarteirões. São 804 operações de pronta-entrega que movimentam R$ 5,3 bilhões por ano na produção de vestuário, com 50,5 milhões de peças fabricadas anualmente. É muito recurso. O bairro tem um posicionamento bacana em torno de produto e qualidade e, em São Paulo, ele é uma referência.
A consolidação do bairro como polo comercial também é uma história que chama atenção; é o que o faz muito diferente. São pequenos negócios - que movimentam a economia do país - com muitos imigrantes, negócios familiares, com histórico de sucessão. Muitos estão na terceira geração e são famílias que saíram do nada, cresceram e conquistaram o que têm por meio desse modelo familiar da moda. O Censo nos mostra que 46,1% das lojas têm até dez funcionários, 29,7% mantêm equipes entre 11 e 29 pessoas, 10,3% têm entre 30 e 49 funcionários e 5,1% contam com mais de cem empregados. Muitos desses são funcionários muito antigos e com funções artesanais, algo raro hoje em dia.
O que apontaria como diferencial competitivo do Bom Retiro em comparação com outros grandes polos de moda?
Prado - Vejo o Bom Retiro como um verdadeiro marketplace físico que tem volume de estoque para pronta entrega e com peças muito alinhadas com aquilo que o lojista precisa no presente. Estar no bairro é comprar fluxo - por melhor que uma loja seja, se a tirarmos daquele contexto e levarmos para um endereço que não tenha a mesma vizinhança e concorrência, ela não terá o mesmo sucesso. Quem visita a região sabe o que vai encontrar, pois, mesmo com diversidade, as lojas do Bom Retiro apresentam um perfil de entrega parecido. É bem diferente do Brás, com mais de 11 mil lojas de todo o tipo e com uma reputação mais popular. Portanto, acredito que a localização seja um diferencial importante. São Paulo é um hub. Qualquer cidade do interior tem um ônibus para São Paulo. Qualquer estado brasileiro tem um voo direto para cá. Para chegar a outros polos de outros estados, como Fortaleza, Espírito Santo, é bem mais complicado. Outro ponto importante, e que deveria ser mais exaltado, é a qualidade dos produtos e a reputação que eles dão à região.
A pesquisa também aponta os gastos na região: o atacado tem um tíquete médio de R$ 2 mil, enquanto o varejo de R$ 354. Como o comércio pode fazer esses valores aumentarem?
Prado - Conhecendo o cliente e chamando público para onde a loja está. A pesquisa mostra que as classes A e B somam 82% das vendas desse polo e isso tem um potencial enorme. O tíquete médio sobe à medida que a percepção de valor daquela marca cresce. Embora a maioria dos que circulam por ali sejam pequenos lojistas, esse público tem um mar de possibilidades. Antes de comprar no Bom Retiro, o cliente precisa encontrar inspiração no Bom Retiro. A forma como uma roupa está exposta diz mais sobre a loja do que o produto em si, porque, além de mercadoria, o lojista vem buscando inspiração. Quanto ao bairro, é preciso fazer a jornada de compra na região ser mais positiva, confortável, segura, acessível, prática. Tudo isso aumenta a percepção de valor e faz o cliente voltar mais vezes.
O material também mostra que a moda feminina representa 87% do comércio do bairro. Esse número surpreende? E quais oportunidades esse cenário oferece ao polo varejista?
Prado - Eu esperava um número alto nesse sentido, mas não tanto. A dedicação a esse modelo de negócio me surpreendeu, mesmo sabendo da importância que a região dá a essa especialidade e pela concentração de lojas que vemos. A mim, esse dado mostra que ainda há muito espaço para crescer em estratégia. O que vemos hoje já é um posicionamento de vanguarda. As vitrines do bairro nos mostram que as principais tendências do mundo chegam de forma antecipada às coleções do bairro, e isso é fundamental para manter o fluxo do Brasil inteiro que compra no Bom Retiro. Outro ponto importante a ser observado é que temos uma nova geração de empresários pegando o comando de negócios familiares ou começando do zero. Sem dúvidas, essa leva tem um olhar mais contemporâneo e isso irá refletir nas coleções, nas inovações.
A pesquisa mostra que o WhatsApp já representa 30% das vendas no Bom Retiro. Isso indica um certo potencial da venda a distância nos negócios do bairro? Como o empresário pode se relacionar melhor com essas outras ferramentas de compra?
Prado - Tem coisas muito importantes nesse cenário para serem consideradas. O WhatsApp é uma ferramenta pós-venda em um primeiro momento, mas que em momentos futuros pode funcionar como canal de venda. O WhatsApp permite uma compra mais fácil e menos formal porque dispensa uma série de etapas. Ele também permite zero estrutura para quem vende. O mais importante é como cada negócio vai construir esse relacionamento, porque uma venda pelo WhatsApp, com Pix, cartão de crédito ou link de pagamento exige confiança, e isso é construído com o tempo. Por isso, digo que a venda por WhatsApp normalmente só vai acontecer após uma relação bem estabelecida. Não adianta focar nisso se não existir uma base.
Agora, sem considerar a venda finalizada, o WhatsApp agiliza muita coisa, por comunicar novidades, preços, organizar pesquisas, ajuda a repor estoque - e tudo isso garante que o cliente siga comprando e complete o ciclo de uma venda a distância. Da mesma forma, as redes sociais complementam a possibilidade de uma venda direta para quem não tem as ferramentas de compra convencionais. Ou seja, não precisa de toda aquela estrutura que muitas vezes é um grande limitador para pequenos negócios. As empresas de e-commerce criaram o marketplace para dar toda essa estrutura e, com isso, aumentar o fluxo. As redes sociais e o aplicativo de mensagens fazem o mesmo.
Falando um pouco mais sobre essa dinâmica comercial que envolve diferentes canais de vendas, e diante do avanço da economia digital, quais práticas e características apontaria como responsáveis por sustentar a força do varejo físico no bairro?
Prado - É um bairro que respira moda, que está repleto de vitrines. Roupa é encantamento. E o varejo físico tem esse poder de encantamento. Quase 50% das compras são amor à primeira vista. A pessoa não sai de casa exatamente à procura de algo, mas, por acaso, olha e se apaixona. A partir disso, olha preço, entende se cabe ou não no orçamento, entra na loja e decide levar. Quem não puder comprar na hora, passa dias com aquilo na cabeça até se convencer da compra. Toda essa construção de desejo não é feita pela peça em si, mas sim pela forma como foi apresentada. Por isso, o vitrinismo é tão importante e as lojas precisam se comportar como um showroom. E digo isso até para que funcione como um centro de treinamento para lojistas especializados e sacoleiras. Além de comprar, eles também querem aprender com as lojas para replicar em seus negócios. A questão da pronta entrega é fundamental para a força do varejo físico. Seja por planejamento ruim ou por demanda aquecida, o revendedor sabe que é só chegar no bairro e terá peças para levar.
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IMAGEM: IEMI/divulgação
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Em entrevista ao Diário do Comércio, Marcos Monteiro, secretário municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, diz não enxergar outra possibilidade para solucionar os gargalos de trânsito na região. Após a contratação da empresa vencedora, a próxima fase será a elaboração do projeto executivo e a expectativa é de que haja uma maior clareza sobre os prazos de entrega a partir de março de 2026.
Uma das principais revisões do projeto foi motivada pela preocupação com o corte de árvores e a preservação do corredor verde. Para mitigar o impacto, Monteiro detalha que o túnel foi encurtado tanto na entrada quanto na saída, garantindo a preservação de árvores simbólicas da região e que ainda haverá um plano de compensação ambiental na região. Acompanhe a entrevista:
Diário do Comércio - Qual é o status atual da obra do túnel da Avenida Sena Madureira? Poderia detalhar o novo cronograma do projeto e a data de entrega esperada?
Marcos Monteiro - O projeto está em fase de licitação. O desenho do projeto é composto por dois túneis (Norte e Sul) para integrar os bairros Ipiranga, Saúde, Vila Mariana, Itaim Bibi e Morumbi. O cronograma envolveu duas audiências públicas em setembro. Em 13 de outubro, publicamos a licitação. Os envelopes serão abertos no dia 5 de dezembro e, a partir daí, entramos em uma nova fase. Eu acredito que a partir de março de 2026 teremos uma clareza maior sobre prazos. Vale lembrar que a partir do momento em que a empresa for contratada, teremos a organização de um projeto executivo, então, ainda teremos um tempinho até avançar para a retomada desse canteiro de obras.
Quais foram as principais revisões no projeto e o que elas implicam na funcionalidade e no prazo da obra?
Monteiro - Uma das situações mais presentes é a questão do corte das árvores e do corredor verde. Nesse sentido, uma das medidas foi encurtar um pouco o túnel tanto na entrada como na saída. Isso nos fez preservar árvores emblemáticas da região. Com essa atualização, a pista Norte passou de 770 metros para 560 metros e a pista Sul foi de 510 metros para 420 metros. Com esse novo traçado, tivemos uma preservação adicional de 73 árvores e vamos plantar 377 árvores e mais 1 mil mudas no bairro, além de transplantar outras 25 árvores.
Ainda no ambiental, tivemos outra questão referente à Licença Ambiental (concedida em 2024), que mostramos estar válida. Também fomos apurar a informação de que o túnel destruiria a nascente (do Córrego Embuaçu). Consultamos todos os documentos existentes e as visitas de nossas equipes da Secretaria do Verde e Meio Ambiente confirmaram que não há registro dessa nascente. O que existe naquele lugar é uma rede de drenagem que, em épocas de chuva, acaba por acumular água, que aparenta ser algo além disso. Mas há períodos do ano em que o local fica seco. Portanto, não foi detectado nenhum ponto ou indício de nascente.
Também fizemos um acordo com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente para fortalecer esse plano de compensação. A cidade de São Paulo está trabalhando em um novo inventário arbóreo e acordamos começar esse inventário pela região da Vila Mariana. A ideia é ter um diagnóstico melhor para tomar decisões efetivas para esse novo plantio e fortalecer esse corredor verde.
E como está a questão da remoção e reassentamento das famílias das comunidades que serão impactadas pelo projeto?
Monteiro - Esse trabalho já havia sido iniciado e muitos dos que moram ali já entenderam a importância da obra. Em geral, as famílias são notificadas e esse atendimento é feito por indenização ou aluguel social vinculado a um empreendimento de Habitação de Interesse Social (HIS). Ocorre que na Comunidade Souza Ramos ainda temos muita dificuldade em avançar. Ali, são 103 imóveis e eles não nos permitem nem o acesso para dar sequência ao cronograma. Já na comunidade Coronel Luís Alves, os moradores querem indenização a preço de mercado e 63 imóveis foram selados. Esse processo de selagem em comunidades é uma etapa que permite aos órgãos públicos terem um controle exato de quem vive no local e em quais condições com o objetivo de cadastrar formalmente os imóveis e seus ocupantes para garantir que tenham acesso aos direitos de compensação ou reassentamento.
Como a Secretaria de Obras enxerga a questão de mobilidade, sendo que associações e representantes do bairro apresentaram diferentes sugestões?
Monteiro - Alguns movimentos apontam que o túnel poderia ser substituído por uma rotatória, mas não tem nem comparação - os estudos mostram que ela até pioraria o trânsito. Sei que existe o discurso de que essa obra é rodoviarista, mas temos a obrigação de melhorar gargalos. O transporte público vem sendo melhorado, mas daí para uma pessoa deixar o carro em casa e mudar o modal de transporte é um processo, uma mudança cultural que precisa de tempo. Não posso deixar a cidade travada. Vamos atacar esses gargalos da cidade. É para facilitar um fluxo e dar nova alternativa para chegar, por exemplo, à rodovia dos Imigrantes, que hoje praticamente tem como única opção a avenida dos Bandeirantes.
Também foi estudada a questão dos corredores de ônibus. Mostramos um plano viário antigo que previa a Sena Madureira como corredor de ônibus, mas a malha viária não tem mais esse interesse e vimos nesse estudo que a rota de ônibus está bem resolvida na região. Agora, falando em ciclovias, dá para dizer que temos alternativas interessantes na região, mas ainda há um buraco na Chácara Klabin e junto à Secretaria de Transportes vamos melhorar isso.
Houve alterações no orçamento previsto devido a paralisações, multas e modificações no projeto. Qual o valor atualizado?
Monteiro - O valor de referência da obra agora é de R$ 748 milhões. Esse é o valor de planilha, sem descontos, e a expectativa é de que, com a licitação, ele caia um pouco. Como disse, entendemos que até março, no máximo, teremos o início do contrato. Uma coisa importante a se dizer é que firmamos um compromisso nessa nova licitação de iniciar pela implantação dos compromissos ambientais e todas as compensações que assumimos em relação a isso. Vamos começar pelas árvores.
Como a Secretaria tem se articulado com os moradores da Vila Mariana e ativistas que protestam contra a obra?
Monteiro - Na primeira audiência pública que fizemos não sabíamos bem o que esperar. Era uma reunião densa, com muitos detalhes técnicos, novidades sobre a revisão. Queríamos realmente mostrar os ajustes do projeto e estávamos abertos aos pontos de crítica de quem lá estava. Preparamos um auditório, mas recebemos um volume muito maior do que ele poderia comportar. Tínhamos um anexo no centro de eventos para quem quisesse acompanhar do lado de fora, mas chegou muita gente. E, ao que nos pareceu, muitos que, inclusive, forçaram a entrada no auditório causando tumulto, chegaram com o objetivo claro de não deixar que aquela audiência fosse realizada, mobilizando mais gente até o local, ainda que sem relação com a região. Não teve como. A partir disso, acordamos que haveria uma segunda audiência e, mesmo assim, não pareceu o suficiente para atender a todos que queriam falar. Mas, a partir dessa escuta, tivemos muitas alterações, como detalhei anteriormente.
Falando sobre as audiências públicas, estão previstas novas reuniões ou canais de diálogo?
Monteiro - Sei que, pela própria dinâmica da cidade de São Paulo, muitos não conseguiram participar das audiências públicas, mas vai haver muito diálogo durante esse processo. As equipes irão visitar prédios e comércios repassando as eventuais informações e como tudo vai funcionar. Estamos acostumados com obras grandes e sabemos como fazer isso. Sempre vai ter alguém para dizer que não soube de algo, pois, de fato, há desencontros, mas temos tido muita compreensão e colaboração. Toda obra traz inconvenientes, mas exemplos como o da avenida Santo Amaro mostram como isso valoriza e melhora o fluxo de veículos, permite novos empreendimentos e, hoje, com fios enterrados, calçadas alargadas, tudo ficou melhor. É importante dizer que ninguém vai acordar com a obra encampada da noite para o dia. Ainda não começamos a falar com os comerciantes porque estamos seguindo o cronograma. Mas essa hora vai chegar.
Alguns comerciantes citam o caso da requalificação da avenida Santo Amaro como um exemplo mal conduzido, em que muitos negócios foram prejudicados. Como é possível melhorar a experiência na Sena Madureira?
Monteiro - A execução da Santo Amaro foi um desafio enorme. Ocorreu que, durante a obra, tivemos que tomar uma decisão. O plano de ataque das obras nos indicava uma intervenção menor do que imaginávamos e sustentar esse cenário começou a trazer inúmeras dificuldades para o andamento da obra. Para explicar de forma ilustrativa, tínhamos as máquinas que, para fazer as escavações, precisam girar e nesse movimento acabam jogando terra. E os ônibus passavam muito perto de onde isso acontecia - é um risco muito grande. Então, tínhamos duas possibilidades: seguir naquele ritmo e alongar o prazo de entrega ou ampliar a intervenção e acelerar a obra, e fomos por esse caminho. Entendo essa decisão como acertada e acredito que hoje, os comerciantes também, porque o cenário melhorou muito.
O que se pode fazer é ser o mais transparente possível e fazer um acompanhamento de perto do quanto esses estabelecimentos estão sendo afetados, pois essas alterações são comuns. Essa semana recebi uma comissão de comerciantes da rua Direita e da XV de Novembro, no Centro, preocupados com os ajustes das obras do calçadão. Estamos atentos e não será diferente com a Sena Madureira.
Outro apontamento dos comerciantes se dá em torno de uma possível política de compensação por perdas, como uma isenção de IPTU parcial para determinados empreendimentos. Seria uma possibilidade?
Monteiro - É um direito do cidadão e compensações podem ser feitas. Apesar de não saber os detalhes, a legislação municipal de São Paulo prevê essa possibilidade para imóveis que comprovem algum tipo de impossibilidade ou prejuízos causados por obras públicas. Esse requerimento passa pela Subprefeitura mais próxima ou pela Secretaria Municipal da Fazenda (SMF). O que posso dizer é que a Prefeitura está atenta e sabe como lidar com isso.
A Prefeitura considera a possibilidade de revisar o projeto para uma alternativa viária de menor impacto que o túnel, ou nos impactos da obra em questão?
Não. Está decidido e não voltaremos atrás. O grande desafio no impacto dessa obra é que o túnel passa por baixo da linha do Metrô. O projeto já foi apresentado a eles e já temos essa aprovação. O sistema de túnel demanda detalhes, como ventilação, extração de fumaça em caso de acidentes, uma ligação para saída de emergência, entre outras atualizações para atender aos órgãos pertinentes. Do ponto em que estamos, não é possível reduzir esse impacto em mais nada e acredito que reduzimos tudo o que era possível. Além disso, todas as secretarias entendem que o túnel traz a melhor solução e a CET tem estudos que corroboram com a decisão e o Instituto de Engenharia lançou um material com sugestões que serão consideradas durante o processo. Entretanto, o corpo da obra será esse mesmo.
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